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	<title>Constelação Sistêmica &#187; Depoimentos de constelação</title>
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	<description>tudo sobre constelação familiar sistemica, constelação empresarial e consultoria sistêmica</description>
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		<title>Constelação Sistêmica &#187; Depoimentos de constelação</title>
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		<title>Mamãe, deixe-me em paz!</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 15:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
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		<description><![CDATA[Na terça-feira passada estivemos fazendo mais um encontro do grupo de Autoimagem e Caminhos, com constelação sistêmica. Uma das dinâmicas propostas por Theresia Maria, nossa facilitadora de constelação, sugeriu que trabalhássemos a mágoa.
- Quem tem alguma mágoa e deseja trabalhar isso, agora?
Várias mãos se levantaram. Algumas com mais firmeza que outras. Foi escolhida uma das [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=287&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.wildliferanger.com/users/www.wildliferanger.com/upload/Leave%20Me%20Alone%20I%20001%20244.JPG" alt="" width="511" height="424" />Na terça-feira passada estivemos fazendo mais um encontro do <a href="http://www.nokomando.com.br/terapia-constelacoes-familiares-sistemicas-em-grupo.htm"><strong>grupo de Autoimagem e Caminhos</strong></a>, com constelação sistêmica. Uma das dinâmicas propostas por<a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra"><em> Theresia Maria</em></a>, nossa facilitadora de <a href="http://www.nokomando.com.br/constela%E7%F5es%20familiares%20-%20texto%20-%20desenvovlimento%20do%20trabalho.htm"><strong>constelação</strong></a>, sugeriu que trabalhássemos a mágoa.</p>
<p>- Quem tem alguma mágoa e deseja trabalhar isso, agora?</p>
<p>Várias mãos se levantaram. Algumas com mais firmeza que outras. Foi escolhida uma das nossas amigas, companheiras do curso. Era uma mágoa realmente dolorosa. Atritos severos com a própria mãe, uma senhora difícil e geniosa, assim como a filha. Pelo menos esta é a aparência. Pela experiência que temos em processo terapêutico, posso afirmar que não existem pessoas difíceis e geniosas, integralmente. A mesma pessoa difícil é dócil em milhares de situações. A mesma pessoa geniosa é amável em outras. Aquele que fere em alguns momentos, também acaricia, em outros. Com algumas pessoas, a pessoa difícil se transforma em um docinho de côco. Com outras, a pessoa geniosa é uma verdadeira geléia de framboesa. Por que será que alguém tem atrito com outro?</p>
<p>As relações não são construídas por aquilo que vivemos. Nós possuímos uma energia sistêmica que conduz nossas emoções e, consequentemente, nossas atitudes. Em especial, no caso de mãe e filha, por mais que a sociedade diga que mãe nasceu para ser amada e amar, o Universo diz que mãe nasceu para aprender e ensinar. E isso, geralmente, é doloroso. Temos exatamente a mãe que necessitamos. E a mãe tem  a filha que precisa. Existe , sim, o amor nesta relação. O amor mais sublime que possa existir: o amor que queima e destrói como chama, para reconstruir um ser novo e sublime; o amor que muitas vezes desmonta o nosso ego, traz sofrimento, para renascermos como seres divinos que somos. Renascermos nesta vida mesmo, não em outras&#8230; Esse amor necessita de atitude. Não tem nada a ver com dar presentinhos, pegar o filhinho no colo, amamentá-lo. Isso fica bem em propaganda de banco ou de shopping center, mas não condiz com a realidade humana. A realidade é mais dura, e por isso mais sublime, possibilitando a redenção.</p>
<p>Muitas vezes, para que este amor familiar, sistêmico, universal se manifeste, as energias de mãe e filho provocam  separação. A mãe abandona o filho, por amor. O filho cria ódio da mãe, por amor&#8230; Tão contrário a si é o mesmo amor, diz Camões. E continua o poeta caolho: é ter com quem nos mata, lealdade. Imagine você, ser leal a quem o matou? Pois é, é isso mesmo. Camões reafirma há quinhentos anos, o que <a href="http://bonsfluidos.abril.com.br/hotsite/relacionamento/relacionamento03.shtml">Bert Hellinger</a>, o criador da constelação familiar sistêmica diz hoje: o amor fere, machuca e cutuca, e por isso mesmo, é curativo.</p>
<p>Ter profunda mágoa da mãe significa ter amor profundo por ela. Porque a mãe que temos mágoa não é a mãe externa, que está fora de si. É a mãe interna, parte de nós, da qual fomos gerado. Como podemos somente odiar aquela que nos permite estarmos vivendo esta vida tão grandiosa? É por isso que, mesmo inconscientemente, amamos nossa mãe, e amamos nosso pai. Mesmo quando o ego diz: não! O ego não entende de amor. Ele só pensa que entende. Amor não é pensado: é sentido. Na dinâmica que fizemos, o personagem filha, irredutível, ouvia os gritos de dor e desespero do personagem mãe. E aparentemente não estava nem aí. Mas estava. Sofria por dentro, como uma úlcera corrói as vísceras. E a mãe não queria magoá-la: estava presa em sua própria dor. E por isso, não conseguia agir melhor com a filha. A dinâmica prosseguiu. Lágrimas de todos os lados. Gritos, bate pé. Rancor, revolta, falta de proximidade. Filha e mãe eram absolutamente iguais. Carregadas de dores, de sentimentos feridos. E como o amor pode florescer, nessa situação?</p>
<p>Não era necessário. O amor não precisa florescer. Ele já se demonstra, onde há ódio e tumulto. Assim é a vida. O amor que floresce só se manifesta quando alguém assim o deseja. E ouve um momento em que uma das duas desejou. Na dinâmica. E então, o sistema foi rompido. Isto ficou bem claro. Não existe mágoa só de um lado. Um lado é absolutamente igual ao outro. Ambos necessitam da mágoa, para coexistirem em conflito. A mágoa só atinge a alguém que magoa também. O bom desta história, é que este que magoa, uma hora pode perceber que a compaixão também está em suas mãos. E pode manifestá-la.</p>
