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	<title>Constelação Sistêmica &#187; Pensamento Sistêmico</title>
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	<description>tudo sobre constelação familiar sistemica, constelação empresarial e consultoria sistêmica</description>
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		<title>Constelação Sistêmica &#187; Pensamento Sistêmico</title>
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		<title>O desenvolvimento das constelações</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 17:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
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		<description><![CDATA[O trabalho de constelações segundo Bert Hellinger é uma forma de terapia breve, orientada pelas soluções. Traz à luz, de forma rápida e precisa, as dinâmicas que ligar o cliente de uma forma disfuncional ao seu sistema de referência, que o limitam em suas possibilidades de ação e desenvolvimento pessoal, impedindo-o de estruturar a sua [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=292&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>O trabalho de constelações segundo Bert Hellinger é uma forma de terapia breve, orientada pelas soluções. Traz à luz, de forma rápida e precisa, as dinâmicas que ligar o cliente de uma forma disfuncional ao seu sistema de referência, que o limitam em suas possibilidades de ação e desenvolvimento pessoal, impedindo-o de estruturar a sua vida de uma forma positiva. No método das constelações são incluídas experiências, técnicas e formas de procedimento de outras abordagens e escolas de psicoterapia, por exemplo, a hipnose, a terapia comportamental, a terapia gestalt e a terapia sistêmica.</p>
<p>As constelações foram construídas sobre os conhecimentos de precursores como Jakob Moreno, Ivan Boszormenyi-Nagy e Virginia Satir. Farei uma breve introdução nessas três abordagens terapêuticas importantes, para tornar compreensível como as constelações utilizam, seguindo a tradição da psicoterapia, as imagens espaciais, a representação espacial e as perspectivas de mais gerações.</p>
<p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.pcp-net.org/encyclopaedia/moreno1.jpeg" alt="" width="160" height="164" />O psiquiatra Jakob Moreno foi o pioneiro na terapia sistêmica dramatizada. Nos anos 30, começou a brincar de teatro de improvisação com seus clientes e denominou a sua abordagem de psicodrama. Dessa forma, introduziu uma idéia totalmente nova de terapia e contrapôs essa encenação, uma espécie de teatro, ao contexto individual comum, estático, da psicanálise daquela época. Moreno trazia espectadores que logo se tornavam participantes do jogo e, assim, colocava os problemas e sofrimentos dos pacientes num espaço público, no qual o potencial criativo de todos os presentes se desenvolvia. Seu interesse não estava mais direcionado somente às pesquisas do passado, mas conduzia a atenção do cliente para as suas ações e interações com outros no presente.</p>
<p>Moreno construiu palcos, nos quais tudo podia ser interpretado: dramas internos, sonhos, fantasias e a realidade. Os requisitos permitiam uma reprodução o mais próxima possível da realidade de contextos da vida. Através da liberdade da apresentação e a criatividade de todos os participantes, procurava penetrar em níveis que não estavam abertos a seus clientes em suas vidas cotidianas.</p>
<p>O psicodrama segue o objetivo de estimular as pessoas a desenvolverem alternativas de ação em situações difíceis. Como método terapêutico cria um espaço, no qual o cliente pode experimentar novas formas de comportamento em relação ao seu âmbito social, desenvolver suas espontaneidade e testar seus medos e receios perante a realidade. Os jogos de papéis facilitam e possibilitam mudanças de comportamento.</p>
<p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.isca-network.org/sites/default/files/image/nagy_1(1).jpg" alt="" width="110" height="147" />Nos primórdios dos anos 70, Ivan Boszormenyi-Nagy descreveu estruturas de relacionamento que ultrapassavam as abordagens psicológica, individual e transacional. Desvia essas estruturas dos acontecimentos que se repetem regularmente quase como leis nas histórias familiares que observou, pesquisando milhares de famílias em seu consultório clínico psiquiátrico. Isso o levou a concluir que os relacionamentos, na sua profundeza, são determinados por uma dinâmica ética existencial.</p>
<p>Uma vez que a estrutura do efeito não pode ser reconhecida externamente, ele a descreveu como “vínculos invisíveis”. É também esse o título de seu primeiro livro (Boszormenyi-Nagy e Spark, alemão – 1981). Seguindo suas experiências, essas lealdades invisíveis atuam mais fortemente do que as ações que podem ser observadas ou padrões aprendidos que podem ser presumidos através da informação biográfica.</p>
<p>Boszormenyi-Nagy acentua o equilíbrio entre o dar e o receber, onde fica visível a forte influência da filosofia de Martin Buber (vide Buber – 1923). Como elemento essencial em relacionamentos, Boszormenyi-Nagy descreve uma ética implícita que exige justiça e equilíbrio através das gerações e delineia um modelo de contas pessoais de merecimento e culpa sobre a qual vela um imaginário tribunal de clã. Portanto, é necessário que em relacionamentos domine um equilíbrio entre os benefícios recebidos e dados. O peso está mais no futuro e nas gerações futuras do que no equilíbrio no passado, com as gerações anteriores. Na medida em que a pessoa dá algo, adquire o merecimento no sistema e com isso também um direito de receber algo. Também a culpa não compensada é transmitida aos descendentes. “A terapia contextual” de Boszormenyi-Nagy com indivíduos, casais e famílias serve, sobretudo, a este equilíbrio das contas psíquicas internas (<em>Between Give and Take, </em>Boszormenyi-Nagy e Krasner – 1986).</p>
<p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.systemagazin.de/serendipity/uploads/VirginiaSatir.jpg" alt="" width="118" height="149" />Virginia Satir desenvolveu um vasto repertório de técnicas terapêuticas. Seu trabalho estava direcionado fortemente à comunicação, na qual conduziu os membros familiares que vinham para psicoterapia ou aconselhamento a uma permuta aberta, apoiando-os nisso.</p>
<p>Seu trabalho se baseia nos seguintes princípios fundamentais:</p>
<p>- a mudança é possível.<br />
- temos dentro de nós todos os recursos de que precisamos para um desenvolvimento e crescimento pessoais bem sucedido.<br />
- cada um de nós sempre age no momento oportuno tão bem quanto pode.<br />
- na medida em que concordamos com nosso passado, cresce também a nossa capacidade de dominar o presente.<br />
- os seres humanos se unem devido as suas semelhanças e crescem através de suas diferenças.<br />
- todos nós somos manifestações da mesma força vital.<br />
- relacionamentos humanos saudáveis baseiam-se no equilíbrio de valores.<br />
- quando conseguimos levantar a auto-estima do cliente, e ele pode aceitar a si mesmo e ao outro como ele é, conseguiu-se a base para uma transformação.</p>
<p>Segundo a metáfora do iceberg de Satir, só podemos ver o cume do comportamento do cliente. Contudo, isso depende das posturas, percepções, sentimentos, expectativas e anseios na base de um “eu”.</p>
<p>Satir denominou também de “técnica da família simulada” a escultura familiar desenvolvida por ela. Neste método, os membros familiares são colocados a fim de tornar clara a estrutura familiar através de uma representação espacial dos relacionamentos. Os papéis são assumidos pelos próprios membros familiares ou participantes do workshop, e cada membro familiar mostra sua imagem da família. Fica visível para todos como as formas de comunicação e regras familiares são vividas de formas diferentes por cada um deles.</p>
<p>Satir utilizava esse trabalho de escultura principalmente no contexto de sua reconstrução familiar, como ela descrevia o conflito intenso do cliente com a história de sua família de origem. O cliente trazia para o workshop as imagens e a árvore genealógica com a descrição dos relacionamentos e todos os detalhes vivenciáveis da vida dos membros familiares. Frequentemente, em reconstruções que duravam dias inteiros, as redes dos relacionamentos e a ligação social dos membros familiares eram pesquisadas e representadas, e partes faltantes da biografia e a história familiar podiam ser complementadas.</p>
<p><em><img src="http://atmaneditora.com.br/compras/components/com_virtuemart/shop_image/product/d8a77283e98452dd3b7a0b43db5149fd.jpg" alt="" width="102" height="143" />Ursula Franke – Quando fecho os olhos, vejo você, Editora Atman</em></p>
<p><em>Próximas constelações e workshops sistêmicos nokomando &#8211; <a href="http://www.nokomando.com.br"><strong>clique aqui!</strong></a><br />
</em></p>
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		<title>Alcoolismo – a dor do sistema familiar clamando por ser visto</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 15:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitudes compulsivas]]></category>
