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	<title>Constelação Sistêmica &#187; Sem-categoria</title>
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	<description>tudo sobre constelação familiar sistemica, constelação empresarial e consultoria sistêmica</description>
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		<title>Constelação Sistêmica &#187; Sem-categoria</title>
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		<title>O que faz o amor dar certo</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 15:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[Constelações com Theresia Maria Spyra]]></category>
		<category><![CDATA[Livro "Para que o amor dê certo"]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Constelações Familiares - o Reconhecimento das Ordens do Amor]]></category>
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		<category><![CDATA[Ordens do Amor]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento familiar]]></category>

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		<description><![CDATA[

Amar e ser amado é o que todos desejamos                    do berço à velhice, mas nem sempre o caminho está aberto para                [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=289&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><span><img class="aligncenter" src="http://image08.webshots.com/8/8/65/47/131186547DNrAZp_fs.jpg" alt="" width="388" height="518" /><br />
</span></p>
<p style="text-align:left;"><span>Amar e ser amado é o que todos desejamos                    do berço à velhice, mas nem sempre o caminho está aberto para                    viver o mais básico dos sentimentos. Segundo Bert Hellinger,                    teólogo e terapeuta alemão, há como desemaranhar os laços afetivos                    e refazer o fluxo do amor com mais consciência e menos ilusão.</span></p>
<p>&#8220;É suficiente ter um bom parceiro, não precisa ser perfeito,                    pois o que é perfeito não se desenvolve, já está pronto. A imperfeição                    é estimulante e permite às duas pessoas crescerem juntas&#8221;, defende                    o terapeuta alemão Bert Hellinger, 78 anos, autor do livro Para                    que o Amor Dê Certo (recém-lançado pela ed. Cultrix). Há mais                    de três décadas ele trabalha fazendo atendimentos individuais                    e para casais e, baseado nessa vasta experiência, sistematizou                    o método chamado constelações familiares, que busca primeiramente                    restabelecer o fluxo do amor entre pai, mãe e irmãos para depois                    rever os laços com parceiros amorosos.</p>
<p>Bert desfaz qualquer imagem de amor baseada em ilusões &#8211; ele                    acredita que esse sentimento pode se expandir na medida em que                    reconhecemos e agradecemos o que cada relacionamento acrescentou                    a nossa vida.</p>
<p>O desejo de amar e ser correspondido é universal, por isso o                    método de Bert não encontra barreiras culturais e desperta interesse                    em países muito diferentes. Ele freqüentemente trabalha na Europa,                    Japão, China, México, Colômbia, Nicarágua, Canadá e Estados                    Unidos e atrai grandes platéias. &#8220;Há poucos dias, estive na                    Áustria, e 1,2 mil pessoas vieram me ouvir. Gosto de partilhar                    minhas descobertas. Nos livros, escrevo que o amor deve ser                    trocado, deve ser dado e recebido todo o tempo. Dar e receber                    é um ótimo equilíbrio&#8221;, disse ele em entrevista a Bons Fluidos,                    no intervalo de uma de suas inúmeras viagens.</p>
<p><strong>Em paz com o passado</strong></p>
<p>Em sua terapia do amor, Hellinger coloca como imprescindível                    reconhecer a aceitação do afeto experimentado em relações anteriores:                    um novo amor só poderá ser bem-sucedido se houver o reconhecimento                    de tudo o que nos foi dado pelos demais relacionamentos. A primeira                    relação amorosa tem influência sobre todas as outras, constata.                    Segundo o terapeuta, a rejeição consciente ou inconsciente de                    amores passados bloqueia a força de um novo amor. &#8220;Se você amar                    alguém depois, não poderá agir como se não tivesse vivido outro                    amor antes. Se aceitar o que viveu, com respeito aos antigos                    parceiros, as próximas relações poderão ser mais enriquecedoras                    do que se você for vivê-las como se fosse a primeira.&#8221;</p>
<p><strong>Individualidade</strong></p>
<p>O respeito do espaço de cada um é outro aspecto fundamental                    para o sucesso de um relacionamento, assinala Hellinger. Não                    por acaso, ele diz que para amar é preciso aceitar duas solidões,                    a sua própria e a do outro. &#8220;Numa relação deve haver respeito                    por segredos. Só assim ela terá uma chance. É ridículo querer                    que se conte tudo ao outro. Se houver respeito pelos segredos,                    as pessoas acabarão revelando espontaneamente coisas importantes.                    Mas não se pode agir como um intruso na alma da outra pessoa,                    mesmo que o relacionamento seja duradouro.&#8221;</p>
<p><strong>Sexo é essencial</strong></p>
<p>Além do amor e da disponibilidade para a convivência, o terapeuta                    cita o sexo como o terceiro elemento essencial na relação de                    um casal. &#8220;É a base de tudo. É fácil encontrar alguém, ir para                    cama com ele e, na manhã seguinte, não saber o que fazer. Você                    não sente amor, vocês não vão ficar juntos, é somente sexo.&#8221;                    Segundo Hellinger, para ser completo, o sexo tem de ser aprendido,                    exercitado e combinado ao amor. &#8220;Muitas vezes, quando as pessoas                    fazem sexo, fecham os olhos. Elas não estão realmente em contato                    com o outro, não mais do que consigo mesmas. Não tenho nada                    contra, mas, quando o amor também atua, as pessoas são capazes                    de ficar juntas e partilhar uma vida comum, o que é algo bastante                    diferente&#8221;, nota.</p>
<p><strong>Laços de família</strong></p>
<p>Os primeiros laços de amor são atados na família, e Bert Hellinger                    sustenta que todos os familiares estão ligados por uma &#8220;grande                    alma comum&#8221;. Essa &#8220;consciência coletiva comum&#8221; é transmitida                    por sucessivas gerações, em uma corrente de influências, incluindo                    experiências dolorosas vivenciadas pelo grupo.</p>
