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	<title>Constelação Sistêmica &#187; relacionamento afetivo</title>
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		<title>Constelação Sistêmica &#187; relacionamento afetivo</title>
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		<title>Theresa Spyra e constelação familiar sistêmica</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Theresa Spyra, terapeuta alemã de constelação familiar sistêmica. Conheça um pouco dela, sua trajetória e suas idéias.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=261&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" title="Theresa, terapeuta e trainer em constelação sistêmica" src="http://serterapeuta.files.wordpress.com/2009/06/theresa.jpg?w=197&amp;h=261&#038;h=261" alt="" width="197" height="261" />Relutei um pouco em escrever sobre a Theresa. Não é que ela não mereça, não seja uma grande terapeuta, ou coisa desse tipo. Na realidade, ela é minha esposa, e por isso, achei que talvez estivesse puxando a sardinha&#8230; sabe como é que é, né?</p>
<p>Mas seria incoerência da minha parte não falar da maior terapeuta que já vi trabalhando, e que, além de me ajudar profundamente em resolver todos os processos emocionais que me acompanharam a vida toda, tem recebido o carinho e admiração dos seus próprios clientes. Vou contar sua história.</p>
<p>Theresa é alemã, nascida em Kempten, Bavária, próximo aos Alpes alemães. Desde cedo, tinha a curiosa mania de sair com sua bolsinha de primeiros socorros, pronta a atender a primeira pessoa que estivesse necessitando de cuidados. Seu sonho? Ser missionária em algum país da África. Inclusive a sua mãe queria que ela fosse enfermeira. Mas Theresa precisava passar por outros tipos de experiência. Saiu de casa aos 18 anos, para enfrentar o mundo da cidade grande, Berlim, se formar em economia e análise de sistemas, e trabalhar como promissora executiva. Porém, algo dentro de si a impelia rumo ao desconhecido, à aventura, ao desafio. Deixando o emprego seguro e seu ótimo salário, partiu em viagem pela América Central, desde o México, descendo, país a pais, até a América do Sul. Este percurso foi realizado em oito meses. Foi aí que nos encontramos. Eu, vindo do Japão após três anos de trabalho, estava de férias no Peru e Bolívia. Ela, vinda do México, estava também no Peru – destino, a cidade inca de Machu Pichu. Nos conhecemos, e não nos soltamos mais.</p>
<p>Theresa veio morar no Brasil. E então, começou o seu contato com o mundo da “cura” e da terapia. Dona de uma percepção e intuição ativa, Theresa freqüentou centros espíritas kardecistas, e embora não tenha se identificado tanto com a formalidade e inflexibilidade da doutrina, entrou em contato com o conteúdo de sua mente inconsciente e as inúmeras percepções que tinha, definidas pelos espíritas como mediunidade. Theresa prefere não acreditar se é mediunidade, ou se é um simples acesso à mente inconsciente, dela, ou o inconsciente coletivo. Não importa para ela, a existência ou não dos espíritos – importa o trabalho e a cura com os vivos.</p>
<p>Nesse caminho, Theresa estudou e formou-se em Reiki máster, máster em programação neurolinguística – <a href="http://www.projetonascente.com.br">PNL</a>, terapeuta de shiatsu, além de ser, durante um período, dirigente da <a href="http://www.sni.org.br">Seicho-no-iê</a>. Não abandonando o seu lado empreendedor, é também empresária, e aí começou a trabalhar com treinamento. Finalmente, os seus estudos e vontade a direcionaram à formação em constelação familiar sistêmica, segundo o método de <a href="http://www.hellinger.com/">Bert Hellinger</a>, constelação estrutural, segundo <a href="http://www.syst-strukturaufstellungen.de/">Insa Sparrer e Matthias Von Kibed </a>e <a href="http://www.hpz.com/">hipnoterapia</a>, de Milton Erickson, curso que a levou de volta à Europa, especificamente, Suíça.</p>
<p>Eu diria que a maior qualidade da Theresa, como terapeuta, é a sua capacidade de observar a essência do seu cliente. E direcioná-lo a encontrar, observar e tomar posse dessa essência. Theresa não enxerga o problema, não busca explicações para o problema, não coloca culpas ou erros nas costas do seu cliente. Embora ela possa ser bem dura, quando necessário, é também acolhedora, e deseja, sinceramente, que o cliente consiga ver a sua própria energia natural fluir, harmonizando, em primeiro lugar, o relacionamento consigo mesmo. A partir daí, os relacionamentos exteriores, o trabalho, a saúde, tudo o que pode apresentar distúrbios, harmonizam-se naturalmente.</p>
<p><strong>Theresa Spyra, por Theresa Spyra:</strong></p>
<p><strong><em>Certo e errado 1</em></strong></p>
<p>“Recuso-me falar de certo e errado. Isto só confunde. Não acredito em certo e errado. Tem resultados favoráveis e desfavoráveis para o momento no qual ocorrem, isto não significa que continuam sendo o que pareçam ser. O que parece desfavorável, num momento bem próximo pode se mostrar favorável.”</p>
<p><strong><em>Gratidão</em></strong></p>