<p>O universo coloca estas dores, estes sofrimento, quase como se fosse de propósito. Alguém pouco observador diria que Deus é sádico. Mas não é. As piores dores estão recheadas, completas, abarrotadas do mais sublime amor. Transbordando. Pronto para se demonstrar, ao momento em que o “dono” desta dor diz: sim. Eu aceito. Eu observo. Conservo a minha parte, e entrego o resto a quem pertence. Não preciso carregar todas as dores do mundo, mas aceito o que é meu.</p>
<p>Como diz <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Khalil_Gibran">Gibran Khalil Gibran</a>: “Grande parte do vosso sofrimento é por vós próprios escolhida: É a amarga poção com a qual o médico que está em vós cura o vosso Eu-doente. Confiai, portanto, no médico, e bebei seu remédio em silêncio e tranqüilidade. Pois sua mão, embora pesada e dura, é guiada pela suave mão do Invisível, e a taça que ele vos oferece, embora queime vossos lábios, foi confeccionada com a argila que o Oleiro umedeceu com Suas lágrimas sagradas”.</p>
<p>O seu “Eu-doente” é o seu ego, que se acha doente, ferido, incapaz, imperfeito. E por isso, julga os outros com a mesma intensidade que se julga. A sua essência, que é aquela que o seu Criador o dotou, é perfeita. O Ego não aceita isso, e o Universo coloca as dores. Menos se aceita a perfeição, e mais dores. Até, quem sabe, um dia o Ego perceba que o mundo é perfeito, do jeito que é, baixe a cabeça, e se coloque a serviço de algo maior. A vida se transforma. Você se transforma, pois suas mágoas, dores e baixa autoestima desaparecem, afinal, eram ilusórias. Quem sabe até mamãe se transforme?</p>
<p><a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato"><em>Alex Possato</em></a> é diretor do nokomando &#8211; desenvolvimento pessoal e espiritual</p>
<p><strong>Nokomando &#8211; o site da sua consciência pessoal e profissional</strong></p>
<p><em>Despertar para a alegria e simplicidade de liderar a si, as relações, a profissão e a vida</em></p>
<p>Constelação sistêmica e imagem pessoal: formação, coaching, terapia e workshops</p>
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		<title>Alcoolismo – a dor do sistema familiar clamando por ser visto</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 15:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitudes compulsivas]]></category>
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		<description><![CDATA[Alex Possato conta como superou o alcoolismo através da constelação familiar sistêmica<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=285&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="border:5px solid black;margin:5px;" src="http://allcare.net/s2/images/alcoholism21.jpg" alt="" width="418" height="264" />Esta semana recebi um email de alguém preocupado com um caso de <a href="http://www.alcoolismo.com.br/">alcoolismo</a> na família. Sei bem o que isso significa. Fui alcoólatra. Meu pai foi alcoólatra e meu avô materno também. E hoje, em desenvolvimento humano, trabalho com os sonhos e motivação das pessoas, que podem ser completamente destruídos por esta droga legalizada: o álcool. Conheço, então, três lados da coisa: de quem bebeu, quem presenciou e conviveu com os efeitos do alcoolismo em parentes próximos e como consultor, que acompanha o trabalho de constelação familiar sistêmica que minha companheira e esposa,  <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresia Maria</a>, realiza, aqui em São Paulo.</p>
<p>Theresia conviveu comigo na fase difícil da bebida, quando eu não tinha motivação de trabalhar, vivia super-ansioso e totalmente ausente, de espírito. Na época, eu tinha as desculpas mais esfarrapadas: não sou alcoólatra! Eu sei o que estou fazendo! Eu não bebo tanto, não vivo dando escândalo e nem caindo pelas sarjetas! Mas depois aprendi, numa das quatro visitas que fiz no AA, que não é a quantidade ingerida, mas a incapacidade de dominar o impulso de beber que determina o alcoolismo. E, lógico: dentro de mim eu sabia que estava atrasando minha vida, ao tomar mesmo que fosse meia garrafa de cerveja. Simplesmente porque necessito na minha mente consciente para o meu trabalho, e a bebida tira a minha consciência. Não tanto para eu ficar bêbado, mas só o suficiente para eu não conseguir mais escrever, trabalhar, atender. Portanto, tornava-me um inútil. Um inútil alegre, afinal, eu adorava o “barato” de estar ligeiramente zonzo. E as vezes, totalmente&#8230;</p>
<p>Theresia teve uma paciência e dedicação incrível. E eu tive muita força de vontade para ver que, mesmo sendo uma quantidade mais ou menos pequena, para aquilo que vim fazer neste planeta, que é servir aos outros com o meu trabalho e talento, nem um copo de cerveja poderia ingerir. Foi duro admitir isso. Afinal, a Juliana Paz está aí, toda hora, para me mostrar como a vida com uma loira na mão é boa! Mas não é não. Era um insulto à minha inteligência, beber. Eu sabia disso. Mas não conseguia parar. E resolvi mergulhar fundo na questão. O que fazia eu beber?</p>
<p>Bem, a primeira resposta é: isso é hereditário. Veio do meu pai, do meu avô! Fácil! Achei  um culpado. Os dois se remexeram no túmulo, quando pensei este pensamento abominável. Já não basta toda a dor que eles viveram, e eu ainda para culpá-los de um vício que era meu? Bem&#8230; está certo. Comecei a investigar mais fundo ainda. Influência da propaganda. Más amizades&#8230; Ah, é isso! Más amizades! Vovó dizia que as más companhias me levariam ao vício. Engraçado. Quando lembrei quais as más amizades que eu tinha, vi que era tudo gente boa, muitos dos quais ainda hoje, amigos leais. E agora? Por que bebo?</p>
