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	<title>Constelação Sistêmica &#187; Pais e filhos</title>
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	<description>tudo sobre constelação familiar sistemica, constelação empresarial e consultoria sistêmica</description>
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		<title>Constelação Sistêmica &#187; Pais e filhos</title>
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		<title>Mamãe, deixe-me em paz!</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 15:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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Várias mãos se levantaram. Algumas com mais firmeza que outras. Foi escolhida uma das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=287&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.wildliferanger.com/users/www.wildliferanger.com/upload/Leave%20Me%20Alone%20I%20001%20244.JPG" alt="" width="511" height="424" />Na terça-feira passada estivemos fazendo mais um encontro do <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm"><strong>grupo de Autoimagem e Caminhos</strong></a>, com constelação sistêmica. Uma das dinâmicas propostas por<a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra"><em> Theresia Maria</em></a>, nossa facilitadora de <a href="http://www.nokomando.com.br/constela%E7%F5es%20familiares%20-%20texto%20-%20desenvovlimento%20do%20trabalho.htm"><strong>constelação</strong></a>, sugeriu que trabalhássemos a mágoa.</p>
<p>- Quem tem alguma mágoa e deseja trabalhar isso, agora?</p>
<p>Várias mãos se levantaram. Algumas com mais firmeza que outras. Foi escolhida uma das nossas amigas, companheiras do curso. Era uma mágoa realmente dolorosa. Atritos severos com a própria mãe, uma senhora difícil e geniosa, assim como a filha. Pelo menos esta é a aparência. Pela experiência que temos em processo terapêutico, posso afirmar que não existem pessoas difíceis e geniosas, integralmente. A mesma pessoa difícil é dócil em milhares de situações. A mesma pessoa geniosa é amável em outras. Aquele que fere em alguns momentos, também acaricia, em outros. Com algumas pessoas, a pessoa difícil se transforma em um docinho de côco. Com outras, a pessoa geniosa é uma verdadeira geléia de framboesa. Por que será que alguém tem atrito com outro?</p>
<p>As relações não são construídas por aquilo que vivemos. Nós possuímos uma energia sistêmica que conduz nossas emoções e, consequentemente, nossas atitudes. Em especial, no caso de mãe e filha, por mais que a sociedade diga que mãe nasceu para ser amada e amar, o Universo diz que mãe nasceu para aprender e ensinar. E isso, geralmente, é doloroso. Temos exatamente a mãe que necessitamos. E a mãe tem  a filha que precisa. Existe , sim, o amor nesta relação. O amor mais sublime que possa existir: o amor que queima e destrói como chama, para reconstruir um ser novo e sublime; o amor que muitas vezes desmonta o nosso ego, traz sofrimento, para renascermos como seres divinos que somos. Renascermos nesta vida mesmo, não em outras&#8230; Esse amor necessita de atitude. Não tem nada a ver com dar presentinhos, pegar o filhinho no colo, amamentá-lo. Isso fica bem em propaganda de banco ou de shopping center, mas não condiz com a realidade humana. A realidade é mais dura, e por isso mais sublime, possibilitando a redenção.</p>
<p>Muitas vezes, para que este amor familiar, sistêmico, universal se manifeste, as energias de mãe e filho provocam  separação. A mãe abandona o filho, por amor. O filho cria ódio da mãe, por amor&#8230; Tão contrário a si é o mesmo amor, diz Camões. E continua o poeta caolho: é ter com quem nos mata, lealdade. Imagine você, ser leal a quem o matou? Pois é, é isso mesmo. Camões reafirma há quinhentos anos, o que <a href="http://bonsfluidos.abril.com.br/hotsite/relacionamento/relacionamento03.shtml">Bert Hellinger</a>, o criador da constelação familiar sistêmica diz hoje: o amor fere, machuca e cutuca, e por isso mesmo, é curativo.</p>
<p>Ter profunda mágoa da mãe significa ter amor profundo por ela. Porque a mãe que temos mágoa não é a mãe externa, que está fora de si. É a mãe interna, parte de nós, da qual fomos gerado. Como podemos somente odiar aquela que nos permite estarmos vivendo esta vida tão grandiosa? É por isso que, mesmo inconscientemente, amamos nossa mãe, e amamos nosso pai. Mesmo quando o ego diz: não! O ego não entende de amor. Ele só pensa que entende. Amor não é pensado: é sentido. Na dinâmica que fizemos, o personagem filha, irredutível, ouvia os gritos de dor e desespero do personagem mãe. E aparentemente não estava nem aí. Mas estava. Sofria por dentro, como uma úlcera corrói as vísceras. E a mãe não queria magoá-la: estava presa em sua própria dor. E por isso, não conseguia agir melhor com a filha. A dinâmica prosseguiu. Lágrimas de todos os lados. Gritos, bate pé. Rancor, revolta, falta de proximidade. Filha e mãe eram absolutamente iguais. Carregadas de dores, de sentimentos feridos. E como o amor pode florescer, nessa situação?</p>
<p>Não era necessário. O amor não precisa florescer. Ele já se demonstra, onde há ódio e tumulto. Assim é a vida. O amor que floresce só se manifesta quando alguém assim o deseja. E ouve um momento em que uma das duas desejou. Na dinâmica. E então, o sistema foi rompido. Isto ficou bem claro. Não existe mágoa só de um lado. Um lado é absolutamente igual ao outro. Ambos necessitam da mágoa, para coexistirem em conflito. A mágoa só atinge a alguém que magoa também. O bom desta história, é que este que magoa, uma hora pode perceber que a compaixão também está em suas mãos. E pode manifestá-la.</p>
<p>O universo coloca estas dores, estes sofrimento, quase como se fosse de propósito. Alguém pouco observador diria que Deus é sádico. Mas não é. As piores dores estão recheadas, completas, abarrotadas do mais sublime amor. Transbordando. Pronto para se demonstrar, ao momento em que o “dono” desta dor diz: sim. Eu aceito. Eu observo. Conservo a minha parte, e entrego o resto a quem pertence. Não preciso carregar todas as dores do mundo, mas aceito o que é meu.</p>
<p>Como diz <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Khalil_Gibran">Gibran Khalil Gibran</a>: “Grande parte do vosso sofrimento é por vós próprios escolhida: É a amarga poção com a qual o médico que está em vós cura o vosso Eu-doente. Confiai, portanto, no médico, e bebei seu remédio em silêncio e tranqüilidade. Pois sua mão, embora pesada e dura, é guiada pela suave mão do Invisível, e a taça que ele vos oferece, embora queime vossos lábios, foi confeccionada com a argila que o Oleiro umedeceu com Suas lágrimas sagradas”.</p>
<p>O seu “Eu-doente” é o seu ego, que se acha doente, ferido, incapaz, imperfeito. E por isso, julga os outros com a mesma intensidade que se julga. A sua essência, que é aquela que o seu Criador o dotou, é perfeita. O Ego não aceita isso, e o Universo coloca as dores. Menos se aceita a perfeição, e mais dores. Até, quem sabe, um dia o Ego perceba que o mundo é perfeito, do jeito que é, baixe a cabeça, e se coloque a serviço de algo maior. A vida se transforma. Você se transforma, pois suas mágoas, dores e baixa autoestima desaparecem, afinal, eram ilusórias. Quem sabe até mamãe se transforme?</p>
<p><a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato"><em>Alex Possato</em></a> é diretor do nokomando &#8211; desenvolvimento pessoal e espiritual</p>
<p><strong>Nokomando &#8211; o site da sua consciência pessoal e profissional</strong></p>
<p><em>Despertar para a alegria e simplicidade de liderar a si, as relações, a profissão e a vida</em></p>
<p>Constelação sistêmica e imagem pessoal: formação, coaching, terapia e workshops</p>
<p><a href="http://www.nokomando.com.br/">www.nokomando.com.br</a></p>
<p>(11) 3624-2279</p>
<p><strong>Blog Meditação, Resiliência e Consciência</strong></p>
<p><em>Você líder de si mesmo, em equilíbrio e harmonia com a vida</em></p>
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		<title>Theresa Spyra e constelação familiar sistêmica</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:46:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Theresa Spyra, terapeuta alemã de constelação familiar sistêmica. Conheça um pouco dela, sua trajetória e suas idéias.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=261&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" title="Theresa, terapeuta e trainer em constelação sistêmica" src="http://serterapeuta.files.wordpress.com/2009/06/theresa.jpg?w=197&amp;h=261&#038;h=261" alt="" width="197" height="261" />Relutei um pouco em escrever sobre a Theresa. Não é que ela não mereça, não seja uma grande terapeuta, ou coisa desse tipo. Na realidade, ela é minha esposa, e por isso, achei que talvez estivesse puxando a sardinha&#8230; sabe como é que é, né?</p>
<p>Mas seria incoerência da minha parte não falar da maior terapeuta que já vi trabalhando, e que, além de me ajudar profundamente em resolver todos os processos emocionais que me acompanharam a vida toda, tem recebido o carinho e admiração dos seus próprios clientes. Vou contar sua história.</p>