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		<description><![CDATA[Alex Possato conta como superou o alcoolismo através da constelação familiar sistêmica<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=285&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://allcare.net/s2/images/alcoholism21.jpg" alt="" width="418" height="264" />Esta semana recebi um email de alguém preocupado com um caso de <a href="http://www.alcoolismo.com.br/">alcoolismo</a> na família. Sei bem o que isso significa. Fui alcoólatra. Meu pai foi alcoólatra e meu avô materno também. E hoje, em desenvolvimento humano, trabalho com os sonhos e motivação das pessoas, que podem ser completamente destruídos por esta droga legalizada: o álcool. Conheço, então, três lados da coisa: de quem bebeu, quem presenciou e conviveu com os efeitos do alcoolismo em parentes próximos e como consultor, que acompanha o trabalho de constelação familiar sistêmica que minha companheira e esposa,  <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresia Maria</a>, realiza, aqui em São Paulo.</p>
<p>Theresia conviveu comigo na fase difícil da bebida, quando eu não tinha motivação de trabalhar, vivia super-ansioso e totalmente ausente, de espírito. Na época, eu tinha as desculpas mais esfarrapadas: não sou alcoólatra! Eu sei o que estou fazendo! Eu não bebo tanto, não vivo dando escândalo e nem caindo pelas sarjetas! Mas depois aprendi, numa das quatro visitas que fiz no AA, que não é a quantidade ingerida, mas a incapacidade de dominar o impulso de beber que determina o alcoolismo. E, lógico: dentro de mim eu sabia que estava atrasando minha vida, ao tomar mesmo que fosse meia garrafa de cerveja. Simplesmente porque necessito na minha mente consciente para o meu trabalho, e a bebida tira a minha consciência. Não tanto para eu ficar bêbado, mas só o suficiente para eu não conseguir mais escrever, trabalhar, atender. Portanto, tornava-me um inútil. Um inútil alegre, afinal, eu adorava o “barato” de estar ligeiramente zonzo. E as vezes, totalmente&#8230;</p>
<p>Theresia teve uma paciência e dedicação incrível. E eu tive muita força de vontade para ver que, mesmo sendo uma quantidade mais ou menos pequena, para aquilo que vim fazer neste planeta, que é servir aos outros com o meu trabalho e talento, nem um copo de cerveja poderia ingerir. Foi duro admitir isso. Afinal, a Juliana Paz está aí, toda hora, para me mostrar como a vida com uma loira na mão é boa! Mas não é não. Era um insulto à minha inteligência, beber. Eu sabia disso. Mas não conseguia parar. E resolvi mergulhar fundo na questão. O que fazia eu beber?</p>
<p>Bem, a primeira resposta é: isso é hereditário. Veio do meu pai, do meu avô! Fácil! Achei  um culpado. Os dois se remexeram no túmulo, quando pensei este pensamento abominável. Já não basta toda a dor que eles viveram, e eu ainda para culpá-los de um vício que era meu? Bem&#8230; está certo. Comecei a investigar mais fundo ainda. Influência da propaganda. Más amizades&#8230; Ah, é isso! Más amizades! Vovó dizia que as más companhias me levariam ao vício. Engraçado. Quando lembrei quais as más amizades que eu tinha, vi que era tudo gente boa, muitos dos quais ainda hoje, amigos leais. E agora? Por que bebo?</p>
<p>Está certo. Resolvi olhar para o meu íntimo. E vi. Eu tinha medo. Medo de encontrar pessoas. Medo de me soltar, de rir, de ser feliz. Sentia uma dor inexplicável no peito. Tinha mágoa do papai, mágoa da mamãe, mágoa da vovó, do vovô. Até do meu irmão, que se suicidara anos atrás. Eu carregava o mundo nas costas. Todas as dores do mundo. Eu achava isso, era claro. Carregava coisa nenhuma. Senti que eu vivia um sofrimento inexplicável e irreal. Minha vida não fora tão ruim, apesar da separação dos meus pais no meu nascimento, do abandono da minha mãe, de eu ter sido criado preso pelos meus avós, da esquizofrenia do meu irmão, da pobreza da minha família&#8230; É sério. Não foi ruim, não. Hoje, tenho muita gratidão por esta vida, que me transformou em homem. Mas eu não queria ser homem. E então, bebia. Para fugir do medo. Comecei a fazer constelações sistêmicas. Decidi que não queria mais o medo. Decidi que queria amar meu pai e minha mãe, mesmo sem saber como. Decidi que queria ser feliz.</p>
<p>E então, tudo começou a mudar. As nuvens de cobranças foram desaparecendo. Quem é que cobra eu ser melhor do que já sou? Ninguém! Se paro de perder energia nas minhas emoções conflitivas, esta energia, automaticamente, vai para algo produtivo, para a criatividade, para o trabalho, para a diversão, para o prazer, para a espiritualidade&#8230; Foi isso que aconteceu. Mas tive que olhar para os fatos escondidos da minha família. Tive que olhar para meu pai e para minha mãe, e aceitá-los, do jeito que foram. Tive que abraçar meu irmão, mesmo que somente com o coração, já que ele repousa morto, num túmulo, em Arujá. Lembro-me como foi bom ter ido até o cemitério, levado meus dois filhos, e colocado um lindo vaso de flores em sua lápide. É lógico que o mano não está no túmulo. Eu senti ele sorrir, e até pude deixar escapar uma lágrima de perdão, e alívio.</p>
<p>Percebi, na minha família, que quase todo mundo fingia que vivia unido, mas na verdade, todos escondiam suas dores. E aí eu respondi ao amigo, que havia enviado o email, preocupado com o irmão alcoólatra. Ele queria saber se a constelação familiar resolve o problema do irmão. E eu falei: o problema do alcoolismo não é do irmão. É da família. Quando todos escondem seus sentimentos, fingem que está tudo bem, tem mágoas dos pais e não resolvem isso, não trabalham a si mesmo, esta emoção vai se acumulando. E alguém da família pode sentir uma necessidade inconsciente de “harmonizar na marra” esta dor, nem que seja com a sua própria saúde, ou com a sua própria vida, como foi o caso do meu irmão. Para se curar  o alcoolismo, é necessário que o alcoólatra queira. Mas para se curar a alma familiar, que permite que surjam casos de alcoolismo, é necessário honestidade, vontade e amor aos membros familiares. E este amor pode vir de qualquer membro da família. Sempre existe alguém preparado para amar – geralmente, o alcoólatra não consegue, já que está com seus neurônios imersos em solução etílica. É aí necessário alguém despertar, parar de se meter na vida dos outros, e resolver suas próprias pendências emocionais. Cada um resolve a própria. Este é o amor que Bert Hellinger, o criador da constelação familiar, diz. Todo o resto, a preocupação, a tentativa de “curar” as pessoas doentes, as críticas contra as atitudes “erradas” dos outros, de nada adianta, a não ser, prorrogar a herança de dor e infelicidade.</p>
<p>Libertei-me do álcool. Mas principalmente, libertei-me da necessidade de culpar meus pais e parentes pela minha dor. Não há culpados. Não há dor. Deus não me criou para ficar me lamentando. Deus criou cada ser humano para compartilhar o amor, que é a essência de tudo. Só isso.</p>
<p>Alex Possato é consultor de marketing espiritual e comunicação, escritor, numerólogo e diretor do <a href="http://www.nokomando.com.br"><strong>nokomando</strong></a></p>
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		<title>Rejeição e filho adotivo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 14:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adoção]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimentos de constelação]]></category>
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		<category><![CDATA[problemas na adoção]]></category>
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		<category><![CDATA[ser pai adotivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Rejeição é uma emoção que vem do sistema familiar - um pouco da minha história, da minha adoção, da minha libertação deste sentimento<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=238&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" src="http://www.gov.mb.ca/fs/images/adoption9.jpg" alt="" width="432" height="288" />Rejeição e filho adotivo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sou pai adotivo. E filho adotivo. Meus pais se separaram logo na época do meu nascimento, e então se iniciou uma disputa entre meus avós paternos e minha mãe para ver com quem ficariam “as crianças” – eu e meu irmão mais velho. Eles, meus avós, mas principalmente minha avó, mãe do meu pai, achava que nós não estávamos sendo bem cuidados. Isso era fato: volta e meia, apresentávamos problemas de saúde, alergias, gripes prolongadas&#8230; a alimentação não era bem controlada. Ficávamos aos cuidados, ou de ninguém, ou de alguma empregada. Uma das quais, uma evangélica fanática, gostava de nos espancar, com uma bela cinta de couro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Certa vez, ao visitar vovó, ela percebeu as marcas e vergões dignas de um feitor de escravo do século XVII. Não teve dúvidas: rumou à delegacia e abriu um boletim de ocorrência. Mamãe não era uma má pessoa: estava envolvida em suas neuras, desde criança, e não podia e nem sabia fazer melhor. Tanto que aposentou-se precocemente, por invalidez emocional&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De qualquer forma, eu não estava muito atento a estes fatos. A vida passava, e eu era muito “desligado”&#8230; Não sofria, embora uma amiga psicóloga sempre tentou me obrigar a entender que eu sofria, e estava simplesmente bloqueando emocionalmente os fatos dolorosos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Cresci, estudei, comecei a criar uma visão do mundo, e lógico: durante o meu período de adolescência, tinha que enfrentar o mundo e começar a fazer minha vida. Eu era inseguro, tímido, e morria de medo&#8230; daí para culpar mamãe, papai e vovó pelas minhas dificuldades, foi um pulinho&#8230; Aí a psicologia “ajudou-me”: deu a desculpa que eu precisava para saber as razões das minhas dificuldades&#8230; Engraçado: quem é que não morre de medo ao enfrentar o mundo, tem sua dose de timidez e insegurança? Adotivos e não adotivos, todos têm, não é mesmo? E se todos têm, isso é problema?