<p>Segundo ele, toda terapia deve trabalhar com a fonte e, para                    cada pessoa, a fonte primeira são os pais. &#8220;Quem está separado                    afetivamente de seus pais está separado de sua fonte&#8221;, resume.                    Por isso, Hellinger não aceita nenhuma queixa aos pais em seu                    trabalho terapêutico. &#8220;Você pode olhar para seus pais de diferentes                    formas. Durante sua infância, podem ter ocorrido experiências                    dolorosas, que provocaram certos ressentimentos e até afastamentos.                    Mas seus pais não são melhores ou piores do que os outros. Aliás,                    pais perfeitos são os piores. O crescimento só poderá ocorrer                    com certas resistências e dificuldades. Quando um paciente reclama                    de seus pais, está fazendo-os responsáveis por sua própria incapacidade&#8221;,                    nota.</p>
<p><strong>Felicidade existe?</strong></p>
<p>Mesmo tendo construído uma teoria estabelecendo determinadas                    leis comuns a todos os relacionamentos, Bert Hellinger define                    sua terapia como empírica, baseada na observação e na experiência.                    Ele diz não ter um diagnóstico global ou uma fórmula mágica                    para fazer com que o amor dê certo. Cada caso tem características                    únicas.</p>
<p>Hellinger conclui: &#8220;Não há um modelo a ser seguido para alcançar                    a felicidade. Existe a felicidade das crianças, que brincam                    esquecidas de si mesmas, ou dos apaixonados. Tudo isso é muito                    bonito. Mas, nesse sentido, realização não é felicidade. É estar                    em harmonia com a grandeza, mas também com o sofrimento e com                    a morte. Isso possibilita um reconhecimento profundo, dá peso                    e serenidade. É algo bem tranqüilo. É a felicidade como conquista.                    E não tem a ver com ficar esquecido. Tem a ver com a força interior&#8221;.</p>
<p><strong>Tudo começa na família</strong></p>
<p>Muitos dos problemas de relacionamento (do casal e com os filhos)                    que acontecem no presente, na verdade têm a ver com laços familiares                    antigos, com a forma como nossos pais, avós, bisavós lidaram                    com a exclusão, a doença, a morte ou o esquecimento de entes                    muito próximos. Essa é a base da terapia das constelações familiares,                    resultado da experiência e da observação do alemão Bert Hellinger                    em seu trabalho de atendimento individual e a casais durante                    mais de três décadas.</p>
<p><strong>Como acontece a sessão</strong></p>
<p>Primeiro, o paciente coloca a questão que quer resolver e escolhe                    pessoas do grupo para representar seus pais, irmãos e outros                    membros da família. &#8220;O paciente fica de fora e tem a oportunidade                    de observar a situação de conflito que determinou o bloqueio                    do amor. Por exemplo, a morte de um irmão mais velho foi tão                    dolorosa para os pais que eles esqueceram o fato e ao mesmo                    tempo superprotegeram o filho menor. Claro, isso é feito por                    amor, mas impede que a dor da perda seja transformada e que                    o filho mais novo possa ser livre para viver sua história, sem                    que ela seja condicionada à perda&#8221;, explica Mimansa Erika Farny,                    alemã radicada em Goiás, discípula direta de Hellinger e responsável                    pela introdução das constelações familiares no Brasil em 1997.</p>
<p>&#8220;Os participantes respondem a perguntas simples do terapeuta.                    Elas revelam a raiz do problema sem interpretá-lo. Assim os                    papéis familiares são reposicionados seguindo uma ordem em que                    o amor possa fluir livremente, em que cada um retome seu lugar.                    O trabalho não é focado em questões psicológicas, mas nos padrões                    de comportamento gerados em determinado sistema familiar&#8221;, completa                    Renato Shaan Bertate, médico paulista, especialista nessa linha                    terapêutica.</p>
<p>Segundo as constelações familiares, há uma ordem do amor que                    favorece o fluxo afetivo harmonioso &#8211; que de tão simples fica                    difícil cumprir na prática. &#8220;O vínculo do casal tem prioridade                    sobre o vínculo com os filhos. Os pais cuidam dos filhos e não                    o contrário. Se houver filhos de outros casamentos, eles devem                    ser reconhecidos. Se, por exemplo, homem e mulher esquecem seus                    papéis para serem apenas pai e mãe, o casamento enfraquece e                    o amor não flui plenamente&#8221;, explica Mimansa.</p>
<p>As sessões são feitas em workshops nos fins de semana. A resposta                    a cada questão pode durar de 15 minutos a duas horas e não há                    a necessidade de acompanhamento posterior. &#8220;A redefinição dos                    papéis e as mudanças necessárias acabam acontecendo de forma                    natural e beneficiam todos os envolvidos afetivamente na história&#8221;,                    conclui Renato.</p>
<p><strong>A reverência essencial</strong></p>
<p>Cultivar reconhecimento e gratidão &#8211; a pais, antepassados e                    parceiros anteriores &#8211; é fundamental para que o amor do presente                    dê certo. Renato Bertate, especialista nessa linha terapêutica,                    propõe um exercício que aumenta a consciência sobre a harmonia                    ou desarmonia nos relacionamentos.</p>
<p>&#8220;Feche os olhos e imagine seu pai e depois sua mãe. Perceba                    quais os sentimentos que surgem nesse momento e se você pode                    reconhecer o que eles fizeram de bom, respeitá-los e agradecer.                    Se isso causar uma sensação boa, a relação é sadia. Se provocar                    angústia, é sinal de que há algo a ser transformado. Apenas                    o exercício não é suficiente para realizar o processo, mas repeti-lo                    ajuda a aumentar a disposição para a aceitação e o amor&#8221;, conclui                    o médico.</p>
<p><strong>Para saber mais</strong></p>
<p><em>Livro</em><br />
. Constelações Familiares &#8211; O Reconhecimento das Ordens do Amor,                    ed. Cultrix.</p>
<p><strong> </strong><br />
<span> TEXTO: Liliane Oraggio e Fernando                    Eichenberg </span></p>
<p style="text-align:left;"><span>(texto publicado na Revista Bons Fluidos &#8211; <a href="http://bonsfluidos.abril.com.br/hotsite/relacionamento/relacionamento03.shtml">acesse aqui</a>)</span></p>
<p style="text-align:left;"><span>Constelações sistêmicas com a alemã Theresia Maria, em São Paulo &#8211; <a href="http://www.nokomando.com.br"><strong>clique aqui</strong></a><br />
</span></p>
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	</item>