<p>“Vivi quase toda minha vida em regalia, na Alemanha, e nunca tive a sensação de gratidão, tudo estava sempre ao alcance, e costumávamos reclamar quando algo faltava ou não era conforme a nossa vontade. Viver em abundância não tem nada a ver com gratidão, muito ao contrário. Hoje gratidão para mim é receber o que a vida está me oferecendo neste momento. Acordar um o barulho da chuva, o carinho da minha filha, em outro momento a insatisfação dela, sentir o calor do sol no meu corpo, jogar um jogo com a família, parar por um momento para me auto-observar e perceber que estou bem onde estou, satisfeita comigo, com a minha vida e com meu trabalho e com tudo que eu me coloquei a realizar. Posso ir com calma, sem correr, curtindo a paisagem e tudo que vier.”</p>
<p><strong><em>Honestidade consigo mesmo</em></strong></p>
<p>“Por tão pouco pagamos um preço tão caro, ao esconder de nós mesmos o que ocorreu, nós nos afastamos cada vez mais da nossa essência, e assim, do que estamos buscando.”</p>
<p><strong><em>A missão</em></strong></p>
<p>“A vida de formiga é uma festa só. Ela gosta da sua missão, sai cedo de casa, cheia de vontade e alegria com a perspectiva de encontrar folhas bem suculentas e gostosas. Corta-as com todo cuidado e perfeição, e um especial prazer é cortar um grande pedaço de folha, tão grande, mas que ainda dá para carregar: isto a deixa mais contente e alegre ainda. Depois começa o malabarismo divertido: às vezes a folha é pesada demais, e nas suas manobras perigosas vai embora o equilíbrio e a folha se perde. Se não tem como recuperar o tesouro precioso, não faz mal; a formiga volta para cortar mais uma folha. Algumas vezes até acha no caminho um pedaço de folha abandonado. Alguém parece ter perdido&#8230; e ela pega alegremente e recomeça a sua jornada. O peso deixa as pernas bambas, porém, isto a anima mais ainda. A superação é o seu jogo preferido, já que gosta de se divertir durante a tarefa diária. Nunca pensou em reclamar. Afinal de que? A vida é boa como ela é. Às vezes ela vê a cabeça de uma companheira, às vezes o bumbum redondo, mas ninguém tem tempo para parar e bater papo. A missão é o mais importante, não há dúvida. Como também não há dúvida de que essa formiga se acha a mais importante: ela somente percebe o seu próprio trabalho, e como vai saber o que os outros estão fazendo. E afinal, o que interessa?”</p>
<p><strong><em>Certo e errado 2</em></strong></p>
<p>“O mundo nos cobra o “certo”. Primeiro são os pais, os parentes, os professores e &#8230; logo, logo somos nós mesmos que cobraremos resultados melhores para nós (o certo), julgaremos todos os acontecimentos (certo ou errado)&#8230; para chegar onde?</p>
<p>E se eu fizer tudo certo, de acordo com os meus padrões, se eu me empenhar ao máximo, onde eu posso chegar? O que eu posso alcançar com isto? Felicidade? Reconhecimento? Satisfação? Equilíbrio? Segurança? Controle do futuro? Controle sobre os outros?”</p>
<p><strong><em>Pais e filhos</em></strong></p>
<p>“Nos dias de hoje presenciamos muito desequilíbrio nos relacionamentos familiares. Até parece que as coisas se inverteram. Quantos pais estão preocupados em serem aceitos pelos próprios filhos? Se sentem rejeitados pelos filhos, muitas vezes já desde a infância. Os pimpolhinhos não obedecem, parecem ser mais fortes e insistentes que os pais, tem as rédeas nas mãos, são eles que mandam nos pais. É muito doloroso para um pai e uma mãe não terem a a autoridade como pai ou mãe. Eles querem desesperadamente ser aceitos pelos filhos, por isto compram a atenção deles, com brinquedos, video-games, viagens, roupas, carros, etc. Mas o respeito não pode ser comprado. E quando os pais não respeitam os próprios pais, como eles podem esperar serem respeitados pelos próprios filhos? Eles não transmitiram este sentimento para eles. Nem em palavras, nem em ações.”</p>
<p> </p>
<p>Constelação sistêmica com Theresa Spyra – <strong><a href="http://www.nokomando.com.br">clique aqui</a></strong></p>
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		<title>A criança adulta</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 16:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A criança interior magoada busca realizar-se na vida querendo ser reconhecida pelos pais, inconscientemente. Isto traz felicidade? Qual é o caminho para livrar-se destas dores e mágoas e fazer uma vida boa para si mesmo?<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=250&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.threebestbeaches.com/asia/bali/uploaded_images/outdoor_kite_flying_f-778727.jpg" alt="" width="368" height="301" />Sou uma criança. Apesar dos meus pelos no corpo, da minha barba aparente, dos meus seios crescidos, sou uma criança. Ninguém nota isso, porque disfarço bem. Trabalho, menstruo, dirijo carros, tenho filhos, jogo bola e tomo cerveja, falo coisas inteligentes, ando de lá pra cá sem pedir autorização&#8230;</p>