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mamãe foi rejeitada, vovó foi rejeitada&#8230;</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Hoje, já passei dos quarenta. Estou ótimo e sinto-me um molequinho&#8230; igualzinho quando saí da casa de vovó, aos quinze anos, para ir morar com mamãe. Pois é, o filho pródigo de retorno ao lar&#8230; Cresci, criei minha família, e&#8230; lógico, algo me fez adotar&#8230; Poderia dar milhares de explicações do por que adotar, mas simplesmente estava em mim, e na minha esposa&#8230; era uma força maior do que minha razão&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De alguma forma, queria fazer uma família feliz&#8230; Queria construir o modelo de família que eu não tive&#8230; e por algum motivo, neguei meus pais, meus avós e minha infância&#8230; Casei com uma mulher incrível, tive a primeira filha e adotei o segundo filho – este, um molecão que já chegou com quatro anos de idade, e que me provocou muito&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Adotei “eu mesmo”, sem saber. Por alguma volta do destino, estava refazendo o caminho da minha vida, da minha infância, e depois descobri, da vida da minha mãe e da minha avó&#8230; Pois é: elas também foram rejeitadas. Vovó perdeu sua mãe quando era criança. Ficou extremamente ferida e carente&#8230; E seu pai, meu bisavô, a deixou, para ser cuidada pela&#8230; adivinhem? Vovó – a mãe dele&#8230; Minha avó deve ter ficado “fula da vida”! Geniosa, forte, dominante, tão logo alcançou a maioridade, tirou o nome paterno do seu&#8230; Excluiu o pai da sua vida&#8230; como se isso fosse possível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Minha mãe nunca fora abandonada&#8230; mas sentiu-se. O pai, meu avô, era alcoólatra. Japonês, vindo da pobreza e miséria do Japão pós-guerra, como todo bom japonês, era seco igual um punhado de farinha. Ele também fora rejeitado pelo seu país&#8230; saiu a contragosto, empurrado pela dificuldade. E não conseguiu estar presente para seus filhos. Mamãe sentiu-se também rejeitada. Todo mundo era melhor que ela, mais bonito, mais esperto, mais inteligente. E ela era um lixo. Pelo menos se sentia assim, e ainda traz esta péssima auto-estima&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A rejeição vem do sistema familiar</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Hoje trabalho com psicoterapia. Trabalho com constelação familiar sistêmica. Minha parceira, mestre terapeuta, ajudou-me a resgatar este passado. E a constelação ajuda-me a perceber que a rejeição não é do filho adotivo que eu fui, nem existem culpados para ela. Minha mãe tinha esta rejeição, o pai dela também, minha avó também e até meu bisavô, com certeza, sentiu-se rejeitado. Esta história não tem fim. Trazemos impregnado em nosso DNA heranças ancestrais. Nossos medos e alegrias, traumas e conquistas não são reflexo somente de fatos que vivenciamos na nossa infância&#8230; Eles são carregados pela linhagem familiar. Qualquer mamãe ou papai sabe que os filhos já nascem com determinados comportamentos, com características emocionais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Já vi isto até em ninhadas da minha cachorra. Enquanto alguns filhotes, alguns dias de vida, se atiravam desesperadamente atrás do leite, um ou outro, não tinha força, eram medrosos e parados. E com certeza, teriam mais dificuldades na vida&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Eu herdei um pouco desta lerdeza, deste medo de mamar nas tetas da vida. E não foi culpa da minha mãe. Nem do meu pai. Nem de ninguém. Através da constelação, entrei em contato profundo com esta emoção da rejeição, que é lugar-comum da minha história familiar. Comecei a aceitar minha família. A acolher todos os que foram rejeitado. E assim comecei a aceitar a mim mesmo. Pois sou parte intrínseca desta família. Eu não seria nada, literalmente, sem minha história, sem meus pais, avós e antepassados. E somente aí, comecei a realmente ser pai do meu filho. Ele deixou de ser “eu quando garotinho”, e passou a ser uma individualidade. Alguém também com um história, que um dia irá confrontá-lo. Mas que cabe a ele resolvê-la. Meu filho faz parte do meu sistema, hoje. Mas também, principalmente, é filho dos pais biológicos dele. Isso nunca irá modificar. Um dia, eu voltei à minha mãe e reaproximei-me do meu pai. Cheguei inclusive a cuidar dele, em seus últimos meses de vida dominada por um câncer generelizado. Não foi bondade, não foi caridade. Simplesmente tinha que ser assim. E fico satisfeito por ter feito isso, mesmo que às vezes tenha sentido muita vontade de dar um “pé-na-bunda” do velho, tão exigente e arrogante&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Meu filho adotivo tem o caminho dele. Eu sou o pai adotivo. Sou o segundo pai, segundo a constelação familiar sistêmica diz. E sempre estarei aqui, como segundo pai. Ele tem um primeiro pai. E uma primeira mãe. Não sei se eles estarão presentes a ele, algum dia. Mas isso é pacote que ele terá que desembrulhar&#8230; Eu faço a minha parte. Hoje, eu me não me sinto mais rejeitado. Espero que ele também não se sinta. Pois a cura para isso está na inclusão: incluir aqueles que também foram rejeitados em nosso sistema, a começar pelo&#8230; papai e mamãe&#8230; Por mais doloroso que isso possa ser, só posso dizer uma coisa: esta dor liberta&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Alex Possato é consultor e diretor do <a href="http://www.nokomando.com.br"><strong>nokomando-desenvolvimento pessoal e profissional</strong>. </a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação sistêmica em grupo contínuo – <strong>12 encontros</strong> – grupo de trabalho e estudo. <em><strong><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/workshops%20e%20palestras.htm#12encontros">Clique aqui!</a></span></strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação sistêmica em grupo com a terapeuta alemã Theresa Spyra <em><strong><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Clique aqui!</a></span></strong></em></span></p>
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		<title>Relacionamento em crise: separar ou reconciliar?</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/07/relacionamento-em-crise-separar-ou-reconciliar/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/07/relacionamento-em-crise-separar-ou-reconciliar/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 16:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento homossexual]]></category>
		<category><![CDATA[codependência]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento afetivo]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima e relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar sistêmica e relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise no casamento]]></category>
