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Veterinária relata cura com uso de florais

Evolução do quadro clínico, até a cura

Revista Pet Show, out/nov 2003

A médica-veterinária Geórgia Tanaka, que integra o Conselho Técnico da Pet Show, apresenta o relato de um processo surpreendente de cura da Hanseníase Canina Atípica através de um tratamento com essências florais aplicado em sua cadela.

Pelo método tradicional de tratamento, o animal teria de ser submetido a uma cirurgia que motivaria a amputação das duas orelhas, para a remoção segura de todas as lesões, somado a um longo acompanhamento pós-operatório, que incluiria o uso de antibióticos, no mínimo, de dois a seis meses seguidos. O uso da terapia floras evitou a amputação e todo o processo de regressão da doença durou quatro meses, incluindo ganho de peso do animal.

Embora o uso de essências florais ainda não seja plenamente aceito pelo conjunto das áreas médicas, Geórgia conta que o Conselho Regional de Veterinária não impõe nenhuma restrição aos profissionais que queiram adotá-las em seus tratamentos.

Informa ainda que sua utilização é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Veja abaixo o relato da veterinária:

 

“A Hanseníase Canina Atípica é uma doença de pele, raramente encontrada na rotina clínica, caracterizada por nódulos cutâneos macios, móveis, indolores, cujo crescimento é rápido, podendo ulcerar e drenar líquido inflamatório (líquido seroso ou seropurulento).

Essa doença está associada a uma micobactéria não identificada, mas classificada como oportunista, isto é, que se instala no organismo através de uma porta de entrada, que pode ser através de mordidas, feridas penetrantes e traumatismos em geral.

Em dezembro de 2002, minha cadela mestiça, uma Boxer chamada Menina, apresentou algumas formações nodulares na base das orelhas. Eram macias, indolores e não apresentavam prurido (coceira). Quando percebi, algumas mediam 1 cm de diâmetro, outras 0,6 cm aproximadamente.

Esses nódulos aumentavam de tamanho muito rapidamente e, em meados de janeiro deste ano, as formações nodulares começaram a ulcerar e a eliminar líquido inflamatório (líquido seroso).

Pesquisando em literatura especializada, constatei que as lesões se identificam com a Hanseníase Canina Atípica. O procedimento adotado foi coletar cirurgicamente três nódulos distintos e enviar para biópsia a fim de fechar o diagnóstico. Dez dias após a coleta, no final de janeiro, obtive o resultado: ‘granuloma de micobacteriose’ – e as bordas de todos os fragmentos coletados estavam contaminadas. E agora?

Era realmente a Hanseníase Canina Atípica! O tratamento indicado em literatura era remoção cirúrgica ampla, com boa margem de segurança, e antibióticoterapia por, no mínimo, dois ou seis meses seguidos ou por tempo indeterminado.

No caso da Menina, eu teria que amputar suas orelhas e remover todas as lesões do corpo com boa margem de segurança, ou seja, segurança para que as lesões não recidivassem (voltassem), além de usar antibiótico por mínimo dois meses.

Fiquei apreensiva. Eu não queria submetê-la a uma cirurgia.

Uma ex-cadela de rua

A Menina é uma cadela que, até onde eu sei, sofreu muito. Foi encontrada pela sua “primeira mãe”, a dona Dalva, na rua, perdida e abandonada, usando uma coleira suja de graxa. Talvez ela tivesse fugido de alguma oficina mecânica.

Ela apresentava várias escoriações na pele, odor rançoso, pesava aproximadamente 15 kg. Era uma cadela de “pele e osso” que mau conseguia andar, se arrastava. Embora tivesse uma feição carrancuda, seu comportamento era meigo, carinhoso e de grande bondade.

Em outubro de 2001, ela foi castrada e, no final de novembro, veio morar conosco (meu marido Anísio, eu e nossos três cachorros – Dino, Mel e Chicó). Era nítido seu olhar de gratidão pela dona Dalva e por nós: sinal de agradecimento por ter encontrado carinho, atenção, um cantinho limpo e boa comida.

Um ano depois, apresentou as lesões de hanseníase.

Alguns dias antes de optar pelo tratamento cirúrgico, fui convidada pela Abreflor (Associação Brasileira das Essências Florais) para uma entrevista e posterior participção no X Curso de Treinamento Profissional em Terapia Floral. Foi lá que conhecia a Gui, psicóloga e terapeuta floral fantástica!

Durante a entrevista, relatei o caso da Menina e ela me sugeriu um tratamento com essências florais. Aceitei na hora, embora já estivesse fazendo tratamento com antibiótico.

Segundo a Gui, o tratamento com essências florais é um processo terapêutico, um ramo da medicina vibracional que se utiliza das essências florais como instrumento catalisador para equilibrar estados emocionais e mentais em desarmonia. Essência floral é a impressão energética da força vital extraída de determinada planta, através da flor.

Esta terapêutica faz parte dos sistemas médicos não convencionais reconhecidos e recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Saí da Abreflor com um vidrinho manipulado pela Gui com essências preciosíssimas. O tratamento durou quatro meses, sendo um vidro por mês.

 

A psicoterapeuta Aguinailda Rosa, a Gui, estará ministrando o Workshop Essências Florais e Constelação Sistêmica, nos próximos dias 4 e 5 de Setembro, no Espaço Nokomando, indicado tanto para pessoas que já passaram pelo processo de Constelação, mas principalmente para facilitadores sistêmicos, terapeutas florais, psicólogos e interessados nestas duas técnicas terapêuticas e como elas podem trabalhar em conjunto: a constelação e a terapia de essências florais. Mais informações, clique aqui

 

 

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Sobre alexpossato

Professor de constelação familiar sistêmica e terapeuta sistêmico

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