<p>Está certo. Resolvi olhar para o meu íntimo. E vi. Eu tinha medo. Medo de encontrar pessoas. Medo de me soltar, de rir, de ser feliz. Sentia uma dor inexplicável no peito. Tinha mágoa do papai, mágoa da mamãe, mágoa da vovó, do vovô. Até do meu irmão, que se suicidara anos atrás. Eu carregava o mundo nas costas. Todas as dores do mundo. Eu achava isso, era claro. Carregava coisa nenhuma. Senti que eu vivia um sofrimento inexplicável e irreal. Minha vida não fora tão ruim, apesar da separação dos meus pais no meu nascimento, do abandono da minha mãe, de eu ter sido criado preso pelos meus avós, da esquizofrenia do meu irmão, da pobreza da minha família&#8230; É sério. Não foi ruim, não. Hoje, tenho muita gratidão por esta vida, que me transformou em homem. Mas eu não queria ser homem. E então, bebia. Para fugir do medo. Comecei a fazer constelações sistêmicas. Decidi que não queria mais o medo. Decidi que queria amar meu pai e minha mãe, mesmo sem saber como. Decidi que queria ser feliz.</p>
<p>E então, tudo começou a mudar. As nuvens de cobranças foram desaparecendo. Quem é que cobra eu ser melhor do que já sou? Ninguém! Se paro de perder energia nas minhas emoções conflitivas, esta energia, automaticamente, vai para algo produtivo, para a criatividade, para o trabalho, para a diversão, para o prazer, para a espiritualidade&#8230; Foi isso que aconteceu. Mas tive que olhar para os fatos escondidos da minha família. Tive que olhar para meu pai e para minha mãe, e aceitá-los, do jeito que foram. Tive que abraçar meu irmão, mesmo que somente com o coração, já que ele repousa morto, num túmulo, em Arujá. Lembro-me como foi bom ter ido até o cemitério, levado meus dois filhos, e colocado um lindo vaso de flores em sua lápide. É lógico que o mano não está no túmulo. Eu senti ele sorrir, e até pude deixar escapar uma lágrima de perdão, e alívio.</p>
<p>Percebi, na minha família, que quase todo mundo fingia que vivia unido, mas na verdade, todos escondiam suas dores. E aí eu respondi ao amigo, que havia enviado o email, preocupado com o irmão alcoólatra. Ele queria saber se a constelação familiar resolve o problema do irmão. E eu falei: o problema do alcoolismo não é do irmão. É da família. Quando todos escondem seus sentimentos, fingem que está tudo bem, tem mágoas dos pais e não resolvem isso, não trabalham a si mesmo, esta emoção vai se acumulando. E alguém da família pode sentir uma necessidade inconsciente de “harmonizar na marra” esta dor, nem que seja com a sua própria saúde, ou com a sua própria vida, como foi o caso do meu irmão. Para se curar  o alcoolismo, é necessário que o alcoólatra queira. Mas para se curar a alma familiar, que permite que surjam casos de alcoolismo, é necessário honestidade, vontade e amor aos membros familiares. E este amor pode vir de qualquer membro da família. Sempre existe alguém preparado para amar – geralmente, o alcoólatra não consegue, já que está com seus neurônios imersos em solução etílica. É aí necessário alguém despertar, parar de se meter na vida dos outros, e resolver suas próprias pendências emocionais. Cada um resolve a própria. Este é o amor que Bert Hellinger, o criador da constelação familiar, diz. Todo o resto, a preocupação, a tentativa de “curar” as pessoas doentes, as críticas contra as atitudes “erradas” dos outros, de nada adianta, a não ser, prorrogar a herança de dor e infelicidade.</p>
<p>Libertei-me do álcool. Mas principalmente, libertei-me da necessidade de culpar meus pais e parentes pela minha dor. Não há culpados. Não há dor. Deus não me criou para ficar me lamentando. Deus criou cada ser humano para compartilhar o amor, que é a essência de tudo. Só isso.</p>
<p>Alex Possato é consultor de marketing espiritual e comunicação, escritor, numerólogo e diretor do <a href="http://www.nokomando.com.br"><strong>nokomando</strong></a></p>
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		<title>Depoimentos de pessoas que foram &#8220;representantes&#8221; em constelação familiar sistêmica</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/06/16/depoimentos-de-pessoas-que-foram-representantes-em-constelacao-familiar-sistemica/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 00:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos de constelação]]></category>
		<category><![CDATA[constelação sistêmica em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[depoimentos de constelação familiar sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[representante em constelação]]></category>
		<category><![CDATA[Theresa Spyra]]></category>

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		<description><![CDATA[Depoimento de pessoas que participaram de constelação sistêmica como "representantes", em junho de 2009, com a trainer e terapeuta alemã Theresa Spyra<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=274&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div id="attachment_179" class="wp-caption aligncenter" style="width: 187px"><img class="size-full wp-image-179" title="constelacao" src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2009/03/constelacao.jpg?w=177&#038;h=236" alt="constelação familiar em São Paulo, com Theresa Spyra" width="177" height="236" /><p class="wp-caption-text">constelação familiar em São Paulo, com Theresa Spyra</p></div>
<p>Tenho um controle muito grande sobre as minhas emoções. A gente tem um pensamento, que é próprio da gente, e daí vem um outro, e eu fico na dúvida: será que sou eu, ou é algo do sistema familiar? Mas naquele momento, acho que o momento que é importante no trabalho, não preciso nem me preocupar, que vem.  Procuro não exagerar um pouco, mas no momento em que vem, não tem jeito. Não dá para segurar. Eu agradeço porque foi uma experiência muito rica.</p>