		<category><![CDATA[crise no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[separar ou reconciliar]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[Separar ou reconciliar? Quando ainda há caminho para ficar juntos? E quando é a hora de partir para uma melhor? Entenda como a constelação familiar sistêmica atua sobre as emoções envolvidas no relacionamento, e principalmente, em relação à sua auto-estima, deixando claro que o caminho para a solução passa pela honestidade emocional.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=212&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" title="Honestidade emocional, a solução..." src="http://www.ineedmotivation.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/relationship-conflict.jpg" alt="" width="383" height="254" />Você sabe por que duas pessoas permanecem juntas durante um período de tempo, numa relação afetiva? As pessoas costumam dizer: o amor&#8230; afinidade, companheirismo, respeito mútuo, amizade&#8230; Palavras bonitas, certo? Mas vazias&#8230; O que mantém duas pessoas unidas é, nada mais, nada menos, que: interesses comuns. Está certo, não vou ser radical: existem casos em que ambos os parceiros entraram num estágio além dos interesses. Mas este tipo de amor não é tão simples: ele requer liberdade total para ambos, aceitação de todos os pontos positivos em si e no outro, independência, respeito. Este tipo de amor exige dois seres íntegros que, juntos, formam algo maior&#8230; Acredito firmemente que isto pode ser alcançado, embora, a princípio, sempre esbarraremos nos interesses que permeiam qualquer relação.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quando um casamento ou relação afetiva entra em crise, este amor sublime que falei acima não está manifestado. Ele existe, mas se esconde. E o que a crise está dizendo? Está dizendo que os interesses que havia na relação estão em conflito. Vamos ser bem claros a respeito dos interesses? Bem, se você tem um parceiro ou parceira, o que procura nela? Sexo, prazer, segurança, conforto, carinho, proteção, incentivo, grana, força, suavidade&#8230; Acho que isso é óbvio, não? Então, porque negamos tudo isso? Ah&#8230; isso é uma longa história, de mentiras que somos ensinados a acreditar para evitar olharmos para nossas próprias necessidades. Merecemos, sim, carinho, sexo, prazer, vida estável, segurança financeira&#8230; Sim, merecemos e devemos ir atrás disso.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mas como somos ensinados a não reconhecermos isso na frente dos outros, fingimos que não precisamos dessas coisas. Porém, inconscientemente, queremos que o parceiro ou parceira nos dêem isso que queremos. O parceiro ou parceira, do outro lado, também quer que nós supramos o que eles sentem falta. Enquanto esta troca de necessidades estiver relativamente equilibrada, o relacionamento permanece. Mas, quando isso é rompido, quer dizer, quando de um lado ou de outro deixamos de receber aquilo que recebíamos, o relacionamento estremece. Por exemplo, quando o parceiro do qual queremos segurança financeira é demitido ou tem sua empresa falida, algo dentro de nós grita. Ou da parceira que exigimos carinho, quando nasce o primeiro filho e ela desvia a atenção para a criança, sentimos uma perda emocional tremenda. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Como essas necessidades não são faladas, muitas vezes nem reconhecidas, começam a ocorrer brigas sem nem mesmo entendermos o porquê. A crise pode provocar o rompimento da relação, a separação do casal, quando não existe mais a possibilidade de suprirmos as nossas necessidades na figura do parceiro. E vice-e-versa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">E devemos reconhecer: mesmo que não haja rompimento, uma relação baseada na cobrança mútua, onde exigimos que o outro nos dê aquilo que sentimos falta, está longe de manifestar o amor profundo, que falei no início do nosso papo.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A reconciliação em crise de relacionamento</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A separação ocorre no não reconhecimento das nossas necessidades interiores, que inconscientemente jogamos na responsabilidade do outro. E a reconciliação? É simples: começa no reconhecimento destas necessidades. E mais: no entendimento que somente eu posso me preencher daquilo que sinto falta. É um trabalho interior, pessoal, que passa por auto-conhecimento e terapia, em alguns casos. Não porque somos loucos ou neuróticos. Mas simplesmente porque todos carregamos estas dores emocionais, e temos a tendência de culpar o marido, a esposa, o papai ou a mamãe por elas. E somente nós podemos nos suprir daquilo que achamos que falta. Porque, na realidade, nada nos falta. Se o outro lado da história, o parceiro, também se trabalhar neste aspecto, o relacionamento pode ser reconstruído. Se não, é separação na certa. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mas quero falar na reconciliação: imagine você num relacionamento onde o seu parceiro está íntegro e honesto. Consciente das suas necessidades, qualidades e defeitos e, por isso, não joga a responsabilidade de nada sobre você. Você não precisa ser mais carinhoso, mais amoroso, mais eficiente, ganhar mais, estar mais presente. Você é bacana como é. E ao mesmo tempo, você se sente íntegro, honesto consigo mesmo: sabe que possui pontos que pode melhorar, e trabalha por isso. Consciente da sua capacidade, faz o melhor que pode, a cada instante. E os dois, honestos e conscientes, buscam construir, juntos, uma relação de prazer, conquistas, desfrutar a vida que é bela e, muitas vezes, nem é vista. Imagine que você se permite, às vezes, estar sozinho, solitário, trabalhando suas questões consigo mesmo. E permite também ao outro seus momentos de solidão. O que seria você, numa relação onde, nem sempre, precisaria estar presente na família, e poderia curtir seus próprios amigos? E também permitisse ao outro a mesma coisa?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">E juntos, curtissem algo que ambos gostam muito de fazer?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este tipo de relacionamento é possível. Este tipo de relacionamento se constrói. Desde que ambos os lados permitam-se serem honestos. Em primeiro lugar, honestos consigo mesmo.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Constelação familiar sistêmica – abertura de soluções em crises de relacionamento – atendimento individual ou em grupo com a terapeuta alemã Theresa Spyra, <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm"><strong>clique aqui</strong></a></span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Veja a programação completa do nokomando – soluções sistêmicas&#8230; Em breve “workshop constelação familiar sistêmica e soluções nos relacionamentos” – <a href="http://www.nokomando.com.br/agenda%20nokomando.htm">clique aqui</a></span></strong></p>
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			<media:title type="html">Honestidade emocional, a solução...</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Como a constelação familiar sistêmica pode acessar um script e redirecionar o cliente em direção à cura</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/como-a-constelacao-familiar-sistemica-pode-acessar-um-script-e-redirecionar-o-cliente-em-direcao-a-cura/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/como-a-constelacao-familiar-sistemica-pode-acessar-um-script-e-redirecionar-o-cliente-em-direcao-a-cura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar x Análise Transacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Bert Hellinger e Eric Berne]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar e análise transacional]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar sistêmica em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[script e identificação]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[A constelação familiar sistêmica auxilia na exposição de um "script" inconsciente de uma pessoa, que segue um impulso para agir de determinada forma, as vezes provocando dor e sofrimento para si mesmo.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=202&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></p>
<div id="attachment_204" class="wp-caption alignleft" style="width: 184px"><img class="size-full wp-image-204" title="atendimento-individual1" src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2009/03/atendimento-individual1.jpg?w=174&#038;h=232" alt="atendimento individual de constelação sistêmica, com Theresa Spyra" width="174" height="232" /><p class="wp-caption-text">atendimento individual de constelação sistêmica, com Theresa Spyra</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Um fato é certo: tanto Bert Hellinger quanto Eric Berne, os criadores da constelação familiar sistêmica e da análise transacional, concordam – o ser humano segue um programa pré-estabelecido, que guia suas emoções, pensamentos e atitudes, às vezes empurrando-o para uma vida desconfortável, relacionamentos problemáticos, vícios e até a morte.</p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Embora Berne acredite que a origem dos <em>scripts</em>, que são estes “roteiros” de vida que assumimos, seja na relação parental, quer dizer, papai e mamãe, ele admite que esta origem possa remontar de antes do nascimento. Como? Geneticamente? Talvez&#8230; E Hellinger diz, em palavras diferentes, isso: nos identificamos com algum membro do nosso sistema familiar do passado que tenha sido excluído, e por amor a ele, inconscientemente passamos a viver uma vida em busca da inclusão, de ser aceito&#8230; Isso detona relacionamentos, as vezes a saúde e a possibilidade da realização pessoal. Como esta identificação ocorre? Hellinger gosta da <strong>teoria da ressonância mórfica</strong>, que diz que os membros de um mesmo grupo tem acesso a um arquivo de idéias, inconscientes, que são acessados por pessoas que não tiveram contato com a “origem” destas idéias. Podemos também pensar na teoria do inconsciente coletivo, de Jung, ou da transmissão genética de fatores emocionais, aceito por Daniel Goleman.