autoconhecimento, relacionamento afetivo, Relacionamento de casal

Libertando o relacionamento afetivo

borboletas

A solução para um problema de casal começa quando a parte mais incomodada percebe a questão, e assume a responsabilidade total de encontrar em si as partes internas – inconscientes – que estão sendo negadas, excluídas, discriminadas, entidades autônomas que se alimentam do sofrimento, da manipulação, do vitimismo, da agressividade, do egoísmo, da pobreza, do ódio em relação ao sexo oposto. Ódio que muitas vezes está travestido de piedade, dó, moralismo, dureza de caráter, competição, fragilidade e outras máscaras que usamos para esconder nossos medos e emoções mais íntimos.

Esta pessoa deixará o outro em paz, e de forma alguma o cobrará por mudanças nem exigirá que ele se trabalhe também.

Isso poderá ocorrer naturalmente. Ou não. Muitas vezes a relação não sobreviverá a este profundo trabalho de cura. Mas a pessoa que se investigou, com certeza absoluta, poderá encontrar novas relações, baseadas no crescimento e na luz, e não na dor e sofrimento. Quem sabe ela opte em ficar só, mas estará bem com isso. Ou simplesmente aceitar a situação, entendendo com profundidade o seu papel dentro de uma relação que não nasceu para ser totalmente feliz. Em alguns casos – poucos, é verdade, quando individualmente cada parte do casal cresce dentro da autoinvestigação, autorresponsabilidade e busca sinceramente a mudança, abre-se a oportunidade do surgimento de uma nova relação. Não será mais aquela antiga, pois os personagens antigos não existirão mais: estarão mortos, e das cinzas, ressurgirão duas novas individualidades… autônomas, íntegras, que se comprometem a amar, a compartilhar o melhor de si, mas sem jamais perder o foco da liberdade que cada um soube conquistar.

Todo esse jogo é controlado por algo muito maior que a simples vontade mental… o Universo une e separa sabiamente as pessoas, e o nosso maior desafio é saber aprender da melhor forma as lições em cada situação da relação, entrando em contato e ficando em paz com cada um dos aspectos internos que atraem o desconforto e o problema. Aprendendo a permanecer numa relação enquanto o aprendizado não foi concluído, evitando assim a repetição do mesmo problema em outra relação, e também aprendendo a deixar uma relação, quando a lição estiver terminada. A partir deste estágio, o aprendizado se dará em outro nível: o nível do prazer, da confiança, da entrega, do amor em liberdade. E aí virão muitos outros desafios. Ou você pensa que o ser humano está pronto para uma vida de prazer? De amor sem apego? De confiança absoluta? Porém, esta fase, vivida conscientemente, com um diálogo honesto e constante entre ambas as partes, com o sério comprometimento de um despir-se verdadeiramente ao outro, trará muito prazer, alegria e crescimento. Isso é em que eu acredito. Eu ouvi dizer que existe, assim, é o que eu busco.

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Sobre alexpossato

Professor de constelação familiar sistêmica e terapeuta sistêmico

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