<p>Theresa é alemã, nascida em Kempten, Bavária, próximo aos Alpes alemães. Desde cedo, tinha a curiosa mania de sair com sua bolsinha de primeiros socorros, pronta a atender a primeira pessoa que estivesse necessitando de cuidados. Seu sonho? Ser missionária em algum país da África. Inclusive a sua mãe queria que ela fosse enfermeira. Mas Theresa precisava passar por outros tipos de experiência. Saiu de casa aos 18 anos, para enfrentar o mundo da cidade grande, Berlim, se formar em economia e análise de sistemas, e trabalhar como promissora executiva. Porém, algo dentro de si a impelia rumo ao desconhecido, à aventura, ao desafio. Deixando o emprego seguro e seu ótimo salário, partiu em viagem pela América Central, desde o México, descendo, país a pais, até a América do Sul. Este percurso foi realizado em oito meses. Foi aí que nos encontramos. Eu, vindo do Japão após três anos de trabalho, estava de férias no Peru e Bolívia. Ela, vinda do México, estava também no Peru – destino, a cidade inca de Machu Pichu. Nos conhecemos, e não nos soltamos mais.</p>
<p>Theresa veio morar no Brasil. E então, começou o seu contato com o mundo da “cura” e da terapia. Dona de uma percepção e intuição ativa, Theresa freqüentou centros espíritas kardecistas, e embora não tenha se identificado tanto com a formalidade e inflexibilidade da doutrina, entrou em contato com o conteúdo de sua mente inconsciente e as inúmeras percepções que tinha, definidas pelos espíritas como mediunidade. Theresa prefere não acreditar se é mediunidade, ou se é um simples acesso à mente inconsciente, dela, ou o inconsciente coletivo. Não importa para ela, a existência ou não dos espíritos – importa o trabalho e a cura com os vivos.</p>
<p>Nesse caminho, Theresa estudou e formou-se em Reiki máster, máster em programação neurolinguística – <a href="http://www.projetonascente.com.br">PNL</a>, terapeuta de shiatsu, além de ser, durante um período, dirigente da <a href="http://www.sni.org.br">Seicho-no-iê</a>. Não abandonando o seu lado empreendedor, é também empresária, e aí começou a trabalhar com treinamento. Finalmente, os seus estudos e vontade a direcionaram à formação em constelação familiar sistêmica, segundo o método de <a href="http://www.hellinger.com/">Bert Hellinger</a>, constelação estrutural, segundo <a href="http://www.syst-strukturaufstellungen.de/">Insa Sparrer e Matthias Von Kibed </a>e <a href="http://www.hpz.com/">hipnoterapia</a>, de Milton Erickson, curso que a levou de volta à Europa, especificamente, Suíça.</p>
<p>Eu diria que a maior qualidade da Theresa, como terapeuta, é a sua capacidade de observar a essência do seu cliente. E direcioná-lo a encontrar, observar e tomar posse dessa essência. Theresa não enxerga o problema, não busca explicações para o problema, não coloca culpas ou erros nas costas do seu cliente. Embora ela possa ser bem dura, quando necessário, é também acolhedora, e deseja, sinceramente, que o cliente consiga ver a sua própria energia natural fluir, harmonizando, em primeiro lugar, o relacionamento consigo mesmo. A partir daí, os relacionamentos exteriores, o trabalho, a saúde, tudo o que pode apresentar distúrbios, harmonizam-se naturalmente.</p>
<p><strong>Theresa Spyra, por Theresa Spyra:</strong></p>
<p><strong><em>Certo e errado 1</em></strong></p>
<p>“Recuso-me falar de certo e errado. Isto só confunde. Não acredito em certo e errado. Tem resultados favoráveis e desfavoráveis para o momento no qual ocorrem, isto não significa que continuam sendo o que pareçam ser. O que parece desfavorável, num momento bem próximo pode se mostrar favorável.”</p>
<p><strong><em>Gratidão</em></strong></p>
<p>“Vivi quase toda minha vida em regalia, na Alemanha, e nunca tive a sensação de gratidão, tudo estava sempre ao alcance, e costumávamos reclamar quando algo faltava ou não era conforme a nossa vontade. Viver em abundância não tem nada a ver com gratidão, muito ao contrário. Hoje gratidão para mim é receber o que a vida está me oferecendo neste momento. Acordar um o barulho da chuva, o carinho da minha filha, em outro momento a insatisfação dela, sentir o calor do sol no meu corpo, jogar um jogo com a família, parar por um momento para me auto-observar e perceber que estou bem onde estou, satisfeita comigo, com a minha vida e com meu trabalho e com tudo que eu me coloquei a realizar. Posso ir com calma, sem correr, curtindo a paisagem e tudo que vier.”</p>
<p><strong><em>Honestidade consigo mesmo</em></strong></p>
<p>“Por tão pouco pagamos um preço tão caro, ao esconder de nós mesmos o que ocorreu, nós nos afastamos cada vez mais da nossa essência, e assim, do que estamos buscando.”</p>
<p><strong><em>A missão</em></strong></p>
<p>“A vida de formiga é uma festa só. Ela gosta da sua missão, sai cedo de casa, cheia de vontade e alegria com a perspectiva de encontrar folhas bem suculentas e gostosas. Corta-as com todo cuidado e perfeição, e um especial prazer é cortar um grande pedaço de folha, tão grande, mas que ainda dá para carregar: isto a deixa mais contente e alegre ainda. Depois começa o malabarismo divertido: às vezes a folha é pesada demais, e nas suas manobras perigosas vai embora o equilíbrio e a folha se perde. Se não tem como recuperar o tesouro precioso, não faz mal; a formiga volta para cortar mais uma folha. Algumas vezes até acha no caminho um pedaço de folha abandonado. Alguém parece ter perdido&#8230; e ela pega alegremente e recomeça a sua jornada. O peso deixa as pernas bambas, porém, isto a anima mais ainda. A superação é o seu jogo preferido, já que gosta de se divertir durante a tarefa diária. Nunca pensou em reclamar. Afinal de que? A vida é boa como ela é. Às vezes ela vê a cabeça de uma companheira, às vezes o bumbum redondo, mas ninguém tem tempo para parar e bater papo. A missão é o mais importante, não há dúvida. Como também não há dúvida de que essa formiga se acha a mais importante: ela somente percebe o seu próprio trabalho, e como vai saber o que os outros estão fazendo. E afinal, o que interessa?”</p>
<p><strong><em>Certo e errado 2</em></strong></p>
<p>“O mundo nos cobra o “certo”. Primeiro são os pais, os parentes, os professores e &#8230; logo, logo somos nós mesmos que cobraremos resultados melhores para nós (o certo), julgaremos todos os acontecimentos (certo ou errado)&#8230; para chegar onde?</p>
<p>E se eu fizer tudo certo, de acordo com os meus padrões, se eu me empenhar ao máximo, onde eu posso chegar? O que eu posso alcançar com isto? Felicidade? Reconhecimento? Satisfação? Equilíbrio? Segurança? Controle do futuro? Controle sobre os outros?”</p>
<p><strong><em>Pais e filhos</em></strong></p>
<p>“Nos dias de hoje presenciamos muito desequilíbrio nos relacionamentos familiares. Até parece que as coisas se inverteram. Quantos pais estão preocupados em serem aceitos pelos próprios filhos? Se sentem rejeitados pelos filhos, muitas vezes já desde a infância. Os pimpolhinhos não obedecem, parecem ser mais fortes e insistentes que os pais, tem as rédeas nas mãos, são eles que mandam nos pais. É muito doloroso para um pai e uma mãe não terem a a autoridade como pai ou mãe. Eles querem desesperadamente ser aceitos pelos filhos, por isto compram a atenção deles, com brinquedos, video-games, viagens, roupas, carros, etc. Mas o respeito não pode ser comprado. E quando os pais não respeitam os próprios pais, como eles podem esperar serem respeitados pelos próprios filhos? Eles não transmitiram este sentimento para eles. Nem em palavras, nem em ações.”</p>
<p> </p>
<p>Constelação sistêmica com Theresa Spyra – <strong><a href="http://www.nokomando.com.br">clique aqui</a></strong></p>
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		<title>A criança adulta</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2009 16:08:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[relacionamento afetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[criança interior]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio emocional]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[mágoa dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[querer ser reconhecido]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[A criança interior magoada busca realizar-se na vida querendo ser reconhecida pelos pais, inconscientemente. Isto traz felicidade? Qual é o caminho para livrar-se destas dores e mágoas e fazer uma vida boa para si mesmo?<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=250&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.threebestbeaches.com/asia/bali/uploaded_images/outdoor_kite_flying_f-778727.jpg" alt="" width="368" height="301" />Sou uma criança. Apesar dos meus pelos no corpo, da minha barba aparente, dos meus seios crescidos, sou uma criança. Ninguém nota isso, porque disfarço bem. Trabalho, menstruo, dirijo carros, tenho filhos, jogo bola e tomo cerveja, falo coisas inteligentes, ando de lá pra cá sem pedir autorização&#8230;</p>
<p>Às vezes, até eu esqueço disso. Quando sou fechado por alguém no trânsito e lanço um palavrão cabeludo, às vezes até me surpreendo: nossa, por que ele fez isso comigo? Lembro-me dos tapas que recebia dos meninos grandes na escola, e eu não podia reagir. Mas agora posso: vá tomar no &#8230;! Lembro-me quando minhas amigas riram da finura das minhas pernas à mostra, sob a saia, e das espinhas que teimavam florescer em meu rosto&#8230; queria me enfiar embaixo do tapete. Sinto que me agridem de graça&#8230;</p>
<p>Continuo sendo uma criança. Minha mãe, hoje, vem me dizer como educar meus filhos, igualzinho quando ela interferia nas minhas lições, nos meus namorados, nas minhas roupas. E eu já faço a mesma coisa com meus filhos. Vivo interferindo na vida deles. Mas todo mundo diz que mãe tem que educar. Pai tem que educar. E não é isso que é educar? Sei lá&#8230; como uma criança pode saber?</p>