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A constelação ajudando na cura do <em>script</em></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Fato é que ninguém deseja permanecer com um “roteiro” que o conduza à infelicidade. Pelo menos os clientes que procuraram um trabalho terapêutico, significa que cansaram do sofrimento, e desejam a felicidade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">É possível mudar este <em>script</em>? É possível mudar a identificação? Sim, mais uma vez, tanto a análise transacional como a constelação familiar sistêmica concordam. Partindo por métodos diferentes, as duas propõem que o poder de mudança está na vontade do cliente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Concordo com isso. Percebo, nos trabalhos de constelação, que aquele cliente que assume a responsabilidade pela própria felicidade, já deu o maior passo para a libertação e mudança. As curas acontecem. E graças ao método sistêmico trabalhar com a mente inconsciente, o <em>script </em>é mudado sem a necessidade exata de analisar ele exaustivamente. <a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/25/video-de-constelacao-familiar-sistemica-em-22-de-marco-de-2009/">O cliente, rapidamente percebe o seu envolvimento emocional com este roteiro de sofrimento, e percebe que pode e deseja mudar.</a> Por isso, considero a constelação familiar sistêmica um ótimo apoio à análise transacional, por trazer os <em>scripts</em> à tona, de forma imediata, permitindo uma reprogramação da vida do cliente, libertando a criança interior da identificação com idéias e emoções conflitivas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Leia o texto comparativo entre as teorias do <em>script</em>, de Berne, e da identificação, de Hellinger. <strong><a href="http://serterapeuta.wordpress.com/2009/03/31/script-x-identificacao-%E2%80%93-comparacao-das-teorias-da-analise-transacional-e-constelacao-familiar-sistemica/">Clique aqui!</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação familiar sistêmica, com a alemã Theresa Spyra,<strong> <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">clique aqui</a></strong></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/202/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/202/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/202/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=202&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Para salvar uma relação afetiva, com constelação familiar sistêmica – dicas sistêmicas para salvar crises no relacionamento</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/27/para-salvar-uma-relacao-afetiva-com-constelacao-familiar-sistemica-%e2%80%93-dicas-sistemicas-para-salvar-crises-no-relacionamento/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 14:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[codependência]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas para salvar crise no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[harmonia conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[harmonia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento afetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[dicas sistêmicas para salvar crises no relacionamento<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=190&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" title="existe caminho para a reconciliação" src="http://farm4.static.flickr.com/3296/3067540860_5fcd3b6a9c.jpg" alt="" width="375" height="500" />Quando uma relação entra em crise, na verdade ela só está expondo os problemas sistêmicos encubados, que já existiam antes mesmo do casal se conhecer. Trazemos conosco tendências de emoções, pensamentos e comportamentos hereditários, e estas tendências ficam latentes, esperando só o momento para se manifestar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Devido a elas – as emoções latentes, encontramos exatamente o tipo de parceiro ideal para que isso ocorra. Parece maldade do universo, certo? Mas não é&#8230; É exatamente o contrário: a natureza humana faz com que, ao manifestarmos esta “combustão” sistêmica, possamos limpá-las do nosso sistema familiar. Pois é, herdamos tendências a manifestar determinados comportamentos para que, ao trabalhá-los, eles não ocorram mais, e possamos deixar aos nossos filhos e netos a imunidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Não sei se isso parece estranho, mas é exatamente assim que ocorre a evolução biológica das espécies. Cada geração que vem, é mais forte que a anterior. Como todos percebem, os homens vivem cada dia mais anos – isso significa que ele se torna forte, a cada geração. E como ele se torna forte? Enfrentando todas as calamidades, doenças, epidemias que surgiram durante os séculos e séculos de existência humana. Somente os fracos sucumbem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">As emoções e pensamentos conflitantes, segundo a teoria sistêmica, também passam por esta depuração. E a linhagem familiar quer, no fundo, que seus descendentes sejam fortes, para que a linhagem se perpetue. Faz sentido, certo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mas vamos lá: o que tem a ver este papo de gerações mais fortes, emocionalmente, e as crises de relacionamento? Bem, como disse acima, a crise é uma oportunidade de ficarmos fortes emocionalmente. Para se resolver um problema emocional, é necessário olhar para ele. Quando surge uma briga, por mais que a razão diga coisas do tipo: você é insensível! Você me traiu! Você não liga para mim, só para os filhos! Você está com caso com outra! Você está uma balofa! No fundo, tudo isso é desculpa&#8230; O que a emoção está dizendo por detrás das acusações? Geralmente, coisas do tipo: quero ser visto&#8230; quero carinho&#8230; quero que você me abrace e não fale tanto&#8230; quero compartilhar&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A busca do ser visto e acolhido é sistêmico. Todos nós temos esta necessidade, e isso é herdado do sistema familiar. Quando não sabemos lidar com esta necessidade, queremos que o parceiro faça isso por nós. E como atraímos exatamente o tipo de parceiro que precisamos para depurar nossas emoções, ele também quer o mesmo de nós. O que acontece quando duas crianças querem o mesmo doce? Podem brigar&#8230; ou dividir&#8230; Se um deixar a sua parte para o outro, desculpe-me a expressão, mas está ferrado. Porque quem deu a sua parte, permanece com a carência. E o outro, inconscientemente, assume o papel de culpado, porque recebeu mais do que merecia. É&#8230; as regras sistêmicas são muito diferentes que as “crenças sociais” sobre relacionamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por isso, vou falar sobre dicas sistêmicas para salvar crises no relacionamento:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">1 – um parceiro deve reconhecer que o outro tem raízes diferentes. Deve respeitar e amar a família do outro, sinceramente, pois os problemas originam-se nas raízes;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">2 – um parceiro deve cuidar das suas raízes. Só pode resolver os problemas que tem a ver consigo. Não tem nada a ver com o outro, nem deve cobrá-lo. Isso quer dizer: problema no casamento significa curar as próprias mágoas que se tem do papai e da mamãe;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">3 – um homem e um mulher tem o mesmo valor e validade. A família de cada um tem o mesmo valor e validade;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">4 – um parceiro deve dar e receber na mesma medida. Se quer dar, mais que receber, há crise. Se quer receber, mais que dar, há crise;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">5 – no amor familiar, há uma hierarquia. O relacionamento do casal é o mais importante. Depois, vem os filhos. Dar mais atenção aos filhos que ao relacionamento do casal, indica problemas sistêmicos que detonam em crise;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">6 – os filhos são felizes quando os pais amam-se mutuamente. Cuidar dos filhos significa, em primeiro lugar, cuidar da boa relação entre o casal. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">7 – quando se está em segundo ou terceiro casamento, o parceiro deve reconhecer que os filhos do outro na relação anterior tem prioridade. Deve reconhecer que a ex-esposa ou ex-marido tem prioridade. A segunda mulher será sempre a segunda. O segundo marido será sempre o segundo. Sistemicamente, é assim, e esse reconhecimento restabelece o equilíbrio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">8 – para os filhos, a madrasta ou padrasto estão sempre em segundo lugar, do que o pai ou a mãe biológica. E isso não importa se a relação com os progenitores é boa ou não. Padrasto é o segundo pai. Madrasta é a segunda mãe. Só isso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">9 – quando nasce um filho numa relação extra-conjugal, a relação original está acabada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">10 – o sistema familiar impele seus membros à procriar. Significa que os pais deram continuidade à vida. Num relacionamento sem filhos, não há como a vida ser transmitida para frente, e então, este fato deve ser compensado com a dedicação a um todo maior, seja profissionalmente, espiritualmente, dedicando-se às artes, ou outra forma de expressão de vida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">11 – longos relacionamentos sem casamento, ou seja, o compromisso de ficar juntos, seja isso oficial ou não, significa que o parceiro está passando a mensagem ao outro: você não é bom o suficiente para mim. E vice-e-versa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">12 – a fidelidade baseada na idéia: eu sou a única pessoa boa para você, e portanto, você é só meu, está contaminado com questões sistêmicas. Um casal ajustado é fiel, até o momento que tiver que ser.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">13 – não existe perdão no relacionamento. Quem perdoa, se coloca em posição superior ao outro. E quem pede perdão, joga toda a responsabilidade da sua culpa ao outro. A solução para um erro é dizer: fiz isso. Sinto muito. Com sinceridade. O único perdão válido é o mútuo: eu lhe feri. Você me feriu. Vamos nos perdoar e recomeçar&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">14 – encontrar um parceiro ideal significa estar consciente e equilibrado com as próprias emoções sistêmicas, permitindo encontrar alguém igualmente equilibrado e consciente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Dia 4 de abril, sábado – constelação familiar sistêmica em São Paulo, com a trainer alemã Theresa Spyra – trabalhando e liberando causas sistêmicas de problemas de relacionamento! <strong><em><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Clique aqui e saiba mais!</a></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/190/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/190/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/190/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=190&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>As Constelações Familiares como Psicoterapia</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/13/as-constelacoes-familiares-como-psicoterapia/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/13/as-constelacoes-familiares-como-psicoterapia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 13:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[constelação e psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[livro Ordens da Ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[movimentos da alma]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://constelacaosistemica.wordpress.com/?p=178</guid>
		<description><![CDATA[Bert Hellinger, criador da terapia conhecida como Constelação Familiar Sistêmica, comenta sobre o desenvolvimento do trabalho, no início com mais interferência do terapeuta na condução, até chegar ao que ele chama de "movimento da alma", onde o sistema familiar, por si só, demonstra uma inteligência maior em busca do reajuste, movimentos que são percebidos através dos participantes da dinâmica.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=178&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--><!--[if !mso]&gt;--></p>
<p class="MsoNormal">
<div id="attachment_179" class="wp-caption alignleft" style="width: 187px"><img class="size-full wp-image-179" title="constelacao" src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2009/03/constelacao.jpg?w=177&#038;h=236" alt="constelação familiar em São Paulo, com Theresa Spyra" width="177" height="236" /><p class="wp-caption-text">constelação familiar em São Paulo, com Theresa Spyra</p></div>
<p>Gostaria de dizer como as <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Constelações Familiares</a> se desenvolveram e como continuam a se desenvolver, segundo a minha experiência. No início, as Constelações Familiares eram, no fundo, uma forma de Psicoterapia. Portanto, nós as oferecíamos no contexto da psicoterapia e para pessoas que procuravam psicoterapia. Frequentemente eram pessoas que estavam doentes de corpo e alma. As Constelações Familiares as ajudaram. A postura que tínhamos era a do treinamento psicoterápico, na qual tínhamos sido treinados e para o qual estávamos direcionados. No início, isso marcou muito as Constelações Familiares.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Qual era a postura? Era a idéia de que aqui está um cliente, um necessitado e ali um terapeuta, que foi treinado em determinados métodos e agora conhece as Constelações Familiares e as utiliza no sentido da Psicoterapia. E, na verdade, não era terapia individual, porque aqueles que se utilizavam das constelações já tinham ultrapassado esse momento. As Constelações Familiares se desenvolveram no contexto da Terapia Familiar. Como terapeutas, fizemos algo seguindo aquilo para o qual tínhamos sido treinados. E estávamos treinados a fazer algo. Constelávamos as famílias dessa forma também. Nós deixávamos que eles os constelassem; então interferíamos segundo as nossas idéias e também o que tínhamos aprendido sobre as ordens de relacionamentos e procurávamos uma solução. Primeiro olhávamos para o problema e então procurávamos a solução. Isso trouxe muita bênção. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ir com a alma</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Então ficou óbvio que os representantes são muito mais importantes do que imaginamos, no início. Revelou-se que eles estavam em contato direto com um campo maior e trouxeram algo à luz, simplesmente porque se deixavam levar pelos movimentos que os impulsionavam, por aquilo que ia além daquilo que no início descobrimos sobre as ordens do amor.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De repente fomos confrontados com situações totalmente diferentes e com outros movimentos. Portanto, deixamo-nos conduzir cada vez mais por esses movimentos, que contradisseram muitas vezes as nossas idéias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Então alguns tentaram interrompê-los e, ao invés de esperar por aquilo que se mostrava, interferiam. Foi necessário um certo tempo até que vi –agora falo de mim – que se eu suporto que é necessário esperar e se me exponho ao que se mostra, chegamos a uma profundidade que vai muito além da psicoterapia. Aqui somos levados de repente a entrar em contato com poderes fatais, perante os quais falhamos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De repente vemos, por exemplo, que alguém se sente atraído inexoravelmente para a morte. Ou alguém sente que precisa morrer. Com quais métodos que aprendemos na psicoterapia podemos, então, fazer algo aqui? Podemos realmente fazer algo? Ou aqui a ajuda chega a um limite onde o soltar se torna importante? E onde a ajuda real começa, quando deixamos de agir? Uma outra força assumiu aqui a liderança. Eu me deixo levar por essa força e, de repente, sei se devo fazer algo e o que devo fazer, mesmo se no início, algumas vezes, pareça ser absurdo. Mas eu vou com esse movimento e então resulta algo que nunca poderia ter previsto antes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Portanto, isso vai além do contexto da terapia familiar e, por fim, da psicoterapia. Portanto o que começou com as Constelações Familiares tornou-se um ir com a alma. Qual alma? Não a própria, não a do cliente, não a do representante, mas uma alma que atua em todos da mesma maneira.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Se entrarmos em sintonia com essa alma, ficamos seguros. Nós permanecemos parados perante algo impalpável, e o impalpável fica de repente palpável no resultado. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bert Hellinger, <em>Ordens da Ajuda, Atman &#8211; </em>Pgs 232/233</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/12/livro-%E2%80%9Cordens-da-ajuda%E2%80%9D-de-bert-hellinger/">Leia a avaliação sobre o livro “Ordens da Ajuda”</a>, de Bert Hellinger, pelo <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato">consultor Alex Possato</a></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Grupo de Trabalho e Estudo de Constelação – em 12 Etapas, com a facilitadora alemã <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresa Spyra</a>, em São Paulo – <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm"><strong>clique aqui e saiba mais!</strong></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/178/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/178/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=178&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Problemas entre pais e filhos: a chave da compreensão pela constelação familiar sistêmica</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/09/problemas-entre-pais-e-filhos-a-chave-da-compreensao-pela-constelacao-familiar-sistemica/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 21:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[codependência]]></category>