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		<title>Como funciona a dinâmica da constelação familiar?</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/06/10/como-funciona-a-dinamica-da-constelacao-familiar/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 14:34:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[constelação nokomando]]></category>
		<category><![CDATA[o que são fatos na constelação]]></category>
		<category><![CDATA[o que são representantes]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de constelação familiar sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[Explicação sobre como são colocados os "representantes" na constelação, sobre o que são fatos e sobre as conexões percebidas na constelação, que existem entre todos os seres humanos - principalmente e em especial, entre os membros da mesma família.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=263&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><img class=" " style="border:black 5px solid;margin:5px;" src="http://www.nokomando.com.br/imagens/Alex-e-Theresa.jpg" alt="Theresa Spyra e Alex Possato" width="270" height="203" /><p class="wp-caption-text">Theresa Spyra e Alex Possato</p></div>
<p>A pessoa coloca a questão, e nós procuramos no sistema familiar, normalmente. O problema que as pessoas tem, na vida, aqui e agora, as vezes não é dela. Ele vem do sistema familiar.</p>
<p><strong>O que são fatos?</strong></p>
<p>Mortes precoces, suicídios, abortos, segredos de família, imigração, e assim em diante. Tudo isso que aconteceu no sistema familiar, pode influenciar nas pessoas que vem depois. Ok? Isto é a base.</p>
<p><strong>Como nós fazemos isso aqui?</strong></p>
<p>Dependendo da questão, eu vou colocar pessoas da família. Às vezes, faço mais estrutural, e coloco idéias. E o cliente vai escolher um de vocês para representar o personagem. U solicito que seja colocado, por exemplo, o cliente, o pai e a mãe. Assim, o cliente solicita para alguém: você pode ser minha mãe, você pode ser o meu pai, você pode ser eu&#8230;? A pessoa escolhida pode aceitar, ou rejeitar. Depois o cliente posiciona os representantes no espaço aberto. O que vai acontecer? Estas pessoas vão perceber a energia do pai, da mãe e deles mesmos. Assim, a pessoa que representa o pai, irá sentir a energia do pai a respeito daquela questão que está sendo colocada.</p>
<p><strong>Representantes</strong></p>
<p>Pessoas que se colocam a disposição como representante, servem como ferramenta. Ela observa as energias e comunica. Ou às vezes se move. Tem imagens, idéias, sensações. Isto serve para a gente esclarecer a questão do cliente. Isto não tem nada a ver com incorporação. Simplesmente, nós podemos sentir outra pessoa. Se nos colocamos a disposição de uma pessoa, ela pode perceber a pessoa. Por exemplo, às vezes alguém sente algo e diz: nossa, acho que minha mãe não está bem. E liga para ela, e realmente, aconteceu algo.</p>
<p><strong>Conexões</strong></p>
<p>Estamos realmente conectados. Parecemos separados, mas na verdade, estamos todos conectados, e em todos os momentos somos capazes de sentir o que o outro sente. E não só o outro. Todo o sistema familiar. Então, simplesmente o representante se coloca à disposição. Através deste “se colocar a disposição”, muitas vezes a pessoa também se trabalha. Mesmo só assistindo, de fora, não se dá para fugir, porque a energia é muito forte, e todo mundo percebe, uns mais, outros menos, o que está ocorrendo.</p>
<p>Explicação do processo feito pela trainer e <strong><em>terapeuta alemã Theresa Spyra</em></strong>, durante a <strong><em>constelação familiar sistêmica realizada em São Paulo, no dia 7 de junho de 2009</em></strong>. Conheça mais sobre o trabalho de Theresa Spyra, do nokomando-desenvolvimento humano,<strong><a href="http://www.nokomando.com.br"> clicando aqui</a></strong>.</p>
<p>Leia aqui a reportagem sobre o trabalho de constelação sistêmica com Theresa Spyra, publicada no Guia da Semana. <strong><a href="http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Mulher/Noticia/Novas_possibilidades.aspx?ID=35578">Clique aqui.</a></strong></p>
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			<media:title type="html">Theresa Spyra e Alex Possato</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Origens da Constelação Familiar Sistêmica – Virginia Satir</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/22/origens-da-constelacao-familiar-sistemica-%e2%80%93-virginia-satir/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 17:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelação Familiar x PNL]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação familiar x hipnose]]></category>
		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[campo morfogenêtico]]></category>
		<category><![CDATA[origens da constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Possato]]></category>
		<category><![CDATA[Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Família Simulada]]></category>
		<category><![CDATA[imagem pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Sentido de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>
		<category><![CDATA[Virginia Satir]]></category>

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		<description><![CDATA[A constelação familiar sistêmica é uma técnica psicoterapêutica derivada de outros trabalhos psicoterapêuticos conhecidos. Um deles é o chamado "famíliar simulada", de Virginia Satir<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=233&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" title="Virginia Satir, que trabalhou com a cnstrução familiar ou família simulada" src="http://discoverandrecover.files.wordpress.com/2008/02/virginiasatir.jpg?w=329&#038;h=415" alt="" width="329" height="415" />O método sistêmica de trabalho não nasceu com Bert Hellinger. Ele adaptou técnicas e experiências já conhecidas e eficazes, acrescentou elementos da sua experiência terapêutica e intuição, e vem transformando o trabalho ano após ano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma das técnicas que muito inspirou Hellinger, com certeza, foi<span>  </span>a chamada <em>Família Simulada</em>. A conhecida terapeuta Virginia Satir, em seu livro Terapia de Grupo Familiar, explica um pouco sobre o que foi esta experiência:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">“A família simulada</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O grupo Bateson, trabalhando em Palo Alto, em 1954, chegou à conclusão de que as famílias são restringidas por padrões comportamentais redundantes que ocorrem repetidamente sem que elas tenham ciência do fato. Procurando demonstrar isto através da dramatização (role-playing) entre os membros do grupo (Bateson, Jackson, Haley e Weakland), ficaram surpresos ao observarem que estavam desenvolvendo fortes sentimentos com relação aos comportamentos que estavam meramente representando no papel de determinados membros da ‘família’. Além disso, foram capazes de mostrar que, através da observação de certas regras elementares, poderiam simular, por exemplo, a família de um paciente esquizofrênico crônico com tal fidelidade que a gravação dessas