<p>Às vezes, até eu esqueço disso. Quando sou fechado por alguém no trânsito e lanço um palavrão cabeludo, às vezes até me surpreendo: nossa, por que ele fez isso comigo? Lembro-me dos tapas que recebia dos meninos grandes na escola, e eu não podia reagir. Mas agora posso: vá tomar no &#8230;! Lembro-me quando minhas amigas riram da finura das minhas pernas à mostra, sob a saia, e das espinhas que teimavam florescer em meu rosto&#8230; queria me enfiar embaixo do tapete. Sinto que me agridem de graça&#8230;</p>
<p>Continuo sendo uma criança. Minha mãe, hoje, vem me dizer como educar meus filhos, igualzinho quando ela interferia nas minhas lições, nos meus namorados, nas minhas roupas. E eu já faço a mesma coisa com meus filhos. Vivo interferindo na vida deles. Mas todo mundo diz que mãe tem que educar. Pai tem que educar. E não é isso que é educar? Sei lá&#8230; como uma criança pode saber?</p>
<p>Quero conquistar muitas coisas. Vou atrás dos meus objetivos: um carro, uma casa, um curso, uma obra que criei, um livro que escrevi, um caminho espiritual que segui. Quero um cara que me dê segurança, uma mulher que me dê carinho. E daí posso mostrar pros primos: ta vendo, eu consegui. Posso mostrar para meu irmão: vou correndo, como quando ganhei um brinquedo novo e mostro a ele, todo gabola. É meu! E saio correndo com o brinquedo embaixo do braço. Fiz isso com a bola que ganhei, com a boneca, com o carro zero, com o namorado novo e com o emprego de gerente que consegui, passando por cima de tantos outros babacas. Não vou deixar eles brincarem com o meu brinquedo.</p>
<p>Mas parece que ninguém tá nem aí comigo. Meu marido nem me nota. Não quer brincar comigo, nem fazer carinho. Minha esposa só pensa em cuidar dos filhos. E cuidar, pra ela é só dar bronca. Não dá pra brincar assim com gente enfezada. Então eu bato o pé. Eu choro, finjo que vou embora, arrumo um caso, só pra ser notado. Engraçado, só acho namorado e namorada igual a mim. Uma criança que bate o pé.</p>
<p>Por que será? Porque será que quero ser notado pelos outros? Porque quero que um homem ou mulher me dê carinho e segurança? Porque ganho dinheiro, aprendo coisas, caso, crio filhos, compro casa e carros, quero ser importante? Para quem?</p>
<p>Nossa&#8230; esqueci do papai. Esqueci da mamãe&#8230; Quantas vezes eu quis ter o papai ao meu lado, nas minhas conquistas, e ele não esteve. Quantas vezes quis ser pega no colo pela minha mãe, quando eu chorava, e ela, simplesmente gritou: vá se arrumar pra jantar! E logo, viu! Eles não sabem que tudo o que eu estudei foi pra eles. Pra eles verem que eu sou alguém, que eu também sei, que eu também sou bacana! Eles não sabem que construí minha vida querendo agradá-los. Mesmo quando os xinguei, fiquei sem falar com eles, chamei-os de quadrados e idiotas&#8230; Mesmo quando não conheci meus pais&#8230; tudo que fiz foi por eles, para ser visto e amado, como uma simples criança quer e merece.</p>
<p>Mas eu não mereci. E por isso, acho que sou errada. Sou errado. Não presto. Papai nunca gostou de mim. Mamãe também não. Só cobram que eu seja a criança certinha, e por mais que eu tente, eu não consigo.</p>
<p>Deixa eu olhar bem pra cara da mamãe, e do papai. Vou falar pra eles o quanto eles fizeram de errado. Abandonaram-me, não me apoiaram, criaram-me de um jeito errado, desleixado, sem amor. Eles não me amaram nunca! Mas espera lá. Estou vendo nos olhos de papai uma criança carente e mimada. Como eu. Ele também queria que o vovô olhasse pra ele. Mamãe, seca e dura, nunca foi pega no colo pela vovó. Ela também está com birra.  O que adianta eu querer ser reconhecida pelo papai e pela mamãe, se eles estão olhando para trás, para vovô e vovó! Eles não me enxergam! E vovó e vovô também estão em busca do amor dos pais deles&#8230; Nossa, quanta coisa aconteceu no meu passado familiar: separações, abortos, homicídios, imigração, fugas, abandonos, encontros, amores não correspondidos, lares desfeitos&#8230; Papai e mamãe carregam tudo isso nas costas. Crianças perdidas e errantes, num campo devastado pela solidão, pobreza e guerra, em busca de serem reconhecidos. E eu também estava carregando&#8230; Mas essa mala não é minha. Nossa, como sou criança!</p>
<p>Ôpa, acho que estou crescendo. Não quero mais ser reconhecido pelo papai e pela mamãe. Eles parecem como adultos, falam como adultos, têm muita experiência e feitos, mas&#8230; são crianças como eu. Como eles podem me reconhecer, se têm emoções tão infantis? O que adianta eu querer parceiro para me amparar e me reconhecer, ficar no lugar do papai e mamãe? Vou encontrar outra criança, como encontrei até agora. Meninos e meninas que mal saíram das fraldas&#8230; O que adianta em querer mostrar meus brinquedos novos, minhas conquistas, minhas habilidades profissionais, minha espiritualidade para papai e mamãe, se eles não estão nem aí? Eles querem amor, o amor que não perceberam no vovô e vovó, e eu só estou cobrando amor que eu não recebi. Esta história vai longe. Muito longe. Mas eu não quero mais isso. Eu tenho filhos, e terei netos. E quero que eles estejam satisfeitos com a vida deles, do jeito que eles são. Não quero mais ser reconhecido. Deixa pra lá. Papai e mamãe me deram a vida, e isso é o suficiente. Já foi muito. E eu me reconheço. Mesmo com minhas mágoas, com minhas dores, sou um cara forte, cheio de amor para dar. Sou uma mulher forte e capaz, do jeito que sou. Eles não podem me reconhecer, mas eu posso reconhecer o que recebi deles. Mesmo que tenha sido só a vida. Só a vida?&#8230; Só?</p>