<p>Quero conquistar muitas coisas. Vou atrás dos meus objetivos: um carro, uma casa, um curso, uma obra que criei, um livro que escrevi, um caminho espiritual que segui. Quero um cara que me dê segurança, uma mulher que me dê carinho. E daí posso mostrar pros primos: ta vendo, eu consegui. Posso mostrar para meu irmão: vou correndo, como quando ganhei um brinquedo novo e mostro a ele, todo gabola. É meu! E saio correndo com o brinquedo embaixo do braço. Fiz isso com a bola que ganhei, com a boneca, com o carro zero, com o namorado novo e com o emprego de gerente que consegui, passando por cima de tantos outros babacas. Não vou deixar eles brincarem com o meu brinquedo.</p>
<p>Mas parece que ninguém tá nem aí comigo. Meu marido nem me nota. Não quer brincar comigo, nem fazer carinho. Minha esposa só pensa em cuidar dos filhos. E cuidar, pra ela é só dar bronca. Não dá pra brincar assim com gente enfezada. Então eu bato o pé. Eu choro, finjo que vou embora, arrumo um caso, só pra ser notado. Engraçado, só acho namorado e namorada igual a mim. Uma criança que bate o pé.</p>
<p>Por que será? Porque será que quero ser notado pelos outros? Porque quero que um homem ou mulher me dê carinho e segurança? Porque ganho dinheiro, aprendo coisas, caso, crio filhos, compro casa e carros, quero ser importante? Para quem?</p>
<p>Nossa&#8230; esqueci do papai. Esqueci da mamãe&#8230; Quantas vezes eu quis ter o papai ao meu lado, nas minhas conquistas, e ele não esteve. Quantas vezes quis ser pega no colo pela minha mãe, quando eu chorava, e ela, simplesmente gritou: vá se arrumar pra jantar! E logo, viu! Eles não sabem que tudo o que eu estudei foi pra eles. Pra eles verem que eu sou alguém, que eu também sei, que eu também sou bacana! Eles não sabem que construí minha vida querendo agradá-los. Mesmo quando os xinguei, fiquei sem falar com eles, chamei-os de quadrados e idiotas&#8230; Mesmo quando não conheci meus pais&#8230; tudo que fiz foi por eles, para ser visto e amado, como uma simples criança quer e merece.</p>
<p>Mas eu não mereci. E por isso, acho que sou errada. Sou errado. Não presto. Papai nunca gostou de mim. Mamãe também não. Só cobram que eu seja a criança certinha, e por mais que eu tente, eu não consigo.</p>
<p>Deixa eu olhar bem pra cara da mamãe, e do papai. Vou falar pra eles o quanto eles fizeram de errado. Abandonaram-me, não me apoiaram, criaram-me de um jeito errado, desleixado, sem amor. Eles não me amaram nunca! Mas espera lá. Estou vendo nos olhos de papai uma criança carente e mimada. Como eu. Ele também queria que o vovô olhasse pra ele. Mamãe, seca e dura, nunca foi pega no colo pela vovó. Ela também está com birra.  O que adianta eu querer ser reconhecida pelo papai e pela mamãe, se eles estão olhando para trás, para vovô e vovó! Eles não me enxergam! E vovó e vovô também estão em busca do amor dos pais deles&#8230; Nossa, quanta coisa aconteceu no meu passado familiar: separações, abortos, homicídios, imigração, fugas, abandonos, encontros, amores não correspondidos, lares desfeitos&#8230; Papai e mamãe carregam tudo isso nas costas. Crianças perdidas e errantes, num campo devastado pela solidão, pobreza e guerra, em busca de serem reconhecidos. E eu também estava carregando&#8230; Mas essa mala não é minha. Nossa, como sou criança!</p>
<p>Ôpa, acho que estou crescendo. Não quero mais ser reconhecido pelo papai e pela mamãe. Eles parecem como adultos, falam como adultos, têm muita experiência e feitos, mas&#8230; são crianças como eu. Como eles podem me reconhecer, se têm emoções tão infantis? O que adianta eu querer parceiro para me amparar e me reconhecer, ficar no lugar do papai e mamãe? Vou encontrar outra criança, como encontrei até agora. Meninos e meninas que mal saíram das fraldas&#8230; O que adianta em querer mostrar meus brinquedos novos, minhas conquistas, minhas habilidades profissionais, minha espiritualidade para papai e mamãe, se eles não estão nem aí? Eles querem amor, o amor que não perceberam no vovô e vovó, e eu só estou cobrando amor que eu não recebi. Esta história vai longe. Muito longe. Mas eu não quero mais isso. Eu tenho filhos, e terei netos. E quero que eles estejam satisfeitos com a vida deles, do jeito que eles são. Não quero mais ser reconhecido. Deixa pra lá. Papai e mamãe me deram a vida, e isso é o suficiente. Já foi muito. E eu me reconheço. Mesmo com minhas mágoas, com minhas dores, sou um cara forte, cheio de amor para dar. Sou uma mulher forte e capaz, do jeito que sou. Eles não podem me reconhecer, mas eu posso reconhecer o que recebi deles. Mesmo que tenha sido só a vida. Só a vida?&#8230; Só?</p>
<p>E posso reconhecer muitas coisas nos meus filhos. E posso falar o que eles têm de bom, porque eles querem ouvir – estão esperando por isso. Posso fazer a minha parte, o meu trabalho, as minhas relações novas e livres, adultas, e ser feliz por mim mesmo. A minha felicidade não depende de ser reconhecido por papai ou mamãe.  Eu posso reconhecer muito nos meus clientes, amigos, namorado, mulher, professores. Todos eles são crianças, como eu, em busca do amor de papai e de mamãe. Freud explica. Mas eu faço a minha parte. Assim eu sou feliz. Porque eu me reconheço como sou. Uma criança consciente. Agora dá licensa, que está ventando e vou empinar pipa&#8230;</p>
<p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://200.216.198.99/users/84/17/241784/logo125.jpg" alt="" width="125" height="125" /></p>
<p><em>Alex Possato é diretor do</em></p>
<p style="font-weight:bold;font-family:Calibri;font-size:11pt;margin:0;">Nokomando &#8211; o site da sua consciência pessoal e profissional</p>
<p style="font-style:italic;font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">Despertar para a alegria e simplicidade de liderar a si, as relações, a profissão e a vida</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">Constelação sistêmica e imagem pessoal: formação, coaching, terapia e workshops</p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;"><a href="http://www.nokomando.com.br/">www.nokomando.com.br</a></p>
<p style="font-family:Calibri;font-size:8pt;margin:0;">(11) 3624-2279</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/250/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/250/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/250/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/250/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/250/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/250/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/250/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/250/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/250/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/250/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=250&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Rejeição e filho adotivo</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/28/rejeicao-e-filho-adotivo/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/28/rejeicao-e-filho-adotivo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 14:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adoção]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimentos de constelação]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar e adoção]]></category>
		<category><![CDATA[problemas na adoção]]></category>
		<category><![CDATA[rejeição e adoção]]></category>
		<category><![CDATA[relação com o filho adotivo]]></category>
		<category><![CDATA[ser pai adotivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Rejeição é uma emoção que vem do sistema familiar - um pouco da minha história, da minha adoção, da minha libertação deste sentimento<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=238&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" src="http://www.gov.mb.ca/fs/images/adoption9.jpg" alt="" width="432" height="288" />Rejeição e filho adotivo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sou pai adotivo. E filho adotivo. Meus pais se separaram logo na época do meu nascimento, e então se iniciou uma disputa entre meus avós paternos e minha mãe para ver com quem ficariam “as crianças” – eu e meu irmão mais velho. Eles, meus avós, mas principalmente minha avó, mãe do meu pai, achava que nós não estávamos sendo bem cuidados. Isso era fato: volta e meia, apresentávamos problemas de saúde, alergias, gripes prolongadas&#8230; a alimentação não era bem controlada. Ficávamos aos cuidados, ou de ninguém, ou de alguma empregada. Uma das quais, uma evangélica fanática, gostava de nos espancar, com uma bela cinta de couro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Certa vez, ao visitar vovó, ela percebeu as marcas e vergões dignas de um feitor de escravo do século XVII. Não teve dúvidas: rumou à delegacia e abriu um boletim de ocorrência. Mamãe não era uma má pessoa: estava envolvida em suas neuras, desde criança, e não podia e nem sabia fazer melhor. Tanto que aposentou-se precocemente, por invalidez emocional&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De qualquer forma, eu não estava muito atento a estes fatos. A vida passava, e eu era muito “desligado”&#8230; Não sofria, embora uma amiga psicóloga sempre tentou me obrigar a entender que eu sofria, e estava simplesmente bloqueando emocionalmente os fatos dolorosos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Cresci, estudei, comecei a criar uma visão do mundo, e lógico: durante o meu período de adolescência, tinha que enfrentar o mundo e começar a fazer minha vida. Eu era inseguro, tímido, e morria de medo&#8230; daí para culpar mamãe, papai e vovó pelas minhas dificuldades, foi um pulinho&#8230; Aí a psicologia “ajudou-me”: deu a desculpa que eu precisava para saber as razões das minhas dificuldades&#8230; Engraçado: quem é que não morre de medo ao enfrentar o mundo, tem sua dose de timidez e insegurança? Adotivos e não adotivos, todos têm, não é mesmo? E se todos têm, isso é problema?