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	<title>Constelação Sistêmica &#187; Educação</title>
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	<description>tudo sobre constelação familiar sistemica, constelação empresarial e consultoria sistêmica</description>
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		<title>Constelação Sistêmica &#187; Educação</title>
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		<title>10 dicas para mudar o comportamento do filho</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Oct 2008 12:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A postura correta do pai em relação ao filho determina a harmonia do relacionamento e o sucesso da educação<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=113&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div></div>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></p>
<div id="attachment_114" class="wp-caption alignright" style="width: 172px"><a href="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2008/10/son-shouts-at-mum_01.jpg"><img class="size-full wp-image-114" title="son-shouts-at-mum_01" src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2008/10/son-shouts-at-mum_01.jpg?w=162&#038;h=162" alt="Como educar sistemicamente seu filho?" width="162" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Como educar sistemicamente seu filho?</p></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Olá! Vamos falar um pouco de pais e filhos? É, lembra-se daquela música da Legião Urbana, onde o Renato Russo dizia: você culpa os seus pais por tudo, isso é um absurdo. São crianças como você&#8230;</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois é, certa vez ouvi o Renato responder a uma pergunta sobre o como ele conseguia fazer letras tão elaboradas, e ele simplesmente disse: lendo muito, estudando! Bem, o Renato sabia algo sobre sistemas entre pais e filhos, mesmo que intuitivamente. Eu trabalho com a hipótese de que a intuição é a maior e melhor sabedoria que o conhecimento adquirido, mas isso é papo pra outro momento. Mas vale a lembrança da música: os pais são crianças como você.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vou falar sobre <a title="Onde fazer constelação?" href="http://www.nokomando.com.br/terapia%20e%20consultoria.htm">constelação sistêmica familiar </a>e relacionamento entre papai e filhinho. E vice-e-versa. Para facilitar, vou pedir para você pensar o seguinte: imagine que existem programas pré-determinados que atuam no comportamento emocional de todos os pais da sua família. Sim, se você é pai, imagine que está rodando um programa que influencia nas suas emoções. O que você acha de ser pai? Como você se sente em relação ao seu filho? Tem culpa ao dar bronca? Ou culpa ao ser permissivo? Sente-se como ao poder dar o conforto material que você não teve? Sente-se melhor que seu pai? O que passa na cabeça quando não consegue suprir o seu lar com aquilo que gostaria? É justo e assume o seu papel? <a href="http://www.nokomando.com.br/constela%E7%F5es%20familiares%20-%20texto%20-%20aceitar%20plenamente%20os%20pais.htm">E como você se sente em relação ao&#8230; seu pai</a>?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bem, sistemas familiares influenciam diretamente as emoções. São as emoções, que estão arquivadas em sua mente inconsciente, que representa 95% do total do seu conteúdo mental, que ditarão seu comportamento. Como pai, e também como filho, como patrão, como marido ou esposa, e assim por diante. Absolutamente todos os problemas de relacionamento, e no caso que estou falando, entre pai e filho, são originados por questões sistêmicas e, portanto, só podem ser resolvidas sistemicamente. Um problema de atitude do filho não é resolvido somente com um problema de atitude do pai. Isso causaria confronto e é profundamente desagradável. A constelação sistêmica auxilia nas mudanças de comportamento, mas parte de outro princípio: ao trabalho sistemicamente, as emoções se equilibram. Com as emoções equilibradas, as atitudes se modificam, gradual e naturalmente. Sem a imposição. Sem as regras da Super Nany. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Dizer as razões do porquê um filho não respeitar o pai seria um pouco incoerência da minha parte, porque a generalização não abraça todas as respostas. Mas como tenho certeza que a intuição sempre sabe das respostas, vou lhe dar algumas dicas de como resolver conflitos desse tipo:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">1 – como o pai do filho que não o respeita vê o seu próprio pai?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">2 – o pai do filho se coloca como pai, ou seja, ele se sente maior que o filho (sistemicamente, ele é sempre maior)?