<p>E posso reconhecer muitas coisas nos meus filhos. E posso falar o que eles têm de bom, porque eles querem ouvir – estão esperando por isso. Posso fazer a minha parte, o meu trabalho, as minhas relações novas e livres, adultas, e ser feliz por mim mesmo. A minha felicidade não depende de ser reconhecido por papai ou mamãe.  Eu posso reconhecer muito nos meus clientes, amigos, namorado, mulher, professores. Todos eles são crianças, como eu, em busca do amor de papai e de mamãe. Freud explica. Mas eu faço a minha parte. Assim eu sou feliz. Porque eu me reconheço como sou. Uma criança consciente. Agora dá licensa, que está ventando e vou empinar pipa&#8230;</p>
<p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://200.216.198.99/users/84/17/241784/logo125.jpg" alt="" width="125" height="125" /></p>
<p><em>Alex Possato é diretor do</em></p>
<p style="font-weight:bold;font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">Nokomando &#8211; o site da sua consciência pessoal e profissional</p>
<p style="font-style:italic;font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">Despertar para a alegria e simplicidade de liderar a si, as relações, a profissão e a vida</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">Constelação sistêmica e imagem pessoal: formação, coaching, terapia e workshops</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;"><a href="http://www.nokomando.com.br/">www.nokomando.com.br</a></p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">(11) 3624-2279</p>
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		<title>Teste se você possui emaranhamento sistêmico na relação afetiva &#8211; esclarecendo problemas de relacionamento afetivo e crises no casamento</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/13/teste-se-voce-possui-emaranhamento-sistemico-na-relacao-afetiva-esclarecendo-problemas-de-relacionamento-afetivo-e-crises-no-casamento/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 16:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
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		<description><![CDATA[Veja como a constelação familiar sistêmica pode auxiliá-lo a ter melhores relações. Descubra se existe emaranhamentos sistêmicos que podem atrapalhar a sua forma de se relacionar, causando problemas no relacionamento afetivo ou crises no casamento,<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=221&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/13/teste-se-voce-possui-emaranhamento-sistemico-na-relacao-afetiva-esclarecendo-problemas-de-relacionamento-afetivo-e-crises-no-casamento/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Cbk980jV7Ao/2.jpg" alt="" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Ninguém se dá mal no relacionamento afetivo porque quer. Um casal não fica brigando porque gosta de brigar&#8230; pelo menos geralmente. Uma forte tendência social é colocar a culpa dos problemas da vida em&#8230; nós mesmos. Somos ensinados que nascemos vazios e inocentes, e o que ocorre na nossa vida é de responsabilidade nossa. Em parte é mesmo. Mas existe um detalhe que até agora não era visto: você sabia que herda dos seus familiares uma tendência de se identificar com emoções e situações vividas no seu passado familiar (que as vezes, você nem presenciou) e isto o induz a ter emoções, pensamentos e atitudes? Isso se chama “emaranhamento sistêmico”, e é trabalhado pela técnica da constelação familiar sistêmica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">No caso dos relacionamentos, esta identificação com emoções do passado faz com que tomemos atitudes que trazem problemas. E mais: a identificação com os emaranhamentos sistêmicos atrai pessoas com problemas semelhantes. Logo, a relação irá enfrentar turbulências, sem sombra de dúvida. Por outro lado, é bom entender que <strong>não são os problemas na relação que indicam se ela dará certo: é o quanto estamos dispostos a mudar, assumindo a nossa responsabilidade e deixando a responsabilidade do outro para ele que torna uma relação estável, forte e prazerosa.