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mamãe foi rejeitada, vovó foi rejeitada&#8230;</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Hoje, já passei dos quarenta. Estou ótimo e sinto-me um molequinho&#8230; igualzinho quando saí da casa de vovó, aos quinze anos, para ir morar com mamãe. Pois é, o filho pródigo de retorno ao lar&#8230; Cresci, criei minha família, e&#8230; lógico, algo me fez adotar&#8230; Poderia dar milhares de explicações do por que adotar, mas simplesmente estava em mim, e na minha esposa&#8230; era uma força maior do que minha razão&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De alguma forma, queria fazer uma família feliz&#8230; Queria construir o modelo de família que eu não tive&#8230; e por algum motivo, neguei meus pais, meus avós e minha infância&#8230; Casei com uma mulher incrível, tive a primeira filha e adotei o segundo filho – este, um molecão que já chegou com quatro anos de idade, e que me provocou muito&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Adotei “eu mesmo”, sem saber. Por alguma volta do destino, estava refazendo o caminho da minha vida, da minha infância, e depois descobri, da vida da minha mãe e da minha avó&#8230; Pois é: elas também foram rejeitadas. Vovó perdeu sua mãe quando era criança. Ficou extremamente ferida e carente&#8230; E seu pai, meu bisavô, a deixou, para ser cuidada pela&#8230; adivinhem? Vovó – a mãe dele&#8230; Minha avó deve ter ficado “fula da vida”! Geniosa, forte, dominante, tão logo alcançou a maioridade, tirou o nome paterno do seu&#8230; Excluiu o pai da sua vida&#8230; como se isso fosse possível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Minha mãe nunca fora abandonada&#8230; mas sentiu-se. O pai, meu avô, era alcoólatra. Japonês, vindo da pobreza e miséria do Japão pós-guerra, como todo bom japonês, era seco igual um punhado de farinha. Ele também fora rejeitado pelo seu país&#8230; saiu a contragosto, empurrado pela dificuldade. E não conseguiu estar presente para seus filhos. Mamãe sentiu-se também rejeitada. Todo mundo era melhor que ela, mais bonito, mais esperto, mais inteligente. E ela era um lixo. Pelo menos se sentia assim, e ainda traz esta péssima auto-estima&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A rejeição vem do sistema familiar</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Hoje trabalho com psicoterapia. Trabalho com constelação familiar sistêmica. Minha parceira, mestre terapeuta, ajudou-me a resgatar este passado. E a constelação ajuda-me a perceber que a rejeição não é do filho adotivo que eu fui, nem existem culpados para ela. Minha mãe tinha esta rejeição, o pai dela também, minha avó também e até meu bisavô, com certeza, sentiu-se rejeitado. Esta história não tem fim. Trazemos impregnado em nosso DNA heranças ancestrais. Nossos medos e alegrias, traumas e conquistas não são reflexo somente de fatos que vivenciamos na nossa infância&#8230; Eles são carregados pela linhagem familiar. Qualquer mamãe ou papai sabe que os filhos já nascem com determinados comportamentos, com características emocionais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Já vi isto até em ninhadas da minha cachorra. Enquanto alguns filhotes, alguns dias de vida, se atiravam desesperadamente atrás do leite, um ou outro, não tinha força, eram medrosos e parados. E com certeza, teriam mais dificuldades na vida&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Eu herdei um pouco desta lerdeza, deste medo de mamar nas tetas da vida. E não foi culpa da minha mãe. Nem do meu pai. Nem de ninguém. Através da constelação, entrei em contato profundo com esta emoção da rejeição, que é lugar-comum da minha história familiar. Comecei a aceitar minha família. A acolher todos os que foram rejeitado. E assim comecei a aceitar a mim mesmo. Pois sou parte intrínseca desta família. Eu não seria nada, literalmente, sem minha história, sem meus pais, avós e antepassados. E somente aí, comecei a realmente ser pai do meu filho. Ele deixou de ser “eu quando garotinho”, e passou a ser uma individualidade. Alguém também com um história, que um dia irá confrontá-lo. Mas que cabe a ele resolvê-la. Meu filho faz parte do meu sistema, hoje. Mas também, principalmente, é filho dos pais biológicos dele. Isso nunca irá modificar. Um dia, eu voltei à minha mãe e reaproximei-me do meu pai. Cheguei inclusive a cuidar dele, em seus últimos meses de vida dominada por um câncer generelizado. Não foi bondade, não foi caridade. Simplesmente tinha que ser assim. E fico satisfeito por ter feito isso, mesmo que às vezes tenha sentido muita vontade de dar um “pé-na-bunda” do velho, tão exigente e arrogante&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Meu filho adotivo tem o caminho dele. Eu sou o pai adotivo. Sou o segundo pai, segundo a constelação familiar sistêmica diz. E sempre estarei aqui, como segundo pai. Ele tem um primeiro pai. E uma primeira mãe. Não sei se eles estarão presentes a ele, algum dia. Mas isso é pacote que ele terá que desembrulhar&#8230; Eu faço a minha parte. Hoje, eu me não me sinto mais rejeitado. Espero que ele também não se sinta. Pois a cura para isso está na inclusão: incluir aqueles que também foram rejeitados em nosso sistema, a começar pelo&#8230; papai e mamãe&#8230; Por mais doloroso que isso possa ser, só posso dizer uma coisa: esta dor liberta&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Alex Possato é consultor e diretor do <a href="http://www.nokomando.com.br"><strong>nokomando-desenvolvimento pessoal e profissional</strong>. </a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação sistêmica em grupo contínuo – <strong>12 encontros</strong> – grupo de trabalho e estudo. <em><strong><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/workshops%20e%20palestras.htm#12encontros">Clique aqui!</a></span></strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação sistêmica em grupo com a terapeuta alemã Theresa Spyra <em><strong><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Clique aqui!</a></span></strong></em></span></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Teste se você possui emaranhamento sistêmico na relação afetiva &#8211; esclarecendo problemas de relacionamento afetivo e crises no casamento</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/13/teste-se-voce-possui-emaranhamento-sistemico-na-relacao-afetiva-esclarecendo-problemas-de-relacionamento-afetivo-e-crises-no-casamento/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/13/teste-se-voce-possui-emaranhamento-sistemico-na-relacao-afetiva-esclarecendo-problemas-de-relacionamento-afetivo-e-crises-no-casamento/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 16:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<category><![CDATA[video validation]]></category>
		<category><![CDATA[Workshop A cura no relacionamento afetivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://constelacaosistemica.wordpress.com/?p=221</guid>
		<description><![CDATA[Veja como a constelação familiar sistêmica pode auxiliá-lo a ter melhores relações. Descubra se existe emaranhamentos sistêmicos que podem atrapalhar a sua forma de se relacionar, causando problemas no relacionamento afetivo ou crises no casamento,<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=221&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/04/13/teste-se-voce-possui-emaranhamento-sistemico-na-relacao-afetiva-esclarecendo-problemas-de-relacionamento-afetivo-e-crises-no-casamento/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Cbk980jV7Ao/2.jpg" alt="" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Ninguém se dá mal no relacionamento afetivo porque quer. Um casal não fica brigando porque gosta de brigar&#8230; pelo menos geralmente. Uma forte tendência social é colocar a culpa dos problemas da vida em&#8230; nós mesmos. Somos ensinados que nascemos vazios e inocentes, e o que ocorre na nossa vida é de responsabilidade nossa. Em parte é mesmo. Mas existe um detalhe que até agora não era visto: você sabia que herda dos seus familiares uma tendência de se identificar com emoções e situações vividas no seu passado familiar (que as vezes, você nem presenciou) e isto o induz a ter emoções, pensamentos e atitudes? Isso se chama “emaranhamento sistêmico”, e é trabalhado pela técnica da constelação familiar sistêmica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">No caso dos relacionamentos, esta identificação com emoções do passado faz com que tomemos atitudes que trazem problemas. E mais: a identificação com os emaranhamentos sistêmicos atrai pessoas com problemas semelhantes. Logo, a relação irá enfrentar turbulências, sem sombra de dúvida. Por outro lado, é bom entender que <strong>não são os problemas na relação que indicam se ela dará certo: é o quanto estamos dispostos a mudar, assumindo a nossa responsabilidade e deixando a responsabilidade do outro para ele que torna uma relação estável, forte e prazerosa.