sessões, enviada a diversos pesquisadores de todo o país para diagnóstico ‘cego’, foi considerada como sendo um registro de uma família esquizofrênica autêntica. Até mesmo as vozes dos pesquisadores (que eram conhecidas dos outros) não foram reconhecidas, apesar de não terem pretendido modificá-las. </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Tenho tido experiência (continua Satir) de utilização das técnicas da ‘família simulada’ (alguns tradutores preferem o termo ‘construção familiar’) com centenas de audiências diferentes e com diversos tipos de grupos profissionais, tais como médicos, assistentes sociais, professores e enfermeiros. É preciso fazer uma observação a respeito do uso dos jogos para objetivos de formação. Uma reação comum de profissionais que não participaram de tais jogos é que estes são meramente dramatizações e, portanto, irreais<strong>. Em toda minha experiência de utilização destes jogos com diversos grupos de todos os pontos do país, não encontrei uma só pessoa que, uma vez envolvida num sistema de jogo, não desenvolvesse vívidas ‘reações de entranhas’ aos papéis que exercia,</strong> particularmente aqueles contrários à sua própria auto-imagem. É muito comum alguém dizer, após um determinado jogo: ‘agora sei como a Sra. X se sente e posso entender que ela tenha realmente um problema de úlcera! Isto é justamente o que ela faz. Depois de cinco minutos fazendo isto, sinto meu estômago queimar’.”</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bem, querido leitor do Blog Constelação Sistêmica, você pode ver que a origem da Constelação remonta a décadas anteriores ao trabalho de Hellinger. Satir é renomada terapeuta, e seu trabalho foi utilizado como fonte de pesquisa para a sistematização da programação neurolingüística, a PNL. Bateson foi um importante pesquisador americano, que além de antropólogo, investiu seu tempo e conhecimento em trabalhos de psiquiatria, comunicação, aprendizagem, entre outros. Jay Haley, psicoterapeuta com um trabalho vasto, discípulo e amigo de Milton Erickson, foi um dos maiores terapeutas hipnólogos do século XX. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Portanto, não é errado dizer que a Constelação Familiar Sistêmica tem elementos da <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/pnl%20-%20texto%20-%20aplica%E7%E3o%20da%20pnl.htm">PNL</a></strong> e da hipnose ericksoniana. Nos próximos dias, estaremos mostrando para você outros elementos que auxiliaram Hellinger a encontrar o seu próprio caminho terapêutico. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Até lá!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato">Alex Possato </a>é <em>consultor de sentido de vida e imagem pessoal</em>, e diretor do <strong><a href="http://www.nokomando.com.br">nokomando-desenvolvimento pessoal e profissional</a></strong>. Ouça meu último podcast, que fala sobre &#8220;os desejos do coração&#8221;. <strong><a href="http://www.4shared.com/file/101104534/b5cae24/desejo_do_corao.html">Clique aqui.</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Conheça o trabalho de constelação sistêmica &#8211; familiar, estrutural ou profissional, desenvolvido pela alemã <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresa Spyra</a></strong>. Em grupo, individual presencial ou individual online.<strong> <span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br">Clique aqui</a></span></strong></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/233/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/233/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/233/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=233&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Virginia Satir, que trabalhou com a cnstrução familiar ou família simulada</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>As Constelações Familiares como Psicoterapia</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/13/as-constelacoes-familiares-como-psicoterapia/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 13:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[constelação e psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[livro Ordens da Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos da alma]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[Bert Hellinger, criador da terapia conhecida como Constelação Familiar Sistêmica, comenta sobre o desenvolvimento do trabalho, no início com mais interferência do terapeuta na condução, até chegar ao que ele chama de "movimento da alma", onde o sistema familiar, por si só, demonstra uma inteligência maior em busca do reajuste, movimentos que são percebidos através dos participantes da dinâmica.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=178&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--><!--[if !mso]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal">
<div id="attachment_179" class="wp-caption alignleft" style="width: 187px"><img class="size-full wp-image-179" title="constelacao" src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2009/03/constelacao.jpg?w=177&#038;h=236" alt="constelação familiar em São Paulo, com Theresa Spyra" width="177" height="236" /><p class="wp-caption-text">constelação familiar em São Paulo, com Theresa Spyra</p></div>
<p>Gostaria de dizer como as <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Constelações Familiares</a> se desenvolveram e como continuam a se desenvolver, segundo a minha experiência. No início, as Constelações Familiares eram, no fundo, uma forma de Psicoterapia. Portanto, nós as oferecíamos no contexto da psicoterapia e para pessoas que procuravam psicoterapia. Frequentemente eram pessoas que estavam doentes de corpo e alma. As Constelações Familiares as ajudaram. A postura que tínhamos era a do treinamento psicoterápico, na qual tínhamos sido treinados e para o qual estávamos direcionados. No início, isso marcou muito as Constelações Familiares.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Qual era a postura? Era a idéia de que aqui está um cliente, um necessitado e ali um terapeuta, que foi treinado em determinados métodos e agora conhece as Constelações Familiares e as utiliza no sentido da Psicoterapia. E, na verdade, não era terapia individual, porque aqueles que se utilizavam das constelações já tinham ultrapassado esse momento. As Constelações Familiares se desenvolveram no contexto da Terapia Familiar. Como terapeutas, fizemos algo seguindo aquilo para o qual tínhamos sido treinados. E estávamos treinados a fazer algo. Constelávamos as famílias dessa forma também. Nós deixávamos que eles os constelassem; então interferíamos segundo as nossas idéias e também o que tínhamos aprendido sobre as ordens de relacionamentos e procurávamos uma solução. Primeiro olhávamos para o problema e então procurávamos a solução. Isso trouxe muita bênção. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ir com a alma</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Então ficou óbvio que os representantes são muito mais importantes do que imaginamos, no início. Revelou-se que eles estavam em contato direto com um campo maior e trouxeram algo à luz, simplesmente porque se deixavam levar pelos movimentos que os impulsionavam, por aquilo que ia além daquilo que no início descobrimos sobre as ordens do amor.