</strong> Para isso é importante se conhecer, perceber as próprias emoções, ser sincero com elas e mostrar isso ao outro. Emaranhamentos sistêmicos, para serem “desemaranhados”, necessitam, em primeiro lugar, serem vistos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Se você tem problemas na sua relação afetiva, quer saber se você age impulsionado por emaranhamentos sistêmicos? Responda as afirmações abaixo com um “sim” ou “não”. Todas as respostas “sim” podem indicar emaranhamentos. Analise as respostas “sim”, medite a respeito, acolha estas afirmações, sem culpa ou julgamento. Quanto mais você conseguir se desapegar naturalmente dos “sim”, menos estará identificado com emaranhamentos, e mais próximo de criar relacionamentos construtivos estará. Em alguns casos, pode ser indicada a terapia da constelação familiar sistêmica e o acompanhamento de um profissional sistêmico qualificado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Leia as afirmações abaixo, e mesmo que não tenha acontecido o fato para você, perceba qual seria a sua resposta. Responda simplesmente com um sim ou não. Todos os “sim” podem indicar emaranhamentos sistêmicos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">1 – Você ainda se lembra de um primeiro amor na sua vida com saudades</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">2 – Num primeiro relacionamento, a separação ocorreu de forma tumultuada, com feridas para ambos os lados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">3 – Você faz mais pelo parceiro(a) do que recebe dele(a)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">4 – Você sente medo intenso de ser abandonado e ficar só</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">5 – Você se esforça para ser como o seu parceiro(a) deseja que você seja</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">6 – Quando você está numa relação, tem a tendência de sufocar o outro</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">7 – Você exige que o outro mude seu jeito, quer reeducá-lo, para que fique melhor</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">8 – Você sente que não é visto pelo parceiro(a) na relação</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">9 – Você não consegue entender o parceiro(a) e ver como ele(a) é</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">10 – Você não aceita o primeiro relacionamento do parceiro(a) como tendo sido importante a ele</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">11 – Você vê a relação com os seus próprios pais mais importantes que o próprio relacionamento</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">12 –Olha para a família do parceiro e tem dificuldade em aceitá-la</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">13 – Se seu parceiro(a) tem filhos, você se coloca como um pai ou mãe, tirando a importância do pai ou mãe biológica. Poderia até ter raiva do pai ou mãe do filho do seu parceiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">14 – Você tem sentimento de mágoa e rejeição dos próprios pais</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">15 – Você tem a tendência de refazer o casamento dos seus pais de maneira melhor</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">16 – Você esconde do seu parceiro(a) o fato de ter feito (mulher) ou incentivado (homem) abortos ou esconde (ou não discute) outras situações emocionalmente difíceis, como a vontade de não ter filhos, por exemplo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">17 – Você vê em si padrões de relacionamento com problemas repetidos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">18 – Você se vê muito parecido com o pai, mãe, avós ou até tios, na forma de agir nos relacionamentos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">19 – Você acredita que o outro(a) o fará feliz</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">20 – Você vê um relacionamento dos seus pais de forma boa, e faz de tudo para que a sua relação seja igual à deles</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">21 &#8211; </span><strong><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Você costuma ser possessivo(a) e ciumento(a) quando está apaixonado(a) e cobra fidelidade do dele(a)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">22 – Se existe filhos na relação, você os vê como mais importantes do que a própria relação afetiva com o parceiro(a)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">23 – Quando um relacionamento termina, você se sente como se a vida tivesse acabado e talvez até tenha pensado em morrer</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Caso você queira esclarecimento sobre “emaranhamentos sistêmicos”, deixe o seu comentário ou pergunta, e nós teremos prazer em responder sua dúvida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação familiar em grupo – auxiliando no desemaranhamento dos problemas sistêmicos – <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">clique aqui!</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Workshop “A cura no relacionamento afetivo” &#8211; constelação familiar sistêmica, auto-conhecimento corporal e comunicação interpessoal na solução dos problemas de relacionamento e crises no casamento, em 10 encontros (mais que uma terapia ou um simples workshop, é um grupo acolhedor de trabalho e estudo que revolucionará a sua forma de se relacionar para sempre)  <strong>– <a href="http://www.nokomando.com.br/workshops%20e%20palestras.htm">clique aqui e saiba mais!</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=221&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Relacionamento em crise: separar ou reconciliar?</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/07/relacionamento-em-crise-separar-ou-reconciliar/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/07/relacionamento-em-crise-separar-ou-reconciliar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