<p><em>Heloísa C. R. - enfermeira</em></p>
<p>Eu estou no olho do furacão. Estou processando. Não tinha noção, fiquei pensando: será que eu estou interferindo. Mas quando veio o sono, ficou muito claro: eu não estava com sono, e de repente, deu um sono danado. É uma surpresa pra mim, eu não sabia o que é. Então, estou processando todas as informações. É uma tremenda transformação, não dá pra gente participar da história do outro&#8230; mas algo trouxe uma compreensão para a gente. Estou me sentindo diferente. Processando, digerindo. Admiro quando a colega fala que controla as emoções. Eu não controlo coisa nenhuma. Deixa que vai, as coisas estão pegando bastante, mas estou com muita confiança. As sensações, aquela angústia do “perdão”, vem assim jorrando, e é muito, muito intenso. Não dá pra eu racionalizar tudo agora.</p>
<p><em>Veronika O. – advogada</em></p>
<p>Estou igual à minha amiga ali. Fiquei preocupada. Quando ela me chamou, pensei: não vou conseguir fazer. Mas é impressionante. Não é você quem faz. É alguma coisa que te leva. Você tem reações que você fala: nossa! Racionalmente, não consigo entender. Mas quando vai vivendo, aprende&#8230; Ter chegado no final com ela, foi muito bonito e bom também. Estou surpresa, processando&#8230; O bacana que você falou pra procurar um lugar, o interessante é que fui direto ficar ao lado dele. Eu não sabia por que, mas sabia que ali era o lugar que eu deveria estar. Achei muito interessante, e fiquei muito feliz por ter ajudado neste trabalho.</p>
<p><em>Luzia G. W. – psicóloga</em></p>
<p>Eu queria agradecer por trabalhar a história dele. Puxa, pra mim é&#8230; fantástico. Gostei de um momento em que eu, novamente, eu falei: não vou fazer o papel direitinho. Daí, o meu filho ali, ele falou: ninguém faz nada, o pai não faz nada! E eu pensei: puxa vida, então eu estou incorporando direitinho! (risos) Aí, eu quase falo pra ele: mas o que é que você quer que eu faça? Quase que falei isso pra ele. A minha esposa não fala comigo&#8230; (mais risos)&#8230; (a representante fala: era a esposa! Olha aqui – e aponta o marido, sentado ao seu lado) (mais risos). Estou muito feliz. Se eu continuasse tímido, como falei, no começo da reunião, eu não ia vivenciar isso, esse momento maravilhoso. É sinal que eu estou fazendo a minha evolução humana. Esta mexendo o que eu tenho que mexer dentro de mim. Eu percebo que este é o caminho.</p>
<p><em>Gilberto K. L. – músico</em></p>
<p>Para mim, as duas constelações foram muito importantes. A primeira, mostrou-me que a felicidade está logo ali&#8230; É verdade. Eu estava ali, a todo instante pra ela se resolver, e vir até mim. Conforme ela foi ficando feliz, eu fui ficando feliz junto. É assim. Puxa vida, por que nós estamos aqui? Para fazer isso. Ser feliz. Quero alcançar o que ela alcançou agora. Esta foi a primeira grande lição. A segunda constelação me tocou bastante porque eu tive algo parecido com ele, minha mãe pegou o amor obsessivo&#8230; eu sei o que se passou ali&#8230; (Theresa: não fala pelo outro&#8230;) É&#8230; Mas obrigado pelo trabalho. Eu agradeço estar com vocês. É muito bom mesmo.</p>
<p><em>Márcio F. &#8211; consultor de empresas</em></p>
<p>É um sentimento&#8230; de só sentir. É uma imensidão, e cada história, entra um personagem&#8230; Fiquei muito feliz em compartilhar as histórias, os personagens&#8230; é um sentimento que não tem explicação. É sentir&#8230;</p>
<p><em>Diva S. &#8211; fonoaudióloga</em></p>
<div id="attachment_153" class="wp-caption aligncenter" style="width: 237px"><img class="size-medium wp-image-153" title="constelacao15_02_09" src="http://constelacaosistemica.files.wordpress.com/2009/02/constelacao15_02_09.jpg?w=227&#038;h=300" alt="cenas da constelação deste domingo" width="227" height="300" /><p class="wp-caption-text">cenas da constelação deste domingo</p></div>
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		<title>Theresa Spyra e constelação familiar sistêmica</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 17:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Theresa Spyra, terapeuta alemã de constelação familiar sistêmica. Conheça um pouco dela, sua trajetória e suas idéias.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=261&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" title="Theresa, terapeuta e trainer em constelação sistêmica" src="http://serterapeuta.files.wordpress.com/2009/06/theresa.jpg?w=197&amp;h=261&#038;h=261" alt="" width="197" height="261" />Relutei um pouco em escrever sobre a Theresa. Não é que ela não mereça, não seja uma grande terapeuta, ou coisa desse tipo. Na realidade, ela é minha esposa, e por isso, achei que talvez estivesse puxando a sardinha&#8230; sabe como é que é, né?</p>
<p>Mas seria incoerência da minha parte não falar da maior terapeuta que já vi trabalhando, e que, além de me ajudar profundamente em resolver todos os processos emocionais que me acompanharam a vida toda, tem recebido o carinho e admiração dos seus próprios clientes. Vou contar sua história.</p>
<p>Theresa é alemã, nascida em Kempten, Bavária, próximo aos Alpes alemães. Desde cedo, tinha a curiosa mania de sair com sua bolsinha de primeiros socorros, pronta a atender a primeira pessoa que estivesse necessitando de cuidados. Seu sonho? Ser missionária em algum país da África. Inclusive a sua mãe queria que ela fosse enfermeira. Mas Theresa precisava passar por outros tipos de experiência. Saiu de casa aos 18 anos, para enfrentar o mundo da cidade grande, Berlim, se formar em economia e análise de sistemas, e trabalhar como promissora executiva. Porém, algo dentro de si a impelia rumo ao desconhecido, à aventura, ao desafio. Deixando o emprego seguro e seu ótimo salário, partiu em viagem pela América Central, desde o México, descendo, país a pais, até a América do Sul. Este percurso foi realizado em oito meses. Foi aí que nos encontramos. Eu, vindo do Japão após três anos de trabalho, estava de férias no Peru e Bolívia. Ela, vinda do México, estava também no Peru – destino, a cidade inca de Machu Pichu. Nos conhecemos, e não nos soltamos mais.</p>