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">3 – após a idade em que o “passarinho pode voar”, quer dizer, a adolescência, mais ou menos, o pai solta o filho e deixa ele se virar sozinho (sistemicamente, este é o melhor caminho)?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">4 – o filho está sendo colocado no seu devido lugar de filho e, assim, menor que os pais?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">5 – o pai assume completamente os problemas que tem relação à ele – por exemplo, brigas de casal, problemas financeiros, estresse, etc. – sem jogar o “seu pacote” para as costas dos filhos?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">6 – o pai sabe mandar o filho “calar a boca” nos assuntos que não são dele?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">7 – o pai assume suas atitudes sem culpa, mesmo que, mais tarde, perceba que poderiam ter sido outras?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">8 – o pai entende que a maior coisa que poderia dar ao filho, sistemicamente é a vida, e todo o resto é um “bônus” que pode ser maior ou menor, conforme a sua própria capacidade como pai?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">9 – ao olhar o próprio pai, o pai sabe não pegar as responsabilidades que não é dele, e devolver ao “velho”, sem deixar que problemas do outro interfiram na própria vida?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">10 – mesmo deixando os problemas ao “velho”, o pai sabe reverenciar o próprio pai, sabendo que a vida que recebeu dele é a coisa mais importante da sua existência, e sem ela, nada mais seria possível?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://alexpossato.wordpress.com">Alex Posssato</a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Full Life Coach</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br">www.nokomando.com.br</a></span></p>
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		<title>O sistema dentro da escola e da sala de aula</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 16:10:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;E como se comportam os sistemas escolares, escolas e classes escolares? Aqui reconhecemos as fronteiras flexíveis entre a estrutura (sistema escolar, escola e classes escolares) e a vida que preenche a organização e a transforma em um &#8217;ser&#8217;, o que é mais do que a soma das características de todos os seus membros. Observamos uma [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=77&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft size-medium wp-image-84" src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2008/08/classroom5.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" />&#8220;E como se comportam os sistemas escolares, escolas e classes escolares? Aqui reconhecemos as fronteiras flexíveis entre a estrutura (sistema escolar, escola e classes escolares) e a vida que preenche a organização e a transforma em um &#8217;ser&#8217;, o que é mais do que a soma das características de todos os seus membros. Observamos uma auto-estrutura nas turmas, dinâmicas autônomas, o desenvolvimento de um sentimento de solidariedade e um claro empenho por equilíbrio. (Quando um &#8216;criador de casos&#8217; deixa a turma, via-de-regra, um outro aluno assumirá esse papel). Em turmas existem subunidades (subsistemas) que preenchem suas respectivas funções específicas e que podem ser distinguidas umas das outras, tais como as funções do professor, dos alunos individuais que se projetam socialmente ou devido a seus méritos, e o grupo de alunos ajustados e com um desempenho médio. Em uma turma crescem ligações sociais e um comportamento de grupo se desenvolve a partir daí. E aqui também não podemos deixar de reparar como os subsistemas individuais afetam um ao outro: a professora, os grupos individuais de alunos e os grupos de alunos, a professora; de tal forma que, através desse processo, o grupo de alunos redefine diariamente o papel do professor e vice-e-versa&#8221;.</p>
<p><em><strong>Marianne Franke-Gricksh, em &#8220;Você é um de nós&#8221;, Editora Atman, pgs. 82/83</strong></em></p>