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		<category><![CDATA[codependência]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento afetivo]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima e relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar sistêmica e relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise no casamento]]></category>
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		<category><![CDATA[separar ou reconciliar]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[Separar ou reconciliar? Quando ainda há caminho para ficar juntos? E quando é a hora de partir para uma melhor? Entenda como a constelação familiar sistêmica atua sobre as emoções envolvidas no relacionamento, e principalmente, em relação à sua auto-estima, deixando claro que o caminho para a solução passa pela honestidade emocional.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=212&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" title="Honestidade emocional, a solução..." src="http://www.ineedmotivation.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/relationship-conflict.jpg" alt="" width="383" height="254" />Você sabe por que duas pessoas permanecem juntas durante um período de tempo, numa relação afetiva? As pessoas costumam dizer: o amor&#8230; afinidade, companheirismo, respeito mútuo, amizade&#8230; Palavras bonitas, certo? Mas vazias&#8230; O que mantém duas pessoas unidas é, nada mais, nada menos, que: interesses comuns. Está certo, não vou ser radical: existem casos em que ambos os parceiros entraram num estágio além dos interesses. Mas este tipo de amor não é tão simples: ele requer liberdade total para ambos, aceitação de todos os pontos positivos em si e no outro, independência, respeito. Este tipo de amor exige dois seres íntegros que, juntos, formam algo maior&#8230; Acredito firmemente que isto pode ser alcançado, embora, a princípio, sempre esbarraremos nos interesses que permeiam qualquer relação.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quando um casamento ou relação afetiva entra em crise, este amor sublime que falei acima não está manifestado. Ele existe, mas se esconde. E o que a crise está dizendo? Está dizendo que os interesses que havia na relação estão em conflito. Vamos ser bem claros a respeito dos interesses? Bem, se você tem um parceiro ou parceira, o que procura nela? Sexo, prazer, segurança, conforto, carinho, proteção, incentivo, grana, força, suavidade&#8230; Acho que isso é óbvio, não? Então, porque negamos tudo isso? Ah&#8230; isso é uma longa história, de mentiras que somos ensinados a acreditar para evitar olharmos para nossas próprias necessidades. Merecemos, sim, carinho, sexo, prazer, vida estável, segurança financeira&#8230; Sim, merecemos e devemos ir atrás disso.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mas como somos ensinados a não reconhecermos isso na frente dos outros, fingimos que não precisamos dessas coisas. Porém, inconscientemente, queremos que o parceiro ou parceira nos dêem isso que queremos. O parceiro ou parceira, do outro lado, também quer que nós supramos o que eles sentem falta. Enquanto esta troca de necessidades estiver relativamente equilibrada, o relacionamento permanece. Mas, quando isso é rompido, quer dizer, quando de um lado ou de outro deixamos de receber aquilo que recebíamos, o relacionamento estremece. Por exemplo, quando o parceiro do qual queremos segurança financeira é demitido ou tem sua empresa falida, algo dentro de nós grita. Ou da parceira que exigimos carinho, quando nasce o primeiro filho e ela desvia a atenção para a criança, sentimos uma perda emocional tremenda. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Como essas necessidades não são faladas, muitas vezes nem reconhecidas, começam a ocorrer brigas sem nem mesmo entendermos o porquê. A crise pode provocar o rompimento da relação, a separação do casal, quando não existe mais a possibilidade de suprirmos as nossas necessidades na figura do parceiro. E vice-e-versa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">E devemos reconhecer: mesmo que não haja rompimento, uma relação baseada na cobrança mútua, onde exigimos que o outro nos dê aquilo que sentimos falta, está longe de manifestar o amor profundo, que falei no início do nosso papo.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A reconciliação em crise de relacionamento</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A separação ocorre no não reconhecimento das nossas necessidades interiores, que inconscientemente jogamos na responsabilidade do outro. E a reconciliação? É simples: começa no reconhecimento destas necessidades. E mais: no entendimento que somente eu posso me preencher daquilo que sinto falta. É um trabalho interior, pessoal, que passa por auto-conhecimento e terapia, em alguns casos. Não porque somos loucos ou neuróticos. Mas simplesmente porque todos carregamos estas dores emocionais, e temos a tendência de culpar o marido, a esposa, o papai ou a mamãe por elas. E somente nós podemos nos suprir daquilo que achamos que falta. Porque, na realidade, nada nos falta. Se o outro lado da história, o parceiro, também se trabalhar neste aspecto, o relacionamento pode ser reconstruído. Se não, é separação na certa. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mas quero falar na reconciliação: imagine você num relacionamento onde o seu parceiro está íntegro e honesto. Consciente das suas necessidades, qualidades e defeitos e, por isso, não joga a responsabilidade de nada sobre você. Você não precisa ser mais carinhoso, mais amoroso, mais eficiente, ganhar mais, estar mais presente. Você é bacana como é. E ao mesmo tempo, você se sente íntegro, honesto consigo mesmo: sabe que possui pontos que pode melhorar, e trabalha por isso. Consciente da sua capacidade, faz o melhor que pode, a cada instante. E os dois, honestos e conscientes, buscam construir, juntos, uma relação de prazer, conquistas, desfrutar a vida que é bela e, muitas vezes, nem é vista. Imagine que você se permite, às vezes, estar sozinho, solitário, trabalhando suas questões consigo mesmo. E permite também ao outro seus momentos de solidão. O que seria você, numa relação onde, nem sempre, precisaria estar presente na família, e poderia curtir seus próprios amigos? E também permitisse ao outro a mesma coisa?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">E juntos, curtissem algo que ambos gostam muito de fazer?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este tipo de relacionamento é possível. Este tipo de relacionamento se constrói. Desde que ambos os lados permitam-se serem honestos. Em primeiro lugar, honestos consigo mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Constelação familiar sistêmica – abertura de soluções em crises de relacionamento – atendimento individual ou em grupo com a terapeuta alemã Theresa Spyra, <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm"><strong>clique aqui</strong></a></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Veja a programação completa do nokomando – soluções sistêmicas&#8230; Em breve “workshop constelação familiar sistêmica e soluções nos relacionamentos” – <a href="http://www.nokomando.com.br/agenda%20nokomando.htm">clique aqui</a></span></strong></p>
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			<media:title type="html">Honestidade emocional, a solução...</media:title>
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		<title>Reconhecer aquilo que sente – soluções para crises de relacionamento</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 13:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento homossexual]]></category>
		<category><![CDATA[codependência]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento afetivo]]></category>
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		<category><![CDATA[constelação familiar e relacionamento afetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[crise no relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[por que atraímos um tipo de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[soluções para crise no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[Crise no relacionamento começa na exigência mútua - a solução começa no reconhecimento das próprias necessidades. Isso tanto faz para o relacionamento heterossexual ou relacionamento homossexual. Entenda um pouco da questão da exigência entre parceiros e o que a constelação familiar sistêmica pode fazer para trazer a tona estas exigências inconscientes<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=206&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.wdavidphillips.com/wp-content/uploads/relationship.jpg" alt="" width="320" height="480" />Por que acontece de encontrarmos alguém, seja numa relação heterossexual, seja numa relação homossexual, com quem criamos afinidade a ponto de estabelecermos um vínculo afetivo? Qual a magia que faz pessoas diferentes se encontrarem em situações inusitadas ou corriqueiras, e se apaixonarem?</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A sensação de completude é a resposta. </span></strong><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Atraímos alguém que, inconscientemente, julgamos que irá preencher nossas necessidades emocionais – e simultaneamente, o outro é atraído por mim por acreditar na mesma coisa. Somos levados a conhecer alguém que irá deixar bem claro as nossas necessidades, e vive-e-versa. E isso pode ser muito bom, afinal, é a oportunidade de nos conhecermos melhor e curarmos nossas necessidades emocionais&#8230; ou pode ser muito ruim, a medida que me recuso a ver as coisas que me fazem falta&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">E do que sentimos falta? Ah&#8230;, isso é uma outra questão!