<p>Theresa veio morar no Brasil. E então, começou o seu contato com o mundo da “cura” e da terapia. Dona de uma percepção e intuição ativa, Theresa freqüentou centros espíritas kardecistas, e embora não tenha se identificado tanto com a formalidade e inflexibilidade da doutrina, entrou em contato com o conteúdo de sua mente inconsciente e as inúmeras percepções que tinha, definidas pelos espíritas como mediunidade. Theresa prefere não acreditar se é mediunidade, ou se é um simples acesso à mente inconsciente, dela, ou o inconsciente coletivo. Não importa para ela, a existência ou não dos espíritos – importa o trabalho e a cura com os vivos.</p>
<p>Nesse caminho, Theresa estudou e formou-se em Reiki máster, máster em programação neurolinguística – <a href="http://www.projetonascente.com.br">PNL</a>, terapeuta de shiatsu, além de ser, durante um período, dirigente da <a href="http://www.sni.org.br">Seicho-no-iê</a>. Não abandonando o seu lado empreendedor, é também empresária, e aí começou a trabalhar com treinamento. Finalmente, os seus estudos e vontade a direcionaram à formação em constelação familiar sistêmica, segundo o método de <a href="http://www.hellinger.com/">Bert Hellinger</a>, constelação estrutural, segundo <a href="http://www.syst-strukturaufstellungen.de/">Insa Sparrer e Matthias Von Kibed </a>e <a href="http://www.hpz.com/">hipnoterapia</a>, de Milton Erickson, curso que a levou de volta à Europa, especificamente, Suíça.</p>
<p>Eu diria que a maior qualidade da Theresa, como terapeuta, é a sua capacidade de observar a essência do seu cliente. E direcioná-lo a encontrar, observar e tomar posse dessa essência. Theresa não enxerga o problema, não busca explicações para o problema, não coloca culpas ou erros nas costas do seu cliente. Embora ela possa ser bem dura, quando necessário, é também acolhedora, e deseja, sinceramente, que o cliente consiga ver a sua própria energia natural fluir, harmonizando, em primeiro lugar, o relacionamento consigo mesmo. A partir daí, os relacionamentos exteriores, o trabalho, a saúde, tudo o que pode apresentar distúrbios, harmonizam-se naturalmente.</p>
<p><strong>Theresa Spyra, por Theresa Spyra:</strong></p>
<p><strong><em>Certo e errado 1</em></strong></p>
<p>“Recuso-me falar de certo e errado. Isto só confunde. Não acredito em certo e errado. Tem resultados favoráveis e desfavoráveis para o momento no qual ocorrem, isto não significa que continuam sendo o que pareçam ser. O que parece desfavorável, num momento bem próximo pode se mostrar favorável.”</p>
<p><strong><em>Gratidão</em></strong></p>
<p>“Vivi quase toda minha vida em regalia, na Alemanha, e nunca tive a sensação de gratidão, tudo estava sempre ao alcance, e costumávamos reclamar quando algo faltava ou não era conforme a nossa vontade. Viver em abundância não tem nada a ver com gratidão, muito ao contrário. Hoje gratidão para mim é receber o que a vida está me oferecendo neste momento. Acordar um o barulho da chuva, o carinho da minha filha, em outro momento a insatisfação dela, sentir o calor do sol no meu corpo, jogar um jogo com a família, parar por um momento para me auto-observar e perceber que estou bem onde estou, satisfeita comigo, com a minha vida e com meu trabalho e com tudo que eu me coloquei a realizar. Posso ir com calma, sem correr, curtindo a paisagem e tudo que vier.”</p>
<p><strong><em>Honestidade consigo mesmo</em></strong></p>
<p>“Por tão pouco pagamos um preço tão caro, ao esconder de nós mesmos o que ocorreu, nós nos afastamos cada vez mais da nossa essência, e assim, do que estamos buscando.”</p>
<p><strong><em>A missão</em></strong></p>
<p>“A vida de formiga é uma festa só. Ela gosta da sua missão, sai cedo de casa, cheia de vontade e alegria com a perspectiva de encontrar folhas bem suculentas e gostosas. Corta-as com todo cuidado e perfeição, e um especial prazer é cortar um grande pedaço de folha, tão grande, mas que ainda dá para carregar: isto a deixa mais contente e alegre ainda. Depois começa o malabarismo divertido: às vezes a folha é pesada demais, e nas suas manobras perigosas vai embora o equilíbrio e a folha se perde. Se não tem como recuperar o tesouro precioso, não faz mal; a formiga volta para cortar mais uma folha. Algumas vezes até acha no caminho um pedaço de folha abandonado. Alguém parece ter perdido&#8230; e ela pega alegremente e recomeça a sua jornada. O peso deixa as pernas bambas, porém, isto a anima mais ainda. A superação é o seu jogo preferido, já que gosta de se divertir durante a tarefa diária. Nunca pensou em reclamar. Afinal de que? A vida é boa como ela é. Às vezes ela vê a cabeça de uma companheira, às vezes o bumbum redondo, mas ninguém tem tempo para parar e bater papo. A missão é o mais importante, não há dúvida. Como também não há dúvida de que essa formiga se acha a mais importante: ela somente percebe o seu próprio trabalho, e como vai saber o que os outros estão fazendo. E afinal, o que interessa?”</p>
<p><strong><em>Certo e errado 2</em></strong></p>
<p>“O mundo nos cobra o “certo”. Primeiro são os pais, os parentes, os professores e &#8230; logo, logo somos nós mesmos que cobraremos resultados melhores para nós (o certo), julgaremos todos os acontecimentos (certo ou errado)&#8230; para chegar onde?</p>