</strong> Para isso é importante se conhecer, perceber as próprias emoções, ser sincero com elas e mostrar isso ao outro. Emaranhamentos sistêmicos, para serem “desemaranhados”, necessitam, em primeiro lugar, serem vistos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Se você tem problemas na sua relação afetiva, quer saber se você age impulsionado por emaranhamentos sistêmicos? Responda as afirmações abaixo com um “sim” ou “não”. Todas as respostas “sim” podem indicar emaranhamentos. Analise as respostas “sim”, medite a respeito, acolha estas afirmações, sem culpa ou julgamento. Quanto mais você conseguir se desapegar naturalmente dos “sim”, menos estará identificado com emaranhamentos, e mais próximo de criar relacionamentos construtivos estará. Em alguns casos, pode ser indicada a terapia da constelação familiar sistêmica e o acompanhamento de um profissional sistêmico qualificado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Leia as afirmações abaixo, e mesmo que não tenha acontecido o fato para você, perceba qual seria a sua resposta. Responda simplesmente com um sim ou não. Todos os “sim” podem indicar emaranhamentos sistêmicos. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">1 – Você ainda se lembra de um primeiro amor na sua vida com saudades</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">2 – Num primeiro relacionamento, a separação ocorreu de forma tumultuada, com feridas para ambos os lados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">3 – Você faz mais pelo parceiro(a) do que recebe dele(a)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">4 – Você sente medo intenso de ser abandonado e ficar só</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">5 – Você se esforça para ser como o seu parceiro(a) deseja que você seja</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">6 – Quando você está numa relação, tem a tendência de sufocar o outro</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">7 – Você exige que o outro mude seu jeito, quer reeducá-lo, para que fique melhor</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">8 – Você sente que não é visto pelo parceiro(a) na relação</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">9 – Você não consegue entender o parceiro(a) e ver como ele(a) é</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">10 – Você não aceita o primeiro relacionamento do parceiro(a) como tendo sido importante a ele</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">11 – Você vê a relação com os seus próprios pais mais importantes que o próprio relacionamento</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">12 –Olha para a família do parceiro e tem dificuldade em aceitá-la</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">13 – Se seu parceiro(a) tem filhos, você se coloca como um pai ou mãe, tirando a importância do pai ou mãe biológica. Poderia até ter raiva do pai ou mãe do filho do seu parceiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">14 – Você tem sentimento de mágoa e rejeição dos próprios pais</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">15 – Você tem a tendência de refazer o casamento dos seus pais de maneira melhor</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">16 – Você esconde do seu parceiro(a) o fato de ter feito (mulher) ou incentivado (homem) abortos ou esconde (ou não discute) outras situações emocionalmente difíceis, como a vontade de não ter filhos, por exemplo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">17 – Você vê em si padrões de relacionamento com problemas repetidos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">18 – Você se vê muito parecido com o pai, mãe, avós ou até tios, na forma de agir nos relacionamentos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">19 – Você acredita que o outro(a) o fará feliz</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">20 – Você vê um relacionamento dos seus pais de forma boa, e faz de tudo para que a sua relação seja igual à deles</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">21 &#8211; </span><strong><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Você costuma ser possessivo(a) e ciumento(a) quando está apaixonado(a) e cobra fidelidade do dele(a)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-weight:normal;font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">22 – Se existe filhos na relação, você os vê como mais importantes do que a própria relação afetiva com o parceiro(a)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">23 – Quando um relacionamento termina, você se sente como se a vida tivesse acabado e talvez até tenha pensado em morrer</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Caso você queira esclarecimento sobre “emaranhamentos sistêmicos”, deixe o seu comentário ou pergunta, e nós teremos prazer em responder sua dúvida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação familiar em grupo – auxiliando no desemaranhamento dos problemas sistêmicos – <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">clique aqui!</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:Verdana;">Workshop “A cura no relacionamento afetivo” &#8211; constelação familiar sistêmica, auto-conhecimento corporal e comunicação interpessoal na solução dos problemas de relacionamento e crises no casamento, em 10 encontros (mais que uma terapia ou um simples workshop, é um grupo acolhedor de trabalho e estudo que revolucionará a sua forma de se relacionar para sempre)  <strong>– <a href="http://www.nokomando.com.br/workshops%20e%20palestras.htm">clique aqui e saiba mais!</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/221/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/221/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=221&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">alexpossato</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/Cbk980jV7Ao/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Depoimento de quem passou pela terapia de constelação familiar sistêmica</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/195/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/195/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos de constelação]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[depoimento de constelação familiar sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento sobre constelação]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento entre pai e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[terapia na natureza]]></category>
		<category><![CDATA[trilha Juréia Itatins]]></category>
		<category><![CDATA[video da Barra do Una]]></category>
		<category><![CDATA[video da Juréia Itatins]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto fiz meu passeio pela Reserva Ecológica Juréia-Itatins, pude refletir o significado da Constelação Familiar Sistêmica, minha família, meu trabalho... e coloquei este pequeno depoimento, ilustrado pela belíssima paisagem que me acompanha desde os 18 anos de idade...<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=195&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Trabalho com terapia, cursos e treinamento. Mas também provo do meu próprio veneno: sou “terapiado”. Já quis muito consertar minha família e mudar o meu passado. Achando que tinha como. Pai alcoólatra, mãe neurótica, criação rígida pelos avós, tudo isso não me descia pela garganta. Ficava entalado, e eu achando que sabia melhor, era melhor que eles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Até que tive a minha própria família. Que seria perfeita. Minha casa, meu trabalho&#8230; Mas que&#8230; carregando tantas cobranças do passado, como viver a minha própria vida? Como estar presente no papel de pai, se eu estava preso ao papel do meu pai? Como ser companheiro da minha esposa, com tanta mágoa da minha mãe? Como acolher se eu não sabia acolher?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bem, neste caminho, já se vão quase quinze anos. E posso dizer, sem dúvida, que somente após fazer a constelação familiar sistêmica, algumas vezes, e entrar neste mundo inconsciente, obscuro mas fascinante das emoções enraizadas nos laços familiares, comecei a estar presente na minha vida. Deixo de viver para consertar algo que, simplesmente, se foi, e não é da minha alçada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este vídeo é uma gravação recente de uma viagem onde pude voltar energizado de uma viagem à mãe natureza virgem e acolhedora, na Reserva Ecológica da Juréia Itatins, praia da Barra do Uma, litoral sul. E uma homenagem à minha família, que finalmente consigo enxergar e curtir. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong><em><a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato">Alex Possato</a></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Consultor e diretor do nokomando-soluções sistêmicas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em>Próxima constelação familiar sistêmica em São Paulo, com a alemã <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresa Spyra</a>,</em> <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">clique aqui</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em>Conheça o Blog Ser Terapeuta Apaixonado, um blog de Terapeuta para Terapeutas</em><strong> &#8211; <a href="http://serterapeuta.wordpress.com">clique aqui</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/195/"><img src="http://img.youtube.com/vi/2-K78HUOeuo/2.jpg" alt="" /></a></span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=195&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">alexpossato</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/2-K78HUOeuo/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Para salvar uma relação afetiva, com constelação familiar sistêmica – dicas sistêmicas para salvar crises no relacionamento</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/27/para-salvar-uma-relacao-afetiva-com-constelacao-familiar-sistemica-%e2%80%93-dicas-sistemicas-para-salvar-crises-no-relacionamento/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/27/para-salvar-uma-relacao-afetiva-com-constelacao-familiar-sistemica-%e2%80%93-dicas-sistemicas-para-salvar-crises-no-relacionamento/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 14:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[codependência]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[dicas para salvar crise no relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[harmonia conjugal]]></category>