<p><em>Constelação Sistêmica Familiar com Theresa Spyra.<strong> <a href="http://www.nokomando.com.br">Clique aqui e saiba mais!</a></strong></em></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/constelacaosistemica.wordpress.com/77/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/constelacaosistemica.wordpress.com/77/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/77/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/77/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/77/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=77&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Filho de pais separados</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2008/06/24/filho-de-pais-separados/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Joschi vivia com sua mãe e seus três meio-irmãos. Contava pouco sobre sua casa e sobre sua mãe e seu pai, só esporadicamente. Quando nós jogamos o jogo da família, ele também quis constelar. Ele bem que havia percebido como em cada constelação se desenvolvia um respeito pelo destino da família. Ele disse: &#8220;Desde algum [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=61&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" src="http://www.babble.com/CS/blogs/strollerderby/divorce2.jpg" alt="" />Joschi vivia com sua mãe e seus três meio-irmãos. Contava pouco sobre sua casa e sobre sua mãe e seu pai, só esporadicamente. Quando nós jogamos o jogo da família, ele também quis constelar. Ele bem que havia percebido como em cada constelação se desenvolvia um respeito pelo destino da família. Ele disse: &#8220;Desde algum tempo sinto que pertenço a meu pai, mas vivo com minha mãe&#8221;. Isso foi corajoso.</p>
<p>Ele constelou: em uma fila sua mãe, próximo a ela seus três meio-irmãos e um pouquinho além, o pai. Colocou a si mesm e seu próprio pai num ângulo de 60 graus e cerca de metro e meio distante deles.</p>
<p>Quando os representantes haviam sido colocados, o representante do pai de Joschi disse: Joschi pertence a mim! Então a representante da mãe esteundeu seus braços e disse: Quero que o garoto fique comigo. Joschi estava sentado em sua carteira e concordou com a cabeça. Agroa estava olhando esse conflito de fora, sem ter falado muito sobre isso.</p>
<p>Sugeri ao representante de Joschi que ficasse ao lado de sua mãe, próximo a seus irmãos, e dissesse ao pai: Eu amo você. Eu pertenço a você e no momento ainda vivo com a mamãe. Essa era uma frase solucionadora. Então disse para a representante da mãe: Mamãe, eu pertenço ao papai, e no momento ainda vivo com você. A palavra ainda deixava em aberto quando ele deveria ir para seu pai, e indicava que iria deixar a esfera de influência de sua mãe. Com isso, iniciou-se um processo sobre cuja extensão e duração nenhuma afirmação foi feita. Após a constelação, disse a Joschi: Como um homem, voce pertence aos homens. Ele riu e bateu com os punhos no peito.</p>
<p>Nas semanas que se seguiram, a mãe de Joschi veio até meu horário extraclasse. Joschi não tinha falado nada sobre a constelação familiar. Por si mesma, ela mencionou o quanto era ligada a Joschi e questionava se isso estava certo. Ela disse: Eu não sei se serei capaz de entregá-lo a seu pai se ele quiser agora que Joschi vá viver com ele&#8221;. Disse-lhe que também tinha sido difícil entregar meus filhos para o pai, mas que havia um tempo e um lugar certo para cada decisão.</p>
<p>Como um exercício, ofereci às crianças de famílias separadas colocarem ambos os pais um ao lado do utro, mesmo se vivessem separados, e colocar-se diante deles.</p>
<p>Eles são as raízes, e você é o dente, dizia isso frequentemente, e desenhava um grande dente com duas raízes no quadro.</p>
<p>Eles reverenciavam os representantes de seus pais e diziam: Eu concordo que vocês vivam separados, mesmo que isso me doa. Eu sempre serei a criança de vocês dois.</p>
<p><em>Marianne Franke-Gricksh</em> em <strong>Você é um de Nós</strong>, Editora Atman, pgs 76/77</p>
<p>Soluções para relacionamento entre casais, divorciados, filhos de pais separados, adoção&#8230; participe da palestra online gratuita com a alemã Theresa Spyra, &#8220;soluções para a sua vida através da constelação familiar sistêmica&#8221;. <a href="http://www.nokomando.com.br/"><strong>Clique aqui, envie um e-mail e inscreva-se!</strong></a></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/constelacaosistemica.wordpress.com/61/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/constelacaosistemica.wordpress.com/61/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/61/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/61/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/61/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=61&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>Constelação e filho adotivo</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 20:13:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Constelação Familiar Sistêmica]]></category>

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A natureza do homem é bonita, instigante, desafiadora. Quase todos nascem com a capacidade de procriar e gerar filhos. E as pessoas se entregam ao ato, afinal, é muito bom! Amar e procriar! E mesmo assim, quantos e quantos seres humanos ainda assumem a responsabilidade por filhos que não foram gerados por eles?