<p>E se eu fizer tudo certo, de acordo com os meus padrões, se eu me empenhar ao máximo, onde eu posso chegar? O que eu posso alcançar com isto? Felicidade? Reconhecimento? Satisfação? Equilíbrio? Segurança? Controle do futuro? Controle sobre os outros?”</p>
<p><strong><em>Pais e filhos</em></strong></p>
<p>“Nos dias de hoje presenciamos muito desequilíbrio nos relacionamentos familiares. Até parece que as coisas se inverteram. Quantos pais estão preocupados em serem aceitos pelos próprios filhos? Se sentem rejeitados pelos filhos, muitas vezes já desde a infância. Os pimpolhinhos não obedecem, parecem ser mais fortes e insistentes que os pais, tem as rédeas nas mãos, são eles que mandam nos pais. É muito doloroso para um pai e uma mãe não terem a a autoridade como pai ou mãe. Eles querem desesperadamente ser aceitos pelos filhos, por isto compram a atenção deles, com brinquedos, video-games, viagens, roupas, carros, etc. Mas o respeito não pode ser comprado. E quando os pais não respeitam os próprios pais, como eles podem esperar serem respeitados pelos próprios filhos? Eles não transmitiram este sentimento para eles. Nem em palavras, nem em ações.”</p>
<p> </p>
<p>Constelação sistêmica com Theresa Spyra – <strong><a href="http://www.nokomando.com.br">clique aqui</a></strong></p>
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		<title>Rejeição e filho adotivo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 14:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="border:black 5px solid;margin:5px;" src="http://www.gov.mb.ca/fs/images/adoption9.jpg" alt="" width="432" height="288" />Rejeição e filho adotivo</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sou pai adotivo. E filho adotivo. Meus pais se separaram logo na época do meu nascimento, e então se iniciou uma disputa entre meus avós paternos e minha mãe para ver com quem ficariam “as crianças” – eu e meu irmão mais velho. Eles, meus avós, mas principalmente minha avó, mãe do meu pai, achava que nós não estávamos sendo bem cuidados. Isso era fato: volta e meia, apresentávamos problemas de saúde, alergias, gripes prolongadas&#8230; a alimentação não era bem controlada. Ficávamos aos cuidados, ou de ninguém, ou de alguma empregada. Uma das quais, uma evangélica fanática, gostava de nos espancar, com uma bela cinta de couro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Certa vez, ao visitar vovó, ela percebeu as marcas e vergões dignas de um feitor de escravo do século XVII. Não teve dúvidas: rumou à delegacia e abriu um boletim de ocorrência. Mamãe não era uma má pessoa: estava envolvida em suas neuras, desde criança, e não podia e nem sabia fazer melhor. Tanto que aposentou-se precocemente, por invalidez emocional&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De qualquer forma, eu não estava muito atento a estes fatos. A vida passava, e eu era muito “desligado”&#8230; Não sofria, embora uma amiga psicóloga sempre tentou me obrigar a entender que eu sofria, e estava simplesmente bloqueando emocionalmente os fatos dolorosos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Cresci, estudei, comecei a criar uma visão do mundo, e lógico: durante o meu período de adolescência, tinha que enfrentar o mundo e começar a fazer minha vida. Eu era inseguro, tímido, e morria de medo&#8230; daí para culpar mamãe, papai e vovó pelas minhas dificuldades, foi um pulinho&#8230; Aí a psicologia “ajudou-me”: deu a desculpa que eu precisava para saber as razões das minhas dificuldades&#8230; Engraçado: quem é que não morre de medo ao enfrentar o mundo, tem sua dose de timidez e insegurança? Adotivos e não adotivos, todos têm, não é mesmo? E se todos têm, isso é problema?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mamãe foi rejeitada, vovó foi rejeitada&#8230;</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Hoje, já passei dos quarenta. Estou ótimo e sinto-me um molequinho&#8230; igualzinho quando saí da casa de vovó, aos quinze anos, para ir morar com mamãe. Pois é, o filho pródigo de retorno ao lar&#8230; Cresci, criei minha família, e&#8230; lógico, algo me fez adotar&#8230; Poderia dar milhares de explicações do por que adotar, mas simplesmente estava em mim, e na minha esposa&#8230; era uma força maior do que minha razão&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">De alguma forma, queria fazer uma família feliz&#8230; Queria construir o modelo de família que eu não tive&#8230; e por algum motivo, neguei meus pais, meus avós e minha infância&#8230; Casei com uma mulher incrível, tive a primeira filha e adotei o segundo filho – este, um molecão que já chegou com quatro anos de idade, e que me provocou muito&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Adotei “eu mesmo”, sem saber. Por alguma volta do destino, estava refazendo o caminho da minha vida, da minha infância, e depois descobri, da vida da minha mãe e da minha avó&#8230; Pois é: elas também foram rejeitadas. Vovó perdeu sua mãe quando era criança. Ficou extremamente ferida e carente&#8230; E seu pai, meu bisavô, a deixou, para ser cuidada pela&#8230; adivinhem? Vovó – a mãe dele&#8230; Minha avó deve ter ficado “fula da vida”! Geniosa, forte, dominante, tão logo alcançou a maioridade, tirou o nome paterno do seu&#8230; Excluiu o pai da sua vida&#8230; como se isso fosse possível.