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De repente fomos confrontados com situações totalmente diferentes e com outros movimentos. Portanto, deixamo-nos conduzir cada vez mais por esses movimentos, que contradisseram muitas vezes as nossas idéias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Então alguns tentaram interrompê-los e, ao invés de esperar por aquilo que se mostrava, interferiam. Foi necessário um certo tempo até que vi –agora falo de mim – que se eu suporto que é necessário esperar e se me exponho ao que se mostra, chegamos a uma profundidade que vai muito além da psicoterapia. Aqui somos levados de repente a entrar em contato com poderes fatais, perante os quais falhamos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De repente vemos, por exemplo, que alguém se sente atraído inexoravelmente para a morte. Ou alguém sente que precisa morrer. Com quais métodos que aprendemos na psicoterapia podemos, então, fazer algo aqui? Podemos realmente fazer algo? Ou aqui a ajuda chega a um limite onde o soltar se torna importante? E onde a ajuda real começa, quando deixamos de agir? Uma outra força assumiu aqui a liderança. Eu me deixo levar por essa força e, de repente, sei se devo fazer algo e o que devo fazer, mesmo se no início, algumas vezes, pareça ser absurdo. Mas eu vou com esse movimento e então resulta algo que nunca poderia ter previsto antes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Portanto, isso vai além do contexto da terapia familiar e, por fim, da psicoterapia. Portanto o que começou com as Constelações Familiares tornou-se um ir com a alma. Qual alma? Não a própria, não a do cliente, não a do representante, mas uma alma que atua em todos da mesma maneira.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Se entrarmos em sintonia com essa alma, ficamos seguros. Nós permanecemos parados perante algo impalpável, e o impalpável fica de repente palpável no resultado. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bert Hellinger, <em>Ordens da Ajuda, Atman &#8211; </em>Pgs 232/233</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/12/livro-%E2%80%9Cordens-da-ajuda%E2%80%9D-de-bert-hellinger/">Leia a avaliação sobre o livro “Ordens da Ajuda”</a>, de Bert Hellinger, pelo <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato">consultor Alex Possato</a></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Grupo de Trabalho e Estudo de Constelação – em 12 Etapas, com a facilitadora alemã <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresa Spyra</a>, em São Paulo – <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm"><strong>clique aqui e saiba mais!</strong></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=178&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Workshop de Constelação Familiar Sistêmica, com Theresa Spyra</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2008/10/03/workshop-de-constelacao-familiar-sistemica-com-theresa-spyra/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 13:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://constelacaosistemica.wordpress.com/?p=107</guid>
		<description><![CDATA[
Finalmente, Theresa Spyra estará de volta de sua viagem pela Suíça e Alemanha, onde esteve incorporando mais conteúdo ao seu trabalho! E logo, logo, estará realizando o Workshop de Constelação Sistêmica. Agende-se! O próximo será:
Data: domingo, dia 19 de outubro de 2008
Horário: das 8:30 às 18:00 horas
Local: Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 722 – São Paulo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=107&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" title="theresa" src="http://www.nokomando.com.br/imagens/theresa4.png" alt="" width="142" height="175" /></p>
<p>Finalmente, Theresa Spyra estará de volta de sua viagem pela Suíça e Alemanha, onde esteve incorporando mais conteúdo ao seu trabalho! E logo, logo, estará realizando o Workshop de Constelação Sistêmica. Agende-se! O próximo será:</p>
<p>Data: domingo, dia 19 de outubro de 2008<br />
Horário: das 8:30 às 18:00 horas<br />
Local: Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 722 – São Paulo (próximo ao Sesc Vila Mariana)</p>
<p>Mais informações? <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Clique aqui!</a></p>
<p>Carolina Tavares, jornalista do site Guia da Semana, esteve aqui, participando de um workshop de constelação. <a href="http://www.guiadasemana.com.br/noticias.asp?/MULHER/SAO_PAULO/&amp;a=1&amp;ID=15&amp;cd_news=35578&amp;cd_city=1">Leia suas impressões</a>.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/107/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=107&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Não consigo abraçar meus filhos!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 20:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ela era negra. Aparentava uns 45 anos de idade, estava tensa, triste, os ombros caídos e seus olhos pareciam faróis apagados. Sua fala era simples como eram simples seus gestos, seus movimentos. Parecia que ela não estava muito a vontade, naquele trabalho de constelação familiar sistêmica, mais de uma dezena de pessoas sentadas em roda, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=55&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;">Ela era negra. Aparentava uns 45 anos de idade, estava tensa, triste, os ombros caídos e seus olhos pareciam faróis apagados. Sua fala era simples como eram simples seus gestos, seus movimentos. Parecia que ela não estava muito a vontade, naquele trabalho de constelação familiar sistêmica, mais de uma dezena de pessoas sentadas em roda, atentas aos detalhes da sua sofrida história.<br />
- Qual é a sua questão? O que você quer trabalhar agora?<br />
- Eu não consigo abraçar meus filhos. Eu gosto deles, eu amo eles&#8230; mas&#8230; não quero que eles se aproximem. Queria poder pegar eles no colo, mas não consigo! Isto está me deixando muito triste&#8230;<br />
Ela realmente parecia muito sofrida. Seu marido, um europeu de dois metros de altura, olhava-a com olhar de compaixão e também tristeza. Suas roupas simples e desleixadas, seus traços fortes e de certa forma rudes, sua pele branca um pouco judiada pelo sol, deixou-me adivinhar que ele era camponês na Europa, assim como tantos que conheci na Bavária, minha terra natal.<br />