Aqui no [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=38&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p></a><font face="tahoma" size="2"> </font></p>
<p><font face="tahoma" size="2">A natureza do homem é bonita, instigante, desafiadora. Quase todos nascem com a capacidade de procriar e gerar filhos. E as pessoas se entregam ao ato, afinal, é muito bom! Amar e procriar! E mesmo assim, quantos e quantos seres humanos ainda assumem a responsabilidade por filhos que não foram gerados por eles?<br />
Aqui no Brasil é muito comum a figura do “filho de criação”, geralmente crianças de parentes ou conhecidos em má condições financeiras e emocionais, que são pegas por outras famílias com melhores condições. E aí o bicho pega! Um filho adotivo é sempre um filho adotivo, e por mais que se fale, da boca pra fora, que “o amor é o mesmo”, etc. e tal, é lógico que há diferenças.<br />
O filho biológico vem da barriga que julgamos conhecer: a nossa. O filho adotivo vem da barriga que não conhecemos. Existe um monte de observações que poderia fazer a respeito da adoção, mas quero falar um pouco a respeito do lado sistêmico da adoção, afinal, esta é a minha praia.</p>
<p>De onde vem uma criança?</p>
<p>Está certo, ninguém mais acredita na cegonha&#8230; E aqui no Brasil nem tem cegonha, portanto, não são elas que trazem&#8230; Mas sem brincadeira, uma criança é resultado genético e sistêmico dos seus pais e antepassados. Isto é essencial. Uma criança é fundamentalmente filha dos pais biológicos. Ela herda as características físicas do pai, da mãe, dos avós, dos bisavós, e também herda as características emocionais, impulsos, vontades, desejos, medos, talentos, etc., destes antepassados. E uma coisa que lidamos o tempo todo com as constelações familiares sistêmicas, é a rejeição: toda e qualquer rejeição acarreta uma dor “do não pertencer” muito forte, que influencia a personalidade do ser humano para sempre, até que ele possa olhar para o seu passado, reverenciá-lo e aceitá-lo. Vou explicar melhor: um abandono significa exclusão, significa – “eu não aceito você!”. Mesmo que este abandono tenha sido causado pela morte precoce do pai e da mãe, mesmo que tenha sido causado por alguma fatalidade do destino, a marca da exclusão permanece no filho. É bom realçar, porém, que este abandono está ligado a outras exclusões ocorridas no passado familiar. Nem abandono, não existe culpa da mãe e do pai, mas simplesmente é um acontecimento impulsionado pelo sistema familiar dos pais. Digo isto sistemicamente, não estou falando que a pessoa que abandona não tenha a sua obrigação com a justiça&#8230; Falo de emoções, e não de regras sociais.</p>
<p>Você, que está entrando em contato com a teoria sistêmica agora, deve se observar não mais como um ser individual, onde somente os fatos que aconteceram na sua vida influenciaram quem você é, hoje. Deve se ver como apenas um pedacinho de uma história que já começou há muito tempo atrás, desde os seus ancestrais, e dos quais você ainda hoje recebe muita influência, que lhe causa conforto ou desconforto, traz habilidades e dificuldades. Assim, quando adotamos uma criança, estamos adotando um passado familiar que não é o mesmo nosso, trazemos um sistema familiar diferente&#8230; Isto apresenta dois lados: para os pais que estão com as emoções pessoais e, portanto, o sistema familiar em equilíbrio e sob controle, aproximar-se do sistema familiar estranho, que é trazido pelo filho adotivo pode ser desafiador e isto proporciona um crescimento emocional maior ainda. De alguma forma, você acaba adotando também o sistema familiar do seu filho adotivo, e se este sistema tem lugar no seu coração, a adoção vai se transformar num grande crescimento pessoal. Ter um lugar no coração não significa fazer caridade para a família do adotado, trazê-los para casa, ser bonzinhos&#8230; A aceitação é emocional, e a mais pura demonstração de amor é a liberdade. Trazer algo para si significa prisão, achar que temos alguma coisa a dar para pessoas adultas e responsáveis por si é presunção e isto não é amor.<br />