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Minha mãe nunca fora abandonada&#8230; mas sentiu-se. O pai, meu avô, era alcoólatra. Japonês, vindo da pobreza e miséria do Japão pós-guerra, como todo bom japonês, era seco igual um punhado de farinha. Ele também fora rejeitado pelo seu país&#8230; saiu a contragosto, empurrado pela dificuldade. E não conseguiu estar presente para seus filhos. Mamãe sentiu-se também rejeitada. Todo mundo era melhor que ela, mais bonito, mais esperto, mais inteligente. E ela era um lixo. Pelo menos se sentia assim, e ainda traz esta péssima auto-estima&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A rejeição vem do sistema familiar</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Hoje trabalho com psicoterapia. Trabalho com constelação familiar sistêmica. Minha parceira, mestre terapeuta, ajudou-me a resgatar este passado. E a constelação ajuda-me a perceber que a rejeição não é do filho adotivo que eu fui, nem existem culpados para ela. Minha mãe tinha esta rejeição, o pai dela também, minha avó também e até meu bisavô, com certeza, sentiu-se rejeitado. Esta história não tem fim. Trazemos impregnado em nosso DNA heranças ancestrais. Nossos medos e alegrias, traumas e conquistas não são reflexo somente de fatos que vivenciamos na nossa infância&#8230; Eles são carregados pela linhagem familiar. Qualquer mamãe ou papai sabe que os filhos já nascem com determinados comportamentos, com características emocionais. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Já vi isto até em ninhadas da minha cachorra. Enquanto alguns filhotes, alguns dias de vida, se atiravam desesperadamente atrás do leite, um ou outro, não tinha força, eram medrosos e parados. E com certeza, teriam mais dificuldades na vida&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Eu herdei um pouco desta lerdeza, deste medo de mamar nas tetas da vida. E não foi culpa da minha mãe. Nem do meu pai. Nem de ninguém. Através da constelação, entrei em contato profundo com esta emoção da rejeição, que é lugar-comum da minha história familiar. Comecei a aceitar minha família. A acolher todos os que foram rejeitado. E assim comecei a aceitar a mim mesmo. Pois sou parte intrínseca desta família. Eu não seria nada, literalmente, sem minha história, sem meus pais, avós e antepassados. E somente aí, comecei a realmente ser pai do meu filho. Ele deixou de ser “eu quando garotinho”, e passou a ser uma individualidade. Alguém também com um história, que um dia irá confrontá-lo. Mas que cabe a ele resolvê-la. Meu filho faz parte do meu sistema, hoje. Mas também, principalmente, é filho dos pais biológicos dele. Isso nunca irá modificar. Um dia, eu voltei à minha mãe e reaproximei-me do meu pai. Cheguei inclusive a cuidar dele, em seus últimos meses de vida dominada por um câncer generelizado. Não foi bondade, não foi caridade. Simplesmente tinha que ser assim. E fico satisfeito por ter feito isso, mesmo que às vezes tenha sentido muita vontade de dar um “pé-na-bunda” do velho, tão exigente e arrogante&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Meu filho adotivo tem o caminho dele. Eu sou o pai adotivo. Sou o segundo pai, segundo a constelação familiar sistêmica diz. E sempre estarei aqui, como segundo pai. Ele tem um primeiro pai. E uma primeira mãe. Não sei se eles estarão presentes a ele, algum dia. Mas isso é pacote que ele terá que desembrulhar&#8230; Eu faço a minha parte. Hoje, eu me não me sinto mais rejeitado. Espero que ele também não se sinta. Pois a cura para isso está na inclusão: incluir aqueles que também foram rejeitados em nosso sistema, a começar pelo&#8230; papai e mamãe&#8230; Por mais doloroso que isso possa ser, só posso dizer uma coisa: esta dor liberta&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Alex Possato é consultor e diretor do <a href="http://www.nokomando.com.br"><strong>nokomando-desenvolvimento pessoal e profissional</strong>. </a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação sistêmica em grupo contínuo – <strong>12 encontros</strong> – grupo de trabalho e estudo. <em><strong><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/workshops%20e%20palestras.htm#12encontros">Clique aqui!</a></span></strong></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Próxima constelação sistêmica em grupo com a terapeuta alemã Theresa Spyra <em><strong><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">Clique aqui!</a></span></strong></em></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/238/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/238/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/238/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=238&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A constelação familiar sistêmica trabalhando as causas da diabete e do hipotiroidismo</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/a-constelacao-familiar-sistemica-trabalhando-as-causas-da-diabete-e-do-hipotiroidismo/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/a-constelacao-familiar-sistemica-trabalhando-as-causas-da-diabete-e-do-hipotiroidismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Causas emocionais das doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Constelações em grupo]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimentos de constelação]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças psicossomáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Sintomas físicos]]></category>
		<category><![CDATA[causas emocionais da diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[causas psicossomáticas da diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[constelação familiar sistêmica em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[depoimento de constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes e constelação familiar]]></category>
		<category><![CDATA[hipotiroidismo e constelação]]></category>

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		<description><![CDATA[Cliente que participou de uma constelação familiar em grupo com a terapeuta alemã Theresa Spyra, explica como ficou o seu quadro de diabetes e hipotiroidismo, após o trabalho, e também os efeitos em relação ao seu relacionamento familiar, até então, muito conturbado.