		<category><![CDATA[harmonia de casal]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento afetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://constelacaosistemica.wordpress.com/?p=190</guid>
		<description><![CDATA[dicas sistêmicas para salvar crises no relacionamento<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=190&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" title="existe caminho para a reconciliação" src="http://farm4.static.flickr.com/3296/3067540860_5fcd3b6a9c.jpg" alt="" width="375" height="500" />Quando uma relação entra em crise, na verdade ela só está expondo os problemas sistêmicos encubados, que já existiam antes mesmo do casal se conhecer. Trazemos conosco tendências de emoções, pensamentos e comportamentos hereditários, e estas tendências ficam latentes, esperando só o momento para se manifestar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Devido a elas – as emoções latentes, encontramos exatamente o tipo de parceiro ideal para que isso ocorra. Parece maldade do universo, certo? Mas não é&#8230; É exatamente o contrário: a natureza humana faz com que, ao manifestarmos esta “combustão” sistêmica, possamos limpá-las do nosso sistema familiar. Pois é, herdamos tendências a manifestar determinados comportamentos para que, ao trabalhá-los, eles não ocorram mais, e possamos deixar aos nossos filhos e netos a imunidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Não sei se isso parece estranho, mas é exatamente assim que ocorre a evolução biológica das espécies. Cada geração que vem, é mais forte que a anterior. Como todos percebem, os homens vivem cada dia mais anos – isso significa que ele se torna forte, a cada geração. E como ele se torna forte? Enfrentando todas as calamidades, doenças, epidemias que surgiram durante os séculos e séculos de existência humana. Somente os fracos sucumbem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">As emoções e pensamentos conflitantes, segundo a teoria sistêmica, também passam por esta depuração. E a linhagem familiar quer, no fundo, que seus descendentes sejam fortes, para que a linhagem se perpetue. Faz sentido, certo?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mas vamos lá: o que tem a ver este papo de gerações mais fortes, emocionalmente, e as crises de relacionamento? Bem, como disse acima, a crise é uma oportunidade de ficarmos fortes emocionalmente. Para se resolver um problema emocional, é necessário olhar para ele. Quando surge uma briga, por mais que a razão diga coisas do tipo: você é insensível! Você me traiu! Você não liga para mim, só para os filhos! Você está com caso com outra! Você está uma balofa! No fundo, tudo isso é desculpa&#8230; O que a emoção está dizendo por detrás das acusações? Geralmente, coisas do tipo: quero ser visto&#8230; quero carinho&#8230; quero que você me abrace e não fale tanto&#8230; quero compartilhar&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A busca do ser visto e acolhido é sistêmico. Todos nós temos esta necessidade, e isso é herdado do sistema familiar. Quando não sabemos lidar com esta necessidade, queremos que o parceiro faça isso por nós. E como atraímos exatamente o tipo de parceiro que precisamos para depurar nossas emoções, ele também quer o mesmo de nós. O que acontece quando duas crianças querem o mesmo doce? Podem brigar&#8230; ou dividir&#8230; Se um deixar a sua parte para o outro, desculpe-me a expressão, mas está ferrado. Porque quem deu a sua parte, permanece com a carência. E o outro, inconscientemente, assume o papel de culpado, porque recebeu mais do que merecia. É&#8230; as regras sistêmicas são muito diferentes que as “crenças sociais” sobre relacionamento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por isso, vou falar sobre dicas sistêmicas para salvar crises no relacionamento:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">1 – um parceiro deve reconhecer que o outro tem raízes diferentes. Deve respeitar e amar a família do outro, sinceramente, pois os problemas originam-se nas raízes;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">2 – um parceiro deve cuidar das suas raízes. Só pode resolver os problemas que tem a ver consigo. Não tem nada a ver com o outro, nem deve cobrá-lo. Isso quer dizer: problema no casamento significa curar as próprias mágoas que se tem do papai e da mamãe;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">3 – um homem e um mulher tem o mesmo valor e validade. A família de cada um tem o mesmo valor e validade;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">4 – um parceiro deve dar e receber na mesma medida. Se quer dar, mais que receber, há crise. Se quer receber, mais que dar, há crise;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">5 – no amor familiar, há uma hierarquia. O relacionamento do casal é o mais importante. Depois, vem os filhos. Dar mais atenção aos filhos que ao relacionamento do casal, indica problemas sistêmicos que detonam em crise;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">6 – os filhos são felizes quando os pais amam-se mutuamente. Cuidar dos filhos significa, em primeiro lugar, cuidar da boa relação entre o casal. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">7 – quando se está em segundo ou terceiro casamento, o parceiro deve reconhecer que os filhos do outro na relação anterior tem prioridade. Deve reconhecer que a ex-esposa ou ex-marido tem prioridade. A segunda mulher será sempre a segunda. O segundo marido será sempre o segundo. Sistemicamente, é assim, e esse reconhecimento restabelece o equilíbrio.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">8 – para os filhos, a madrasta ou padrasto estão sempre em segundo lugar, do que o pai ou a mãe biológica. E isso não importa se a relação com os progenitores é boa ou não. Padrasto é o segundo pai. Madrasta é a segunda mãe. Só isso.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">9 – quando nasce um filho numa relação extra-conjugal, a relação original está acabada. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">10 – o sistema familiar impele seus membros à procriar. Significa que os pais deram continuidade à vida. Num relacionamento sem filhos, não há como a vida ser transmitida para frente, e então, este fato deve ser compensado com a dedicação a um todo maior, seja profissionalmente, espiritualmente, dedicando-se às artes, ou outra forma de expressão de vida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">11 – longos relacionamentos sem casamento, ou seja, o compromisso de ficar juntos, seja isso oficial ou não, significa que o parceiro está passando a mensagem ao outro: você não é bom o suficiente para mim. E vice-e-versa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">12 – a fidelidade baseada na idéia: eu sou a única pessoa boa para você, e portanto, você é só meu, está contaminado com questões sistêmicas. Um casal ajustado é fiel, até o momento que tiver que ser.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">13 – não existe perdão no relacionamento. Quem perdoa, se coloca em posição superior ao outro. E quem pede perdão, joga toda a responsabilidade da sua culpa ao outro. A solução para um erro é dizer: fiz isso. Sinto muito. Com sinceridade. O único perdão válido é o mútuo: eu lhe feri. Você me feriu. Vamos nos perdoar e recomeçar&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">14 – encontrar um parceiro ideal significa estar consciente e equilibrado com as próprias emoções sistêmicas, permitindo encontrar alguém igualmente equilibrado e consciente. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Dia 4 de abril, sábado – constelação familiar sistêmica em São Paulo, com a trainer alemã Theresa Spyra – trabalhando e liberando causas sistêmicas de problemas de relacionamento! <strong><em><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Clique aqui e saiba mais!</a></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