O outro lado de trazer um sistema familiar para próximo do nosso próprio sistema familiar que eu quero dizer é quando as nossas próprias emoções não estão em equilíbrio. Adotar uma criança quando ainda temos muita mágoa da nossa mamãe, do nosso papai, temos bronca da nossa infância, não olhamos os nossos avós e antepassados com carinho e respeito, não reverenciamos a terra em que nascemos trará, inegavelmente, enormes conflitos dentro do lar. Em primeiro lugar, porque o desequilíbrio existe dentro do próprio sistema familiar. E ainda por cima, será colocado um outro sistema em cima&#8230; que também possui muitas arestas a aparar, afinal, se a criança foi abandonada, é porque também havia desequilíbrio no sistema familiar dela.</p>
<p>Adoção não é caridade</p>
<p>Dito isso, pergunto: será que vale a pena adotar? Ahah! Esta pergunta é uma pegadinha: para quem entendeu a lógica do sistema familiar, as coisas mais importantes que temos vontade de fazer na vida não é uma vontade pessoal, mas é uma vontade do sistema familiar. Tudo o que envolve relacionamentos íntimos são impulsionados pelo nosso sistema, e não porque queremos ou deixamos de querer. E se alguém quer adotar, não é porque é caridoso, ou porque quer salvar os pobres, ou porque tem coração grande, etc. É porque seu sistema familiar está “adotável”, quer dizer, existe uma busca de inclusão de elementos de fora, neste caso, crianças. É lógico que para incluir alguém “de fora do nosso sistema familiar”, só iremos encontrar pessoas “excluídas por outros sistemas familiares”. É impossível eu adotar alguém que já está aceito na própria família. Por isso, adotar não é uma atitude confortável. Como falei acima, a forma mais confortável de adoção é quando nos encontramos razoavelmente em equilíbrio com o próprio sistema. Mas muitas vezes o nosso sistema está um verdadeiro pandemônio, e queremos imensamente adotar&#8230; Está certo? Está errado? Vai dar certo? Vai dar errado? Isso não interessa. Do ponto de vista sistêmico, se queremos adotar, é porque o nosso sistema necessita desta adoção. Todo sistema familiar se ajusta automaticamente, e nós, seres humanos, somos as peças pelas quais o sistema realiza os ajustes. Se sofremos ou temos prazer, o sistema não interfere, porque, as vezes o ajuste se faz também com o sofrimento.</p>
<p>Porém, é possível suavizar e até eliminar o sofrimento pessoal. É colocando-se a serviço do sistema, observando-o, sentindo e aceitando as emoções com naturalidade, querendo construir menos as coisas da vida com a razão e os pensamentos, e simplesmente desfrutando a vida como ela é, sem querer forçar mudanças. Pode ser trabalhoso (nem sempre é), mas é gratificante. Principalmente na adoção, as emoções que temos em relação ao papai e mamãe serão realçadas, se você é pai ou mãe adotivo. Neste momento, o seu sistema está dizendo: olhe para eles, reconheça-os, aceite-os como eles foram, e assim a harmonia entre você, seu filho adotivo e todos os sistemas familiares envolvidos estará a um passo de se concretizar&#8230;</p>
<p>Theresa Spyra é economista, facilitadora de constelação familiar, profissional e estrutural sistêmica, mãe biológica e mãe adotiva. <a href="http://www.nokomando.com.br/constela%E7%F5es%20familiares%20-%20texto%20-%20atendimento%20em%20grupo.htm"><b>Conheça o seu trabalho, clicando aqui!</b></a><br />
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