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Sentimos falta de dinheiro e segurança, de força e coragem, de carinho e carícia, de palavras e compreensão. Sentimos falta do papai e da mamãe, quer dizer, daquilo que gostaríamos que eles fossem&#8230; e não foram&#8230; Quase todos nós carregamos o sentimento de que os pais não foram o suficientemente caridosos, presentes, companheiros, amistosos, compreensivos&#8230; E isso é uma realidade dura de se admitir, porque socialmente, criou-se a idéia do “endeusamento” do papel dos pais. Por outro lado, desde Freud, a psicologia escolheu os pais, mas principalmente o papel da mãe, como culpa para todos os males da humanidade.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Nem endeusamento e nem culpa. A <strong><em>constelação familiar sistêmica</em></strong> demonstra que os pais não estiveram mais presentes na educação dos filhos porque herdam, dos pais deles, e assim sucessivamente, questões emocionais que desviam o olhar, a atenção para dores e problemas. Não fazem melhor porque não sabem e não conseguem.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">E o que acontece conosco, aqui e agora? Temos a tendência de repetir os mesmos problemas dos nossos pais. Algumas pessoas conscientes disso, negam a forma de relacionamento dos pais e querem fazer algo completamente diferente. Mas&#8230; não conseguem&#8230; E negar os pais não funciona, porque ao negar os pais, negamos a nós mesmos, afinal, somos parte deles. Filhinhos de peixe&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">E então, encontramos o príncipe ou princesa. Tudo vai bem no começo, afinal, o sexo é instintivo e prazeroso, e não tem exigências além do prazer. Porém, relacionamentos que se estabelecem além do sexo, exigem. Lembram-se do que falei no começo? Queremos que o outro nos preencha aquilo que sentimos falta. Se sinto falta de segurança, quero que o outro me dê segurança. Se sinto falta de carinho, quero que o outro seja carinhoso. Falta de grana? Que o outro me dê grana ou condições de adquirir o meu patrimônio&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">É necessário tirar esta idéia de “amor hollywoodiano” da cabeça. Isso não existe. Amor de novela só existe em novela. Qualquer pessoa que já ultrapassou um par de anos vivendo junto com uma outra pessoa, sabe que o amor existe além desta sensação de necessidade. Na realidade, esta sensação de necessidade provoca apenas desgaste na relação. Tanto um parceiro como o outro sente-se cobrado em dar segurança, carinho, palavras, conforto, amizade&#8230; afinal, o outro também procura o mesmo em nós&#8230; Uma relação assim se desgasta, a não ser que ambos os lados se acomodem e aceitem viver uma vida medíocre e infeliz.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A solução</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A solução é reconhecer aquilo que sinto falta, e buscar por mim mesmo preencher. É assumir minhas necessidades plenamente e não delegar a ninguém a resolução dos meus problemas. Um parceiro não é responsável pelas minhas necessidades. E nem eu sou responsável pela necessidade do outro. E mesmo que fosse, é impossível dar soluções emocionais a quem quer que seja. Cada um deve procurar por si mesmo. E descobrir que já possui em si todas as soluções.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Um não pode e não deve exigir do outro determinados comportamentos: você tem que me ouvir! Você devia ser mais carinhoso! Vá trabalhar, cabeça de bagre! Seja mais responsável, mulher! Tudo isso, no fundo, são cobranças internas, que despejamos no outro&#8230; São coisas que sinto falta, e gostaria que o outro suprisse. Mas o outro também sente falta de coisas parecidas, e quer que eu forneça para ele.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A crise começa na exigência mútua.</span></strong><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> <strong>A solução começa no reconhecimento das próprias necessidades. </strong>A perceber que os dois tem necessidades semelhantes, estabelece-se um novo vínculo. Percebe-se que a falta que vemos no outro não é proposital, mas também gerada por uma carência. E o outro vê que também nós não o completamos por estarmos presos a necessidades particulares. E assim, algo novo pode surgir desta compreensão. Se assim o permitirmos. </span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Constelação familiar sistêmica – abertura de soluções em crises de relacionamento – atendimento <a href="http://www.nokomando.com.br/constela%E7%F5es%20familiares%20-%20texto%20-%20atendimento%20individual.htm">individual</a> &#8211; online ou presencial, ou em <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">grupo</a> com a terapeuta alemã Theresa Spyra, <strong><a href="http://www.nokomando.com.br">clique aqui</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Veja a programação completa do nokomando – soluções sistêmicas&#8230; Em breve “workshop constelação familiar sistêmica e soluções nos relacionamentos” – <a href="http://www.nokomando.com.br/agenda%20nokomando.htm">clique aqui</a></span></strong></p>
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