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		<description><![CDATA[A família é um só corpo e uma só mente. Educar o outro é educar a si mesmo. Corrigir um é corrigir todos. Conhecer a si é conhecer a todos. Os problemas são a chave desse conhecimento profundo, trazido pela constelação familiar sistêmica<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=167&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.fiddlesticksdallas.com/images/Demdaco/2007/26031-father-daughter.jpg" alt="" width="289" height="299" />Acredito que você foi criado como eu: um pai, mãe ou tutor, quem sabe uma instituição, que trabalhou duramente para provar que você nasceu errado, com defeitos, e que tinha que aprender a ter o comportamento certo, para se dar bem na vida. Se o filho é mole demais: “tá vendo, vai ser um zé mané puxando carrinho de papelão!”. Se é impulsivo e cheio de opinião: “não respeita os outros. Tá com o rei na barriga! Tem que ser mais humilde!” Se é dócil e manso: “parece um bichinha. Vão te fazer de gato e sapato!”. Se é voltado para negócios e ganhar dinheiro: “que egoísta! A vida não é só matéria, não! Tem que ser mais companheiro! Cadê a caridade?”.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O pai educa o filho olhando a falta, o problema, aquilo que ele acha que, se o filho mudar, poderá ser mais feliz, mais aceito, mais íntegro. Não faz isso por maldade. Mesmo sem acertar o alvo, faz isso por amor.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O filho, do seu lado, também olha e julga o pai e a mãe. Eles fizeram isso e aquilo, agora vivem este casamento sem sal nem carinho. Papai trabalhou e nunca conseguiu nada – como pode me dar conselhos? Mamãe só exige: ela que tem que dar carinho, não sou eu! Talvez o íntimo reaja dessa forma, mas na atitude tenta, a todo custo, demonstrar amor aos pais. Porém, o filho sente-se cobrado sempre por ser melhor, diferente, perfeito. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pai e filho estabelecem uma relação de loucos: ambos querem o bem, um do outro. Mas para alcançar o bem, julgam os erros e focam-se nos problemas que o outro tem.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este é o erro de um pensamento que considera o homem como um ser separado do outro. Ledo engano. Não há nada separado de nada, muito menos um pai e mãe separado do filho. Mesmo que fisicamente separados, são uma coisa só, uma só emoção, e seguem um destino comum. Não há como a mão direita ser próspera e saudável, sem a mãe esquerda também participar. Não existe a mão certa e “um exemplo”, ao passo que a outra mão é um paria e um erro total. Não é possível solucionar nada ao ver o outro errado, porque, no fundo, quem vê o outro errado também vê a si mesmo, extremamente errado. E não existe ninguém errado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A constelação sistêmica mostra o problema como caminho para a solução</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A constelação sistêmica demonstra uma nova forma de perceber o pai, a mãe, o filho. Pense em você desta forma. Não existe separação. Pai, mãe e filho são um só corpo. Mesmo que os pais tenham se separado, mesmo que o filho não tenha conhecido os pais, são um só corpo. E os avós paternos e maternos também são parte deste corpo. Se existe um erro do pai, este é um erro de todos. Se o filho acertou, todos acertaram. Mesmo que não vivam juntos, esta a é noção sistêmica de família. O que se faz numa ponta, ressoa na outra, quer queira, quer não. Se minha orelha direita levar um tapa, todo o corpo sente. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O filho busca desesperadamente o amor dos pais. Quer o carinho, a atenção, o colo, a compreensão. E a força, a orientação, a ajuda e o impulso para um dia se libertar e alçar vôo sozinho. E quer mostrar: eu consigo. Eu dou certo! Eu também sou forte e capaz! O pai busca desesperadamente ser aceito pelo filho como pai. Quer vê-lo forte, com capacidade para se virar, seja qual for a tempestade que ele enfrente. A mãe quer desesperadamente acalentar o filho e protegê-lo. Poder segurá-lo no braço e simplesmente estar presente, nos momentos em que ele a procura. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Não importam os atos reais dos pais, mães e filhos. Não importam as separações, abandonos, maus tratos, desobediências, má-criação&#8230; Pelo contrário: elas servem de luz para mostrar que algo precisa ser reconsiderado. Sistemicamente falando, família possui uma energia invisível que a impulsiona para a união, para a aceitação, para o perdão mútuo e o crescimento conjunto. Mesmo quando houve divórcio, os laços sistêmicos clamam por compreensão e aceitação. Quando isso não existe, os filhos carregam a dor emocional. Não a dor do divórcio, mas a dor dos pais que não se aceitam. É possível a aceitação, mesmo com a separação. E só isso já cura o corpo familiar. Bem, eu sei&#8230; não é só. É um passo difícil. Mas necessário.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Todos os problemas precisam ser vistos e acolhidos. Qualquer problema: vícios, traição, abandono, desvios de conduta, doenças, fobias, medos, conflitos. Sistemicamente, problemas são partes do corpo familiar que necessitam ser olhados, por mais doloroso que isso possa parecer, a princípio. A dor emocional já existe interiormente, antes do problema, e quando este surge, é a vida dizendo: olha! A ferida abriu. É o momento em que o corpo está pronto para ser curado!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Últimas vagas para o Grupo de Trabalho e Estudo “Constelação Sistêmica em 12 encontros”. <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm"><strong>Clique aqui e saiba mais!</strong></a></span></p>
<p><!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Acolhimento profundo: o lado materno da constelação familiar sistêmica</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/04/acolhimento-profundo-o-lado-materno-da-constelacao-familiar-sistemica/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/04/acolhimento-profundo-o-lado-materno-da-constelacao-familiar-sistemica/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 18:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar sistêmica e mãe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade e constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Mágoa de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[relação entre mãe e maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra constelação sistêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Acolher o lado materno é muito além de acolher a progenitora: é acolher o poder de criação e acalanto que há em você, seja homem ou mulher. Este "acolher" lhe dá forças, descansa, recupera, redime, liberta... e possibilita você partir rumo ao seu sentido de vida com confiança e vontade.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=157&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_egE9ZaavnSY/R1BgHUSroxI/AAAAAAAAARA/17pzqLxgj04/s1600-R/happiness.jpg" alt="" width="480" height="318" />Caminhamos pela vida buscando construir a nossa felicidade. Queremos uma família bacana, filhos, um amor ao nosso lado e amigos sinceros que possamos usufruir bons e maus momentos. Juntos, todos iguais. E também queremos conforto, uma boa casa, um trabalho que nos dê dinheiro e prazer. E daí percebemos que alguém também precisa ser visto: o eu. Este “eu” quer lazer, diversão, descanso, saúde, sensação de dever cumprido. Mais que isso, este “eu” quer ser visto, aceito, acolhido e reconhecido. Este “eu” se esforça de todas as maneiras para cumprir seus papéis sociais, trabalhar, construir, cuidar da família, ser amigo, mas quanto mais faz, mais é cobrado por fazer. Busca fazer o “certo”, mas parece que está sempre errado. E nunca é o suficiente. E assim, por mais que conquiste, por melhor que esteja a família, por mais talentos e capacidade tenha desenvolvido, não está bom. Como ninguém vê o meu esforço? Por que não sou feliz, se me esforço ao máximo? Por que me sinto tão errado e incompleto?