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			<media:title type="html">existe caminho para a reconciliação</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Problemas entre pais e filhos: a chave da compreensão pela constelação familiar sistêmica</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/09/problemas-entre-pais-e-filhos-a-chave-da-compreensao-pela-constelacao-familiar-sistemica/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 21:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência Sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[codependência]]></category>

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		<description><![CDATA[A família é um só corpo e uma só mente. Educar o outro é educar a si mesmo. Corrigir um é corrigir todos. Conhecer a si é conhecer a todos. Os problemas são a chave desse conhecimento profundo, trazido pela constelação familiar sistêmica<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=167&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://www.fiddlesticksdallas.com/images/Demdaco/2007/26031-father-daughter.jpg" alt="" width="289" height="299" />Acredito que você foi criado como eu: um pai, mãe ou tutor, quem sabe uma instituição, que trabalhou duramente para provar que você nasceu errado, com defeitos, e que tinha que aprender a ter o comportamento certo, para se dar bem na vida. Se o filho é mole demais: “tá vendo, vai ser um zé mané puxando carrinho de papelão!”. Se é impulsivo e cheio de opinião: “não respeita os outros. Tá com o rei na barriga! Tem que ser mais humilde!” Se é dócil e manso: “parece um bichinha. Vão te fazer de gato e sapato!”. Se é voltado para negócios e ganhar dinheiro: “que egoísta! A vida não é só matéria, não! Tem que ser mais companheiro! Cadê a caridade?”.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O pai educa o filho olhando a falta, o problema, aquilo que ele acha que, se o filho mudar, poderá ser mais feliz, mais aceito, mais íntegro. Não faz isso por maldade. Mesmo sem acertar o alvo, faz isso por amor.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O filho, do seu lado, também olha e julga o pai e a mãe. Eles fizeram isso e aquilo, agora vivem este casamento sem sal nem carinho. Papai trabalhou e nunca conseguiu nada – como pode me dar conselhos? Mamãe só exige: ela que tem que dar carinho, não sou eu! Talvez o íntimo reaja dessa forma, mas na atitude tenta, a todo custo, demonstrar amor aos pais. Porém, o filho sente-se cobrado sempre por ser melhor, diferente, perfeito. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pai e filho estabelecem uma relação de loucos: ambos querem o bem, um do outro. Mas para alcançar o bem, julgam os erros e focam-se nos problemas que o outro tem.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este é o erro de um pensamento que considera o homem como um ser separado do outro. Ledo engano. Não há nada separado de nada, muito menos um pai e mãe separado do filho. Mesmo que fisicamente separados, são uma coisa só, uma só emoção, e seguem um destino comum. Não há como a mão direita ser próspera e saudável, sem a mãe esquerda também participar. Não existe a mão certa e “um exemplo”, ao passo que a outra mão é um paria e um erro total. Não é possível solucionar nada ao ver o outro errado, porque, no fundo, quem vê o outro errado também vê a si mesmo, extremamente errado. E não existe ninguém errado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A constelação sistêmica mostra o problema como caminho para a solução</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A constelação sistêmica demonstra uma nova forma de perceber o pai, a mãe, o filho. Pense em você desta forma. Não existe separação. Pai, mãe e filho são um só corpo. Mesmo que os pais tenham se separado, mesmo que o filho não tenha conhecido os pais, são um só corpo. E os avós paternos e maternos também são parte deste corpo. Se existe um erro do pai, este é um erro de todos. Se o filho acertou, todos acertaram. Mesmo que não vivam juntos, esta a é noção sistêmica de família. O que se faz numa ponta, ressoa na outra, quer queira, quer não. Se minha orelha direita levar um tapa, todo o corpo sente. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O filho busca desesperadamente o amor dos pais. Quer o carinho, a atenção, o colo, a compreensão. E a força, a orientação, a ajuda e o impulso para um dia se libertar e alçar vôo sozinho. E quer mostrar: eu consigo. Eu dou certo! Eu também sou forte e capaz! O pai busca desesperadamente ser aceito pelo filho como pai. Quer vê-lo forte, com capacidade para se virar, seja qual for a tempestade que ele enfrente. A mãe quer desesperadamente acalentar o filho e protegê-lo. Poder segurá-lo no braço e simplesmente estar presente, nos momentos em que ele a procura. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Não importam os atos reais dos pais, mães e filhos. Não importam as separações, abandonos, maus tratos, desobediências, má-criação&#8230; Pelo contrário: elas servem de luz para mostrar que algo precisa ser reconsiderado. Sistemicamente falando, família possui uma energia invisível que a impulsiona para a união, para a aceitação, para o perdão mútuo e o crescimento conjunto. Mesmo quando houve divórcio, os laços sistêmicos clamam por compreensão e aceitação. Quando isso não existe, os filhos carregam a dor emocional. Não a dor do divórcio, mas a dor dos pais que não se aceitam. É possível a aceitação, mesmo com a separação. E só isso já cura o corpo familiar. Bem, eu sei&#8230; não é só. É um passo difícil. Mas necessário.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Todos os problemas precisam ser vistos e acolhidos. Qualquer problema: vícios, traição, abandono, desvios de conduta, doenças, fobias, medos, conflitos. Sistemicamente, problemas são partes do corpo familiar que necessitam ser olhados, por mais doloroso que isso possa parecer, a princípio. A dor emocional já existe interiormente, antes do problema, e quando este surge, é a vida dizendo: olha! A ferida abriu. É o momento em que o corpo está pronto para ser curado!</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Últimas vagas para o Grupo de Trabalho e Estudo “Constelação Sistêmica em 12 encontros”. <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm"><strong>Clique aqui e saiba mais!</strong></a></span></p>
<p><!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Acolhimento profundo: o lado materno da constelação familiar sistêmica</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/04/acolhimento-profundo-o-lado-materno-da-constelacao-familiar-sistemica/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 18:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento Sistêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar sistêmica e mãe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade e constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Mágoa de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[relação entre mãe e maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[sentido da maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra constelação sistêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Acolher o lado materno é muito além de acolher a progenitora: é acolher o poder de criação e acalanto que há em você, seja homem ou mulher. Este "acolher" lhe dá forças, descansa, recupera, redime, liberta... e possibilita você partir rumo ao seu sentido de vida com confiança e vontade.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=157&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_egE9ZaavnSY/R1BgHUSroxI/AAAAAAAAARA/17pzqLxgj04/s1600-R/happiness.jpg" alt="" width="480" height="318" />Caminhamos pela vida buscando construir a nossa felicidade. Queremos uma família bacana, filhos, um amor ao nosso lado e amigos sinceros que possamos usufruir bons e maus momentos. Juntos, todos iguais. E também queremos conforto, uma boa casa, um trabalho que nos dê dinheiro e prazer. E daí percebemos que alguém também precisa ser visto: o eu. Este “eu” quer lazer, diversão, descanso, saúde, sensação de dever cumprido. Mais que isso, este “eu” quer ser visto, aceito, acolhido e reconhecido. Este “eu” se esforça de todas as maneiras para cumprir seus papéis sociais, trabalhar, construir, cuidar da família, ser amigo, mas quanto mais faz, mais é cobrado por fazer. Busca fazer o “certo”, mas parece que está sempre errado. E nunca é o suficiente. E assim, por mais que conquiste, por melhor que esteja a família, por mais talentos e capacidade tenha desenvolvido, não está bom. Como ninguém vê o meu esforço? Por que não sou feliz, se me esforço ao máximo? Por que me sinto tão errado e incompleto?