Hoje eles moravam na periferia. Sua mulher viera da periferia. Era filha de pais alcoólatras. Seu pai a espancava quase que diariamente. Quando dava uma folga, era a vez da mãe maltratá-la. A pobreza era grande, mas isso não era o maior problema. A cliente não tivera tempo nem de ser criança, pois arcou com o cuidar dos irmãos, que de certa forma não eram vistos pelos pais. Já adulta, casara-se, mas o relacionamento não foi bom. Não havia carinho, somente trabalho, rudeza e três filhos que vieram. Mas pelo menos o marido era trabalhador, e foi no trabalho onde ele foi assassinado. Dois homens entraram para assaltar o pequeno comércio, e sem grandes explicações, atiraram no proprietário. Subitamente, a cliente se viu entregue ao mundo, com três filhos para cuidar, e ninguém para dividir a responsabilidade. Mas ela era da periferia, e como tal, forte e calejada pelo sofrimento, e por isso não se entregou. Conseguiu ir levando a vida, e agora encontrara no seu enorme europeu um marido que ela tanto esperava. E tomou consciência do quanto a vida a tornara dura e insensível, principalmente com os filhos. Ela desejava ardentemente amá-los de todas as formas, tocá-los, agarrá-los, e se angustiava por não conseguir. Então ela veio até mim.</p>
<p>Sua constelação foi mais ou menos típica das que faço aqui no Brasil. A história deste povo miscigenado, retirante, migrante, onde culturas se misturavam muitas vezes à força, e a miséria era muito comum, deixavam rastros de falta de afeto, de violência, de traições, de falta de maturidade para assumir famílias&#8230; E minha cliente viu desfilar diante dos seus olhos a constelação familiar, mostrando que seu pai e sua mãe também foram tragados pela dor e emoções carregadas pela exclusão. Todos excluíram e foram excluídos. A avó, branca, descendente de alemão, não se conformara que a filha (mãe da cliente), casara-se com um negro. Os netos negros, quando estavam na avó, eram colocados de lado como cachorros, enquanto as outras crianças brancas recebiam o afeto. A avó renegou a mãe e a mãe renegou a avó. Por não aceitar a própria mãe, era também uma mãe problemática, relapsa e violenta. Porém, a constelação demonstra que não existem culpas. A avó também carregava uma mala pesada dos seus pais e avós. No meio disso tudo, houve traições, abortos, medo, dor e abandono. Foi uma das constelações emocionalmente mais profundas que vi, mais pela dramaticidade das situações. E foi linda! Ao colocar a cliente em seu papel, que antes era representado por outra pessoa, vi um perdão e aceitação tão grande e espontâneo, como nunca havia visto antes.<br />
A cliente foi até a representante da sua mãe, a megera, e caindo rios de lágrimas dos olhos a abraçou terna e profundamente. Ela perdoara do fundo da alma toda a mágoa que carregara da mãe, ao sentir que a mãe não agiu por maldade e também sofria demais. E abraçou o pai com a mesma emoção. Depois, dirigiu-se para a avó, e igualmente tomou-a em seus braços. Em constelação, sempre o filho deve tomar os pais, nunca o contrário, porque os filhos são sempre os pequenos, e os pais, não importa o que fizeram, são os grandes. Por isso, muitas vezes, esta aceitação profunda não acontece, porque os filhos se recusam a tomar os pais. E ela, sem eu falar ou induzir de nenhuma maneira, tomou a todos da sua família e os acolheu em seu seio. Os participantes não conseguiram se conter&#8230; todos choravam. Eu, como terapeuta, também tive que me conter para poder prosseguir no trabalho, mas fiquei profundamente emocionada. E a intuição me disse para colocar o marido atual dela, dentro da constelação. Ele veio, e no abraço se tornaram um só. Choraram as mesmas lágrimas, deixaram que a dor se dissolvesse nesse momento terno e mágico. Realmente foi mágico: o ar adquirira uma leveza e, poderia até dizer, um suave cheiro de flores. E algo em mim disse: coloque os três filhos. E eu coloquei representante para os filhos, porque eles não estavam presentes. E&#8230; ela os abraçou a todos, e neste instante, formou-se a família feliz e livre que ela tanto desejara.<br />
Neste instante, reparei, para minha surpresa, que a cliente era linda, e não tinha mais que 30 anos. Sua pele negra parecia aveludada, seu corpo era muito bonito, seus traços se suavizaram e seus movimentos adquiriram fluência e graça.</p>
<p>Todas as famílias possuem, em sua essência, essa liberdade e felicidade. O que impede muitas vezes essa leveza de fluir, é o apego demasiado nas dores que carregamos de nós mesmos e de nosso passado, e a recusa em olhar para a dor corajosamente, e resolvê-la através da aceitação profunda. Geralmente a tendência é justificar que sofremos por isso ou por aquilo, mas isso não soluciona, apenas perpetua o sofrimento. A leveza é a aceitação incondicional e total.</p>
<p>Na mesma semana, o marido europeu entrou em contato e disse-me, com seu sotaque carregado: aqui em casa tudo está mudado. É incrível! Sem contarmos nada do que aconteceu para as crianças, quando chegamos do trabalho eles já estão deixando a mesa preparada, e cuidam de nós com muito carinho! Nos abraçamos a todos e estamos curtindo um momento especial. Não tenho palavras para agradecer&#8230; Ah&#8230; e marque o meu nome para a próxima constelação&#8230; também vou fazer a minha!</p>
<p>Theresa Spyra é alemã, facilitadora de constelação familiar, estrutural, profissional e empresarial sistêmica</p>
<p></span><a href="http://www.nokomando.com.br/terapia%20e%20consultoria.htm"><strong><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;">A constelação familiar sistêmica lhe permite soluções e um auto-conhecimento profundo. Agora também, além do grupo e individual, atendo online! Clique aqui e saiba mais!</span></strong></a></p>
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		<title>Constelação familiar sistêmica – atendimento on-line</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2008/04/24/constelacao-familiar-sistemica-%e2%80%93-atendimento-on-line/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 21:28:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[brasileiros no exterior]]></category>
		<category><![CDATA[coaching sistêmico]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Encontrava-me muito só, aqui no exterior. O meu relacionamento estava abalado, minha auto-estima lá em baixo, e eu não sabia a quem recorrer. E também eu não acredito muito nestes tratamentos longos, onde a gente fala, fala, fala e parece que não chega a lugar nenhum. Queria algo de impacto, que resolvesse! E então encontrei [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=47&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal">&#8220;Encontrava-me muito só, aqui no exterior. O meu relacionamento estava abalado, minha auto-estima lá em baixo, e eu não sabia a quem recorrer. E também eu não acredito muito nestes tratamentos longos, onde a gente fala, fala, fala e parece que não chega a lugar nenhum. Queria algo de impacto, que resolvesse! E então encontrei o trabalho da Theresa, com constelação familiar sistêmica! De mais! A sensibilidade dela é incrível, e as vezes acho que ela está me vendo, de tão próximo que a sinto! Estou descobrindo muitos caminhos que eu nem sabia! Minha vida está tomando uma outra direção, e acho isso muito bom. Dá um friozinho na barriga, mas sinto que o trabalho, que a Theresa também falou que é mais de coaching, me ajuda a decidir com convicção, com o coração! E sempre que decido com o coração, as coisas, de algum jeito, dão certo!&#8221;</p>