</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Talvez você se sinta assim. E como disse, aquilo que você conquistou não importa. Você pode ter muito, reconhecer de verdade as coisas boas que aconteceram e acontecem na sua vida, mas&#8230; falta algo. Sentir-se acolhido. Falta o ombro amigo e as palavras curativas: sim, eu reconheço o seu esforço. Descansa em meus ombros. Toma fôlego, antes de prosseguir na sua jornada. Aconchegue-se em meu colo e simplesmente descanse. Respire, e esqueça aquilo que você fez certo, e aquilo que você fez errado. Está tudo bem. Não se julgue, porque eu o recebo do jeito que é. E você é muito bom. O melhor que pode ser. </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois é. Buscamos este acolhimento. A constelação sistêmica familiar demonstra que buscamos na mamãe. Mas ela também busca na mamãe dela. E assim sucessivamente. O homem em busca do acolhimento que cura as feridas e regenera as forças. Para poder brilhar, como é seu destino. </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este acolhimento existe, e você vai poder acessá-lo. Ele está mais perto do que imagina. O ombro pronto para você encostar sua cabeça, descansar e ser somente você. Esta capacidade de ser acolhido e de acolher reside dentro de você, e transcende o conceito que você tem de mãe. <em>Ao conhecer a sua mãe, através da constelação familiar sistêmica, você está aberto para ser acolhido</em>. É um conhecer profundo, que vai muito além da idéia de que “eu gostaria que ela fosse assim ou assado”. Você toma para si o sentimento real da maternidade, que geralmente nem a própria mãe soube tomar. E este sentimento de maternidade existe na mulher e também existe no homem. É uma peculiaridade que permite ao ser humano acolher os seus próprios talentos, a sua própria capacidade. Permite acolher os clientes, colegas de trabalho, parentes. Permite, principalmente, acolher a si e se perdoar. Mesmo que a sua mãe nunca o tenha acolhido. Talvez isto até facilite. Porque o acolhimento está em si, parte de si e depende de si. Se ela o tivesse acolhido da forma que você gostaria, talvez você achasse que ela é um ser especial, mas você não.</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Você é um ser especial. Como ela também. E ao entrar em contato e exercer este acolhimento, mesmo que timidamente, no princípio, com seus filhos, parentes, amigos, clientes, colegas de trabalho, a sua relação com o trabalho e com os outros ganha uma nova dimensão. A constelação sistêmica o coloca em contato direto com este acolhimento. E é algo absolutamente seu, onde nem sua mãe ou seu pai terão acesso, pois esta compreensão pertence somente a você. E só interessa a você e à sua vida. Seja vida pessoal ou profissional.</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Técnica nenhuma de administração pode trazer resultado sequer próximo ao profissional que trabalha “acolhendo”. Técnica nenhuma terapêutica pode curar mais que o indivíduo que descobre a cura em si mesmo, ao “acolher” sua própria dor interior e transcendê-la. Técnica nenhuma de networking pode estabelecer melhores contatos do que aqueles feitos de “alma para alma”. Nenhum problema de relacionamento sobrevive quando se oferece os ombros ao outro – não os ombros que carregam os problemas do outro, mas o ombro que se oferece para o descanso e a recuperação. </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Fica então o convite: descanse neste ombro, acolha-se e recupere sua energia. Nós oferecemos os ombros da constelação sistêmica, que na verdade, são os próprios ombros maternos – no sentido mais amplo que você possa imaginar.</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:black;">Constelação <strong><span style="font-family:Verdana;">constelação sistêmica em 12 etapas </span></strong></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:black;">Grupo de trabalho e estudo, com a alemã Theresa Spyra</span></strong></p>
<p><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A fórmula deste trabalho no <strong>Grupo de 12 encontros </strong>é simples: conhecer-se, aceitar-se e realizar-se na vida. <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm">Clique aqui e saiba mais!</a></span></em></p>
<p><em></em></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/157/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/157/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/157/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=157&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Livro Ordens do Amor – Bert Hellinger</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/02/14/ordens-do-amor-%e2%80%93-bert-hellinger/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/02/14/ordens-do-amor-%e2%80%93-bert-hellinger/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 11:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[livro Bert Hellinger]]></category>
		<category><![CDATA[Ordens do Amor]]></category>
		<category><![CDATA[resenha do livro constelação sistêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Dica de livros que o ajudam a entender constelação sistêmica

Livro &#8220;Ordens do Amor&#8221; de Bert Hellinger &#8211; Um guia para o trabalho com constelações familiares
 
Esta é considerada uma das obras básicas de Bert Hellinger – e o cara é o “pai” da terapia familiar sistêmica, o que não é pouco. Por isso, a obra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=147&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Dica de livros que o ajudam a entender constelação sistêmica</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Livro &#8220;Ordens do Amor&#8221; de Bert Hellinger &#8211; Um guia para o trabalho com constelações familiares</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Esta é considerada uma das obras básicas de Bert Hellinger – e o cara é o “pai” da terapia familiar sistêmica, o que não é pouco. Por isso, a obra é essencial para quem quer trabalhar com constelação sistêmica e para os curiosos no assunto. Isto é fato. Este livro apresenta a transcrição de dezenas de casos reais, da forma exata como eles foram terapeuticamente trabalhados. Ou seja, em grupo, o terapeuta alemão chama o cliente, que expõem a questão, são colocados os personagens da constelação – pai, mãe, irmãos, etc., por exemplo, e a dinâmica ocorre.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Isto fica claro. O trabalho é bem descrito no livro? Não. Para quem nunca viu o que é constelação, não tem a menor idéia, este não é um livro recomendado, a não ser que a pessoa seja um persistente estudioso. A exposição da teoria sistêmica não está nem um pouco clara, e somente com as descrições dos casos, corre-se o risco de tirar conclusões apressadas e errôneas. A essência da constelação, que é a percepção intuitiva da questão e dos sistemas, não é abrangida e nem comentada. Passa-se a impressão que Hellinger domina um conhecimento oculto ou uma experiência extraordinária, que outros não têm. Definitivamente, não é um livro fácil e gostoso de ler, embora, repito, é essencial aos estudiosos do tema.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Objetividade:</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> pouco objetivo, mal construído racionalmente, e mal explorado o lado intuitivo e a idéia da percepção sistêmica, tão essencial no trabalho de constelação. <strong><em>Nota 5</em></strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quebra de conceitos: </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">nesta questão, a quebra de conceitos é grande. A constelação demonstra um caminho totalmente diferente de se chegar a soluções terapêuticas, através de conceitos até então inexplorados ou pouco conhecidos. <strong><em>Nota 10</em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Simplicidade:</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> é um livro simples, com linguagem coloquial. Mas como é descritivo de trabalhos reais, deixa muito a desejar no entendimento final. <strong><em>Nota 7</em></strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Funcionalidade: </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">não é nada funcional. Quem o lê, não saberá exatamente o que é constelação sistêmica e nem como funciona o método. Reconhecemos a dificuldade de se explicar uma técnica baseada em intuição e na experimentação, por isso, damos um desconto ao autor. <strong><em>Nota 7 </em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Conteúdo:</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> por ser Hellinger o “pai” da constelação sistêmica familiar, o conteúdo é fundamental. É uma das principais obras sobre o tema, sem dúvida. <strong><em>Nota 10</em></strong>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Avaliação 7,8</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Alex Possato é consultor, escritor e especialista em PNL</span></em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://images.jacotei.com.br/grd/195325.jpg" alt="" width="130" height="186" />Ordens do amor, Bert Hellinger, Cultrix, R$ 52,73</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Constelações sistêmicas familiares, profissional, empresarial e muito mais. <em>Nokomando-soluções sistêmicas</em> <strong><em><a href="http://www.nokomando.com.br">Clique aqui!</a></em></strong></span></p>
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