</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Talvez você se sinta assim. E como disse, aquilo que você conquistou não importa. Você pode ter muito, reconhecer de verdade as coisas boas que aconteceram e acontecem na sua vida, mas&#8230; falta algo. Sentir-se acolhido. Falta o ombro amigo e as palavras curativas: sim, eu reconheço o seu esforço. Descansa em meus ombros. Toma fôlego, antes de prosseguir na sua jornada. Aconchegue-se em meu colo e simplesmente descanse. Respire, e esqueça aquilo que você fez certo, e aquilo que você fez errado. Está tudo bem. Não se julgue, porque eu o recebo do jeito que é. E você é muito bom. O melhor que pode ser. </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois é. Buscamos este acolhimento. A constelação sistêmica familiar demonstra que buscamos na mamãe. Mas ela também busca na mamãe dela. E assim sucessivamente. O homem em busca do acolhimento que cura as feridas e regenera as forças. Para poder brilhar, como é seu destino. </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este acolhimento existe, e você vai poder acessá-lo. Ele está mais perto do que imagina. O ombro pronto para você encostar sua cabeça, descansar e ser somente você. Esta capacidade de ser acolhido e de acolher reside dentro de você, e transcende o conceito que você tem de mãe. <em>Ao conhecer a sua mãe, através da constelação familiar sistêmica, você está aberto para ser acolhido</em>. É um conhecer profundo, que vai muito além da idéia de que “eu gostaria que ela fosse assim ou assado”. Você toma para si o sentimento real da maternidade, que geralmente nem a própria mãe soube tomar. E este sentimento de maternidade existe na mulher e também existe no homem. É uma peculiaridade que permite ao ser humano acolher os seus próprios talentos, a sua própria capacidade. Permite acolher os clientes, colegas de trabalho, parentes. Permite, principalmente, acolher a si e se perdoar. Mesmo que a sua mãe nunca o tenha acolhido. Talvez isto até facilite. Porque o acolhimento está em si, parte de si e depende de si. Se ela o tivesse acolhido da forma que você gostaria, talvez você achasse que ela é um ser especial, mas você não.</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Você é um ser especial. Como ela também. E ao entrar em contato e exercer este acolhimento, mesmo que timidamente, no princípio, com seus filhos, parentes, amigos, clientes, colegas de trabalho, a sua relação com o trabalho e com os outros ganha uma nova dimensão. A constelação sistêmica o coloca em contato direto com este acolhimento. E é algo absolutamente seu, onde nem sua mãe ou seu pai terão acesso, pois esta compreensão pertence somente a você. E só interessa a você e à sua vida. Seja vida pessoal ou profissional.</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Técnica nenhuma de administração pode trazer resultado sequer próximo ao profissional que trabalha “acolhendo”. Técnica nenhuma terapêutica pode curar mais que o indivíduo que descobre a cura em si mesmo, ao “acolher” sua própria dor interior e transcendê-la. Técnica nenhuma de networking pode estabelecer melhores contatos do que aqueles feitos de “alma para alma”. Nenhum problema de relacionamento sobrevive quando se oferece os ombros ao outro – não os ombros que carregam os problemas do outro, mas o ombro que se oferece para o descanso e a recuperação. </span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Fica então o convite: descanse neste ombro, acolha-se e recupere sua energia. Nós oferecemos os ombros da constelação sistêmica, que na verdade, são os próprios ombros maternos – no sentido mais amplo que você possa imaginar.</span></p>
<p style="margin:0 0 .0001pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:black;">Constelação <strong><span style="font-family:Verdana;">constelação sistêmica em 12 etapas </span></strong></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;color:black;">Grupo de trabalho e estudo, com a alemã Theresa Spyra</span></strong></p>
<p><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A fórmula deste trabalho no <strong>Grupo de 12 encontros </strong>é simples: conhecer-se, aceitar-se e realizar-se na vida. <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm">Clique aqui e saiba mais!</a></span></em></p>
<p><em></em></p>
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		<title>A busca do papai e insucesso profissional</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/01/21/a-busca-do-papai-e-insucesso-profissional/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 13:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelação empresarial]]></category>
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		<category><![CDATA[Alex Possato]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>
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		<description><![CDATA[O quanto uma questão emocional envolvendo papai (e mamãe) afetam sua vida agora<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=127&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" src="http://www.nvo.com/beaulier/nss-folder/scrapbook/FL_31.JPG" alt="" width="338" height="454" />Hoje, no Brasil, mais de 50% dos lares são chefiados por&#8230; mulheres. É estatística. Isso significa que os filhos estão sendo criados sem o pai. Isto é certo ou errado? Tanto faz, é assim. Milhões e milhões de pessoas, homens e mulheres sem a referência paterna, que até alguns anos atrás, simbolizava o trabalho, o sustento da casa, a proteção. Mas não é só isso: mais outros tantos milhões de pessoas possuíram o pai em casa, mas este pai não provê, não sustenta, não se banca. Ele está em casa, mas não faz o papel que a sociedade diz ser do homem. Ou dizia&#8230; </span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma parte desta imensa população órfã do símbolo “pai”, não enfrenta problemas na vida profissional. Às vezes, até devido à falta do papai, resolvem abraçar o papel masculino do caçador, do provedor, e saem à luta. Uma grande amiga, consultora de sistemas, que já trabalhou conosco terapeuticamente, sacou isso: filha mais velha, com três irmãs e um irmão abaixo da sua idade, resolveu encarar a vida com garra e se saiu muito bem, financeiramente. Mas a que preço? O seu papel mais masculino e provedor atraiu um marido fraco e instável, e isto balançou o casamento. Por outro lado, ela se transformou no pai das irmãs, ajudando-as financeiramente o tempo todo, e elas se colocaram no papel de filhas, sem se desenvolverem sozinhas&#8230; o pior é que é tudo gente adulta, acima dos 30! Imagine o casamento destas irmãs, como é?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois bem, minha amiga não teve problemas profissionais porque ela não buscou o papai, mas se colocou no lugar dele. Isso também não e saudável. Mas não é sobre esta posição que vou falar agora. Vou falar da posição dos que buscam papai. As irmãs, por exemplo. Ou o marido dela. Todos eles tiveram pai, não tão presente, mas tiveram. E mesmo assim buscavam. A dor emocional de “não ter pai” pode provocar um estrago na vida financeira e profissional muito grande.<br />
Como? Bem, a constelação sistêmica demonstra que as pessoas que estão focadas em problemas emocionais não conseguem, muitas vezes, tomar decisões simples, ou acabam tomando decisões para satisfazer a dor emocional, ao invés de basear-se na busca de soluções e metas. Assim, uma das irmãs desta minha amiga, buscando papai, casou-se com um homem e colocou-o no lugar de papai. E ele buscava mamãe, isso quer dizer, buscava afeto e carinho e colocou-a no lugar de mamãe. Como eles eram marido e mulher, imagine no que deu. Ficaram casados muitos anos, mas nada deu certo. Abriram um negócio, mas também fracassou: estavam envolvidos com suas dores emocionais internas. Divorciaram-se. E esta mulher, enquanto não se tocar da sua própria dor, e dar um chute nela, irá buscar outro papai.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Inconscientemente, quem foca-se nas dores interiores, na busca por explicações para seu sofrimento, está automaticamente tirando energia que seria, naturalmente, dirigida à construção da carreira, do sucesso financeiro e da realização pessoal. Tenho visto muita gente trabalhar suas questões emocionais, colocá-las de forma digerível para si, e às vezes, mesmo sem resolver totalmente, a vida começa a fluir. Encontra novo trabalho, ganhando muito mais, acho um parceiro ou parceira completamente diferente, ajeita-se na vida. E o contrário também tenho visto: pessoas que buscam o porquê são as piores. Por que eu sofro? Por que não dá certo? Por que isso, por que aquilo. Quem quer saber o por que, não está buscando soluções, mas somente, justificativas. Eu era assim: filho adotivo, criado por avós, irmão que se matou, pai alcoólatra, achei um monte de justificativas para o meu sofrimento. Fiquei anos preso às minhas dores emocionais, e isto atrasou sobremaneira minha carreira e meu sucesso. No momento que resolvi colocar as justificativas emocionais de lado, tchau e bênção! </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Buscar o pai não leva a nada: todos tiveram pai e mãe, se não, não estariam lendo estas linhas. Agora, o conceito de que papai tinha que ser assim, mamãe assado, para eu ser mais feliz, é simplesmente desculpa. Freud ajudou a espalhar este mito da culpa dos pais. Balela: quem está com algum problema profissional ou financeiro e está preso a dores emocionais, basta trabalhar isso, para ver o que acontece! Que papai, que mamãe, nada: você vai ver que existe alguém muito mais importante nisso tudo, que não está sendo visto. Adivinha quem é?</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato">Alex Possato</a> é consultor e diretor do <a href="http://www.nokomando.com.br"><em>Nokomando-soluções sistêmicas</em></a><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal"><em></em></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próximo dia 22 de março de 2009, constelação familiar sistêmica com a alemã <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresa Spyra</a>.  <a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm"><strong>Clique aqui e saiba mais!</strong></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
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