Falamos também das causas emocionais, os fatores psicossomáticos da diabetes<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=198&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><img class="alignleft" src="http://3.bp.blogspot.com/_QmDAq4c57H0/R79mh63iu3I/AAAAAAAAAl4/sbn5PThjfvw/s200/diabetes_dedo.jpg" alt="" width="200" height="179" />A minha saúde melhorou extraordinariamente. Eu sentia uma carga invisível sobre os meus ombros, e devido a isso vivia cansada, com dores pelo corpo, ansiosa. A constelação serviu para retirar esse peso e conhecer a dura realidade que foi a vida dos meus pais. Confesso que no dia eu fiquei muito nervosa e ver tudo aquilo me chocou. Mas não há nada mais libertador do que a verdade. E com o passar do tempo eu fui entendendo meus familiares, pude vê-los como figuras humanas, com seus erros e acertos. E a medida que crescia minha ternura por eles, a minha alma foi ficando mais leve. Posso dizer com toda certeza que estou curada do diabetes e do hipotiroidismo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-size:x-small;color:#999999;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em>S.M.B. &#8211; São Paulo<br />
</em></span><span style="font-size:x-small;color:#999999;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em>constelação familiar em grupo</em></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Causas psicossomáticas da diabetes</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">&#8220;<span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Vários autores, entre eles Graça e colaboradores (2000), Grünspun (1980), Anjos (1982), Ajuriaguerra (1976), Joode (1976) e Debray (1994), consideram o diabetes mellitus uma doença psicossomática, ou seja, que sofre influência de fatores emocionais em sua etiologia.</span></span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Silva (1994) afirma que doença psicossomática é qualquer alteração somática (física) decorrente de sofrimentos psíquicos, diferentemente da somatopsíquica que é qualquer alteração psíquica decorrente de sofrimento físico, por exemplo, os efeitos psíquicos sofridos pelo indivíduo que possui uma enfermidade crônica ou uma debilidade física. Sendo assim o diabetes mellitus pode ser considerado tanto uma doença psicossomática quanto somatopsíquica.&#8221; Leia trabalho completo sobre o tema, de <span style="font-size:x-small;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Daniela Botti Marcelino e Maria Dalva de Barros Carvalho</span>, <strong><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-79722005000100010">clicando aqui</a></strong>.</span></p>
<div><span style="font-size:x-small;color:#999999;font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><em></em></span></div>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:x-small;color:#999999;font-family:Verdana;"></span></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="color:#000000;">Próxima constelação familiar em grupo, com a alemã Theresa Spyra &#8211; trabalhe causas emocionais de sintomas físicos, <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">clique aqui</a></strong></span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/198/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/198/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/198/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=198&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Depoimento de quem passou pela terapia de constelação familiar sistêmica</title>
		<link>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/195/</link>
		<comments>http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/195/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 12:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alexpossato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos de constelação]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamento de casal]]></category>
		<category><![CDATA[depoimento de constelação familiar sistêmica]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento sobre constelação]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento entre pai e filhos]]></category>
		<category><![CDATA[terapia na natureza]]></category>
		<category><![CDATA[trilha Juréia Itatins]]></category>
		<category><![CDATA[video da Barra do Una]]></category>
		<category><![CDATA[video da Juréia Itatins]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto fiz meu passeio pela Reserva Ecológica Juréia-Itatins, pude refletir o significado da Constelação Familiar Sistêmica, minha família, meu trabalho... e coloquei este pequeno depoimento, ilustrado pela belíssima paisagem que me acompanha desde os 18 anos de idade...<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=195&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Trabalho com terapia, cursos e treinamento. Mas também provo do meu próprio veneno: sou “terapiado”. Já quis muito consertar minha família e mudar o meu passado. Achando que tinha como. Pai alcoólatra, mãe neurótica, criação rígida pelos avós, tudo isso não me descia pela garganta. Ficava entalado, e eu achando que sabia melhor, era melhor que eles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Até que tive a minha própria família. Que seria perfeita. Minha casa, meu trabalho&#8230; Mas que&#8230; carregando tantas cobranças do passado, como viver a minha própria vida? Como estar presente no papel de pai, se eu estava preso ao papel do meu pai? Como ser companheiro da minha esposa, com tanta mágoa da minha mãe? Como acolher se eu não sabia acolher?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Bem, neste caminho, já se vão quase quinze anos. E posso dizer, sem dúvida, que somente após fazer a constelação familiar sistêmica, algumas vezes, e entrar neste mundo inconsciente, obscuro mas fascinante das emoções enraizadas nos laços familiares, comecei a estar presente na minha vida. Deixo de viver para consertar algo que, simplesmente, se foi, e não é da minha alçada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Este vídeo é uma gravação recente de uma viagem onde pude voltar energizado de uma viagem à mãe natureza virgem e acolhedora, na Reserva Ecológica da Juréia Itatins, praia da Barra do Uma, litoral sul. E uma homenagem à minha família, que finalmente consigo enxergar e curtir. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong><em><a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#AlexPossato">Alex Possato</a></em></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Consultor e diretor do nokomando-soluções sistêmicas</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em>Próxima constelação familiar sistêmica em São Paulo, com a alemã <a href="http://www.nokomando.com.br/perfil.htm#TheresaSpyra">Theresa Spyra</a>,</em> <strong><a href="http://www.nokomando.com.br/constelacao-familiar-sistemicas-atendimento-grupo.htm">clique aqui</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><em>Conheça o Blog Ser Terapeuta Apaixonado, um blog de Terapeuta para Terapeutas</em><strong> &#8211; <a href="http://serterapeuta.wordpress.com">clique aqui</a></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://constelacaosistemica.wordpress.com/2009/03/31/195/"><img src="http://img.youtube.com/vi/2-K78HUOeuo/2.jpg" alt="" /></a></span></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/constelacaosistemica.wordpress.com/195/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/constelacaosistemica.wordpress.com/195/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=constelacaosistemica.wordpress.com&blog=2724884&post=195&subd=constelacaosistemica&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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