<p class="MsoNormal">Karen R. B. &#8211; Estados Unidos.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Se você está sem tempo para vir fazer um atendimento ou mora longe e não pode vir até nós, utilize o nosso atendimento on-line, onde você receberá todos os benefícios do atendimento individual de Constelação Familiar Sistêmica, sem sair de casa ou do seu ambiente de trabalho. Theresa Spyra atende você, com hora marcada! Se você está em São Paulo ou região, é uma grande oportunidade de economizar seu precioso tempo e inclusive ter a facilidade de pagar com cartão de crédito, transferência bancária ou<span> </span>boleto!. E se você é de outra região, estado ou é um brasileiro ou alemão residindo no exterior, agora poderá também compreender-se profundamente e encontrar soluções através da Constelação Familiar Sistêmica, Constelação Estrutural Sistêmica e Coaching Sistêmico.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.nokomando.com.br/terapia%20e%consultoria.htm"><strong>Clique aqui e saiba mais!</strong></a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/constelacaosistemica.wordpress.com/47/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/constelacaosistemica.wordpress.com/47/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=47&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Vídeo de constelação familiar sistêmica</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 21:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>
		<category><![CDATA[video constelação familiar sistêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste video de uma dinâmica real de constelação familiar sistêmica, você pode acompanhar como acontece o processo terapêutico:
a) A cliente, no caso a senhora de roupas bege, deve ter uma questão bem clara, algum assunto que ela deseja resolver
b) O facilitador ou terapeuta, de roupas jeans azul, após uma ligeira entrevista, solicita que ela escolha [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=46&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Neste video de uma dinâmica real de constelação familiar sistêmica, você pode acompanhar como acontece o processo terapêutico:<br />
a) A cliente, no caso a senhora de roupas bege, deve ter uma questão bem clara, algum assunto que ela deseja resolver<br />
b) O facilitador ou terapeuta, de roupas jeans azul, após uma ligeira entrevista, solicita que ela escolha duas pessoas para serem os representantes do pai e da mãe da cliente<br />
c) A cliente escolhe para o pai a moça de vermelho e para a mãe, a moça de camisa branca<br />
d) O terapeuta solicita que ela posicione os representantes no espaço da sala, conforme ela achar melhor<br />
e) Depois disso, é solicitado aos representantes (pai e mãe) para que sintam o que acontece com eles, as sensações<br />
f) Você pode perceber que o representante do pai começa a balançar e da mãe vai se inclinando cada vez mais para trás, até gritar e cair no chão. É bom entender que eles estão absolutamente conscientes e as sensações que eles percebem é o sistema familiar da cliente. Segundo teoria dos campos morfogenéticos de Sheldrake, é possível grupos de animais similares perceberem informações e acontecimentos de outros membros, com os quais nunca tiveram contato pessoal. Estas informações, acontecimentos e principalmente emoções que pertencem ao sistema familiar de alguém, se estiverem emaranhadas, provocam mal estar e outros sintomas aos descendentes. Ao perceber o emaranhamento, e colocar um posicionamento dos representantes de forma mais harmônica, ocorre uma grande compreensão emocional no cliente, provocando muitas vezes a catarse, que é na psicologia definida como a cura através de uma vivência emocional profunda<br />
g) quando o representante da mãe cai, o terapeuta identifica que ela está presa na emoção de alguma morte, pergunta à cliente se houve uma morte na família da mãe, e ela responde que o avô materno morrera. O terapeuta então coloca o avô atrás da mãe<br />
h) depois, intuitivamente, coloca várias pessoas do outro lado da mãe, representando o passado familiar da mãe</p>
<p>Esta é somente uma amostra do funcionamento da constelação familiar sistêmica. A conclusão deste caso não foi mostrada. A terapeuta Theresa Spyra busca com que o posicionamento dos representantes forme uma imagem mais harmônica, que é sentida tanto pelos participantes, como pelo cliente, que geralmente é solicitado a participar da constelação no final.<br />
No site <a href="http://www.nokomando.com.br">www.nokomando.com.br</a> temos diversos depoimentos reais do trabalho</p>
<p>Conheça as próximas datas de constelação familiar sistêmica com a terapeuta alemã Theresa Spyra, em São Paulo, <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/constela%E7%F5es%20familiares%20-%20texto%20-%20atendimento%20em%20grupo.htm">clicando aqui! </a></strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2008/04/11/46/"><img src="http://img.youtube.com/vi/9xwTGAHeZx8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/constelacaosistemica.wordpress.com/46/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/constelacaosistemica.wordpress.com/46/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/46/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/46/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/46/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=46&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/9xwTGAHeZx8/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>A culpa não é do papai ou da mamãe</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2008/03/26/a-culpa-nao-e-do-papai-ou-da-mamae/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2008/03/26/a-culpa-nao-e-do-papai-ou-da-mamae/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 22:20:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[“Doía, doía muito. Minha esposa estava ali, meus filhos ali, lindos, todos disponíveis para mim, mas&#8230; eu não estava disponível para eles. Eu gostava deles, sim! Amava-os profundamente! Como eu gostaria de poder dizer isso a eles. Mas algo não me deixava. Era como se tivesse uma força me puxando para o lado contrário, dizendo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=41&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><font size="2" face="Tahoma">“Doía, doía muito. Minha esposa estava ali, meus filhos ali, lindos, todos disponíveis para mim, mas&#8230; eu não estava disponível para eles. Eu gostava deles, sim! Amava-os profundamente! Como eu gostaria de poder dizer isso a eles. Mas algo não me deixava. Era como se tivesse uma força me puxando para o lado contrário, dizendo que eu não posso ser feliz com a minha família. E eu ia, sempre longe deles, como um zumbi, mesmo morando debaixo do mesmo teto. Quando despertei deste pesadelo e consegui, finalmente, estar disponível para eles, eles já não estavam mais lá.”</p>
<p>Antes de falar sobre como apaziguar a dor interior, quero explicar um pouco sobre o porquê desta sensação. Quantos de vocês não sentem que receberam pouco do papai e pouco da mamãe? Aquela sensação de que queria um carinho, um abraço, uma palavra de apoio quando tinha problemas na escola&#8230; mas geralmente vinham broncas e recriminações. As vezes também ocorreu o contrário: fizemos de tudo para provocar e chamar a atenção, mas mamãe vinha com suas asas nos protegendo, achando que uma palavra mais ríspida iria nos ferir, e nunca era dura, mesmo quando precisávamos. Queríamos também brinquedos, presentes, coisas que não tínhamos, mas os colegas tinham. Por que eles não compram pra mim? Como não tem dinheiro? Quantas vezes queríamos papai mais presente, mais ativo, mais participativo na nossa vida, em vez de só ficar pensando em pagar contas e sobreviver. Isso quando ele não largava tudo e saía sem dar explicações, sabe lá para fazer o quê&#8230; Ah, que vontade que mamãe seja mais amorosa, forte, sensível, como toda mãe deveria ser&#8230;</p>
<p>Lembre-se de quando você era uma criança: quantas coisas aconteciam aos nossos olhos, e não entendíamos. A única coisa que existia era uma sensação de que não estão me vendo, e não estou certa. Não podíamos compreender o mundo do adulto. Somente compreendíamos as broncas e as cobranças. E várias vezes tentamos fazer o que eles falavam, e mesmo assim não dava certo. Não éramos aceitos na totalidade. E fomos crescendo, criando coragem, força própria, desvendando nossos próprios caminhos, e às vezes flagrávamos aquele olhar no rosto de mamãe e papai de desaprovação. Ainda nos olham como crianças erradas. Também existem os casos onde não mais olhamos para os pais. Às vezes foram eles que sumiram, outras, fomos nós que caímos fora deste convívio. No entanto, o fantasma do papai e mamãe continua sempre conosco, até quando não os conhecemos e não convivemos com eles. E aí está a questão: a psicologia descobriu que esta convivência na infância, muitas vezes é problemática e cheia de culpas e cobranças. Daí para dizer que a origem de todos os males emocionais está na infância e na criação dos pais, foi um pulo. É óbvio, não? Pois é, mas a constelação familiar sistêmica demonstra que não é nada disso!</p>
<p>A culpa dos males emocionais não são dos pais</p>
<p>Papai e mamãe não tinham olhos para nós porque estavam preocupados com os problemas deles. E muitas vezes também não tinham olhos um para o outro. Eram casados e não estavam presentes no casamento. Sabe por que isso acontece? Carregamos heranças do nosso sistema familiar em nossas costas. Assumimos responsabilidades e culpas que não tem nada a ver conosco, muitas vezes originadas em um antepassado que nem conhecemos. A constelação sistêmica demonstra que essa carga emocional, tanto a positiva, que constrói, como a desconfortável, que provoca, caminham pelo sistema familiar de geração em geração, e algumas características se manifestam em determinado membro da família. Você pode perguntar: para que isso? Maldição? Não, absolutamente não. É exatamente o contrário: é uma dádiva que a natureza nos dá, possibilitando, no momento em que uma característica sistêmica confortável se manifeste, como por exemplo a criatividade para novos trabalhos, honrarmos o nosso sistema familiar.<br />
Você pode perguntar: e quando a característica não é nada confortável, como por exemplo, quando nascemos com excesso de timidez? Bem, também digo que é uma dádiva. Ao pesquisar estas características emocionais que estão como arraigadas em nosso íntimo, fazendo parte de nós como unha e carne, temos a possibilidade de, ao reconhecer o sistema familiar, transformar o que não está fazendo bem.<br />
Gostaria de deixar uma coisa bem clara: não existe uma pessoa somente tímida, ou somente medrosa, ou insegura, ou sem criatividade, ou preguiçosa, ou insensível, ou rude, ou confusa, ou violenta&#8230; O contrário também é verdadeiro: não existe uma pessoa somente ativa, corajosa, segura, criativa, atuante, sensível, caridosa, focada e amável. Todos possuem todas as características dentro de si. Tanto as confortáveis como as inconfortáveis. Esta é a grande revolução no entendimento da personalidade humana, que a constelação sistêmica traz: temos todas as características, simplesmente porque todas elas já foram vivenciadas nos milhares de pessoas que fazem parte da nossa corrente hereditária, e são transmitidas, geração a geração.</font><br />
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		<title>quem é bert hellinger?</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2008 12:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[constelação em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[nokomando]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
&#8230;nascido em 1925, estudou filosofia, teologia e pedagogia. Sua formação religiosa levou-o depois a ingressar em uma ordem religiosa católica. Mais tarde trabalhou como missionário na África do Sul. No início dos anos 70 deixou a ordem religiosa católica dedicando-se então à psicoterapia.
Através da dinâmica de grupo, da terapia primal, da análise transacional e de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=31&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;"><a title="berthell.gif" href="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2008/03/berthell.gif"><img src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2008/03/berthell.thumbnail.gif" alt="berthell.gif" /></a> </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Tahoma;">&#8230;nascido em 1925, estudou filosofia, teologia e pedagogia. Sua formação religiosa levou-o depois a ingressar em uma ordem religiosa católica. Mais tarde trabalhou como missionário na África do Sul. No início dos anos 70 deixou a ordem religiosa católica dedicando-se então à psicoterapia.<br />
Através da dinâmica de grupo, da terapia primal, da análise transacional e de diversos métodos hipnoterapêuticos chegou à sua própria terapia sistêmica e familiar.<br />
Autor de best-sellers na Alemanha, possui mais de 14 livros em sua bagagem. &#8220;A Simetria Oculta do Amor&#8221; foi o primeiro livro a ser publicado no Brasil. Entre as suas atividades atuais está o seu trabalho com os sobreviventes do holocausto e suas famílias.<br />
Bert Hellinger redescobriu durante o seu trabalho com centenas de sistemas familiares que o reconhecimento do amor que existe no seio das famílias comove as pessoas e muda suas vidas. Porque um amor rompido em gerações anteriores pode causar sofrimentos aos membros posteriores de uma família, o processo de cura exige que os primeiros sejam relembrados. Nos seus workshops os participantes observam, representam pessoas de outras constelações familiares ou exploram suas próprias dinâmicas familiares ajudando Hellinger a demonstrar como o amor, mesmo se injuriado ou mal-direcionado pode ser transformado em uma força que cura.<br />
Hellinger é inabalável em sua serena compaixão durante o seu trabalho com indivíduos, casais ou famílias que enfrentam situações difíceis. Terapeutas experientes apreciam a efetividade de seu método e seus resultados. Freqüentemente os participantes de seus workshops partem com uma profunda compreensão de si mesmos, o poder do amor e as forças que governam os relacionamentos humanos.<br />
Bert Hellinger vive hoje com sua esposa na Alemanha, no sudeste da Baviera, perto da fronteira austríaca.</span><br />
&#8216;</p>
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